Autor: Juliana Lemes

  • >O combinado não sai CARO

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    Difícil tema… mas de suma importância no nosso dia a dia.

    A relação paciente/profissional é delicada, cheia de entrelinhas e necessita de um acordo claro, objetivo, onde ambas as partes não se sintam prejudicadas.

    Em dias onde qualquer coisa vira “processo”, o profissional deve se resguardar de tudo que diz respeito ao paciente. E isso vai muito além de uma anamnese bem preenchida.

    Faz-se necessário esclarecer ao paciente sobre diversos fatores e, ao mesmo tempo, estar apto a cumprir com sua parte no trato.

    Isso tudo vem com um propósito: evitar mal entendidos entre as partes envolvidas.

    O que podemos fazer?
    • Prontuário: constando de ficha clínica, ficha de anamnese, odontograma preenchido corretamente, radiografia panorâmica (no mínimo), cópia da previsão de honorários, contrato de prestação de serviços odontológicos e cópia de RG, CPF e comprovante de residência do paciente. Assim o profissional está seguro, juridicamente falando.
    • Preenchimento de ficha: sempre datada e assinada, por ambas as partes. Caso seja necessário o fornecimento de atestado, declaração de comparecimento ou emissão de recibo simples ou para declaração de IR, que seja relatado e assinado, principalmente pelo paciente. Cuidado ao preencher o odontograma e, se puder, fotografe a situação inicial em que o paciente se encontrava na primeira consulta.
    • Cobrar ou não uma avaliação clínica? Controverso a meu ver, por um único motivo: desunião da classe Odontológica. Você vai ao médico sem pagar consulta? Não né? Por que conosco pode ser assim? Tempo clínico, material estéril, luva, enfim, gastos estão inclusos nisso e o paciente deve estar ciente. Um diferencial? Ofereça a seu paciente uma avaliação com uma profilaxia e 2 radiografias interproximais de molares, por exemplo. Já faz com que ele olhe seu trabalho de modo diferente.
    • Faltas sem justificativas: devem ser cobradas. E essa cláusula deve estar presente no contrato e ser muito bem esclarecida ao paciente. Uma consulta perdida é perda de dinheiro pro seu negócio. Um horário que poderia ser ocupado por outra pessoa que, além de precisar de tratamento, pague pelo mesmo.
    • Secretárias: Devem ser educadas, falar baixo e ser simpáticas. Elas são o primeiro contato do paciente com o seu espaço de trabalho. Bem apresentadas, devem se vestir de modo discreto e estarem aptas para trabalhos como atender telefone, marcar consulta, confirmar consulta, cobrar paciente, etc.
    • Espaço de trabalho: sempre limpo, aconchegante, iluminado. O paciente precisa se sentir bem ali.
    • Qualquer problema que tiver com sua secretária ou auxiliar, trate longe do paciente. “Roupa suja se lava em casa” certo?
    • Todos os termos emitidos devem estar em 2 vias: 1 pra você e outra para o paciente. Ambas carimbadas, datadas e assinadas por ambos.
    • Tenha organização com exames radiográficos e com a qualidade do processamento das radiografias. Rx é documento.
    • Oriente ao paciente quanto o tempo tolerável de atraso e, acima de tudo, oriente a sua paciente como conversar com um paciente que chega 40 minutos atraso para a consulta. Lembre-se: um paciente perdido, não é só um paciente perdido. Perdemos ele e quem ele conhece.
    • Evite atrasar consultas: da mesma forma que odiamos ir ao médico e esperar 2h, os nossos pacientes pensam a mesma coisa. As pessoas se programam. Por isso, merecem respeito.
    • Sempre peça à secretária para avisar que você está atrasada. Não só aos que estiverem na sala de espera. Peça que ligue para os subsequentes e informe que você está atrasada. A pessoa se programa para um compromisso, e avisá-la de uma possível intercorrência demonstra respeito com ele.
    • Sua equipe deve falar a mesma língua. Oriente todos os funcionários para que haja um “padrão de informações” a ser passado para o paciente.

    São pequenos gestos que dão confiança, demonstram organização e seriedade no seu trabalho.

    Invista em software para facilitar a visualização do movimento de sua clínica e, inclusive, para fidelizar seu paciente.

    Ele é seu BEM mais precioso! E é quem te dará retorno da qualidade do seu trabalho!

    #goDIVAS


  • >Resinas Compostas e Sensibilidade Dentinária

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    Muito comum no consultório e atire a primeira pedra quem nunca teve um paciente reclamando de sensibilidade após uma restauração de resina composta!

    A exigência estética nos trouxe esse incoveniente: sensibilidade pós operatória.

    Antes de deixar o paciente sair da cadeira já aviso: “pode ser que fique sensível nos primeiros dias”.

    Claro. Tenho que alertá-lo sobre tudo que pode acontecer, mesmo que não aconteça, pra que ele não pense que meu trabalho ficou a desejar. Afinal de contas, é a nossa carreira né?

    As resinas são materiais que exigem manipulação, armazenamento adequado e, que pra completar, possuem um protocolo clínico que está diretamente relacionado com o sucesso do procedimento.

    Algumas regras devem ser seguidas para que, além de bonitas, nossas restaurações não tragam desconforto e dor ao paciente.

