Se eu pudesse citar um nome presente, SEMPRE, nos blogs da Odontosfera, diria (direi) – CÉLIA BARRAL!
A mais nova colega blogueira, do blog Odontostalgia, faz aniversário. Literalmente, mais uma primavera! (mais…)

Se eu pudesse citar um nome presente, SEMPRE, nos blogs da Odontosfera, diria (direi) – CÉLIA BARRAL!
A mais nova colega blogueira, do blog Odontostalgia, faz aniversário. Literalmente, mais uma primavera! (mais…)

Algo como “reinicializar”, sem perder os dados armazenados!
Aqui estamos, de cara nova, MAIORES, MELHORES e DIVAS como sempre!
Esse post é especial!
Como puderam ver, a equipe diminuiu (sim, é pra chorar mesmo, pois nós também choramos). Algumas das integrantes fundadoras não estão mais conosco. Infelizmente…

Éramos um time de 9 mulheres. Hoje somos 5!
Gostaria de agradecer, em nome de todas, a participação e o empenho durante esses 6 meses de Blog, pela divulgação e incentivo! Aqui também tem trabalho duro de vocês, porque cada uma tem uma realidade e uma disponibilidade, logo, tudo que foi construído aqui tem suor e merece respeito e admiração!
Começamos (ou melhor, continuamos) um trabalho que está sendo reconhecido e contamos, sempre, com a colaboração de vocês Queridas! A porta está sempre aberta!
“Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.”
Beijo grande
#goDivas
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Meu pai era o filho mais velho, único homem de uma família de 3 filhos. Mineiro de Itajubá, formou-se em Engenharia Civil, trabalhou por 22 anos na CSN e depois em obras grandes, como a fábrica da Coca-Cola em Jundiaí, Torre de Resfriamento da Reduc, em Duque de Caxias e seu último trabalho foi para o Porto de Sepetiba, no Rio. Como ele mesmo dizia, sempre rindo, construir casas era coisa de arquiteto. Ele gostava das megaconstruções, máquinas gigantescas e adrenalina.
Amante de moda de viola, de cozinha e pescaria, era Flamenguista roxo e não se conformava com o fato de eu ser Botafoguense.
Adorava jogar Freecel e Paciência no computador e ligar pra minha república, de madrugada, só pra me acordar e perguntar se eu “queria beber água”. Ele era muito brincalhão!
Católico fervoroso, não passava um final de semana sem ir à missa e ralhava comigo e com minha irmã quando trocávamos a Comunhão pela diversão com os amigos.
Tudo o que sei sobre carros, fazer baliza na ladeira, dirigir na estrada, como temperar um peixe, fazer churrasco e, sobretudo, entregar a vida à Deus, são algumas das coisas que eu aprendi com ele.
A saudade dói, diariamente. Eu melhorei muito e tenho consciência de que ainda tenho muito o que fazer…
Sinto por ele não ter ouvido meu discurso de formatura, por não estar comigo na compra do meu consultório, no dia do meu noivado…
Mas hoje penso que toda essa dor não é nada perto da felicidade do dia que nos reencontraremos. Pensar assim é o que me conforta, quando a saudade machuca.
Minha homenagem pra ele foi uma tatuagem feita em Março de 2007, com o trecho da música “Anjo Mais Velho – Teatro Mágico“. Não sei se ele gostou não, mas… É algo que trago comigo, sempre.
Aos papais seguidores desse blog, um feliz dia para vocês! E aos que podem abraçar os seus, não percam tempo em fazê-lo.
Deixo uma música que diz muito sobre meu pai e que, com certeza, ele ouviria sem parar, como fazia com os outros CDs de sertanejo que tinha no carro…