    Quando falamos de ataque ácido, nos referimos ao procedimento que visa remover a camada de “smear layer” ou seja, tudo aquilo que fica depositado sobre a dentina depois do preparo cavitário. Digamos que ele tem como função uma desobstrução profunda dos canalículos dentinários para que, posteriormente, o dente possa receber o sistema adesivo. Imaginem que, com a ação do ácido, criam-se espaços que são preenchidos pelo adesivo e que se transformam em “vigas” de sustentação do material obturador.
    O que ocorre com o protocolo da utilização das resinas compostas é: se não tomarmos cuidado com o tempo desse condicionamento ácido, o paciente vai SIM sentir dor.
    O ácido fosfórico causa uma desidratação da superfície. Quando usado por tempo prolongado ou em concentrações inadequadas, desnaturam e enfraquecem o colágeno presente na dentina.
    Trata-se de uma etapa do protocolo clínico importante para o sucesso do seu tratamento.
    O que fazer?
    • Certifique-se da concentração do agente condicionante.
    • Tempo de condicionamento em esmalte: 30 segundos
    • Tempo de condicionamento em dentina: no máximo 15 segundos.
    • Hidratar a superfície com spray água/ar pelo dobro do tempo do condicionamento (logo, 1 minuto de hidratação da superfície)
    • Dentina deve permanecer úmida (nada de jato de ar direto). Seque-a com bolinha de algodão ou papel absorvente.
    • Esmalte seco, de aspecto esbranquiçado.
    • Clorexidina 2% – usar ou não? Eu uso, sempre. Aplico com bolinha de algodão, após o ataque ácido, para manutenção da camada híbrida. Depois prossigo com a aplicação do sistema adesivo. (Não secar após aplicação da clorexidina. E não encharcar o preparo cavitário)
    • Adesivos: dê preferência aos que tenham água como solvente, e não acetona. Exemplo: Ambar (FGM) e Single Bond (3M).
    • Quantidade de adesivo: uma dica que vi num curso e achei fantástica: A quantidade de adesivo no microaplicador deve ser aquela onde você consegue ver os “pelinhos” do microbrush, sem formar aquela gota.
    • Aguarde o adesivo penetrar nos túbulos, realique-o e depois fotopolimerize.
    • O aspecto da cavidade deve ser “caramelado“, mas sem poças de adesivo.

    Pronto, feito isso, com pequenas quantidades de resina, vá começando sua restauração. Lembre-se do FATOR C e não una paredes opostas com um único incremento de material. A contração da resina gera uma força capaz de defletir cúspides e, até mesmo, causar fratura no elemento dental.

    Após a escultura, ajuste oclusal. E oriente seu paciente a retornar no dia seguinte, pois a anestesia mascara a percepção do ligamento periodontal e, muitas vezes, o paciente acha que está tudo bem, quando na verdade, ainda há contato prematuro.

    Esclareça que, se houver sensibilidade, ela é reversível. E esteja disponível para o paciente, caso ele reclame de dor!

    E vamos nós! Entre brocas e resinas, fazer sorrir! E, se possível, sem dor!

    #goDIVAS


  • >OdontoDivas x Clube do Fórceps

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    O nascimento desse blog gerou muito polêmica na Internet, em especial na TL nossa de cada dia!

    Muitos criticaram, os meninos blogueiros apoiaram, mas não poderiam deixar de dar aquela alfinetada!

    Enfim! O que sobra disso tudo é que servimos de “incentivo”. E nasceu o “CLUBE DO FÓRCEPS”, um blog de meninos, alguns já blogueiros, que veio pra mostrar que, além de GRADUADOS EM ODONTOLOGIA, são HOMENS: gostam de carros, de vídeo games, de barzinhos e, claro, que de nós MULHERES DIVAS!

    Vamos acompanhar o que eles tem a nos ensinar: http://www.clubedoforceps.blogspot.com/


    A eterna guerra dos sexos.

    Parabéns meninos! E LÁ VAMOS NÓS!

  • Princípios Estéticos em Odontologia (parte 1)

    >Como é a beleza que o dentista vê em seus pacientes?

    Claro que temos aqueles que vão dizer: “a paciente era loira”, “ela tinha cinturinha“, “corpinho violão…” (coisas a serem discutidas, talvez, no blog concorrente “Clube do Fórceps“!)

    Brincadeiras à parte, a análise de um paciente começa quando o enxergamos pela primeira vez. Seu modo de andar, sua fala, sua postura.

    E, dentre tantas informações, o que nos chama mais atenção? O ROSTO!

    Ser belo, odontologicamente falando, é, em resumo, ser simétrico.

    Sempre digo que a BELEZA É UM CONCEITO RELATIVO, FORMADO DE UMA APARÊNCIA FÍSICA ALIADA A UMA PERSONALIDADE. Mas nesse post, e nos próximos, falaremos da análise que o dia a dia clínico nos força a fazer quando olhamos as pessoas nas ruas (porque eu DUVIDO que aqui alguém não analise as pessoas e tracem planos de tratamentos, sem ao menos conhecê-las hehehe)!

    Começaremos pela MACROESTÉTICA. Compreende a FACE.

    • Formato – quadrada, ovóide ou triangular
    • Linha mediana – determinada na face pelos pontos glabela, ponta do nariz, filtro labial e mento. Alteração na linha mediana pode resultar em desequilíbrio e simetria entre as estruturas faciais.
    • Linha pupilar – deve ser paralela ao plano incisal dos dentes superiores e contorno da margem gengival.
    • Plano incisal – deve estar paralelo à linha interpupilar e à linha gengival
    • Tipo de sorriso – alto, médio ou baixo, dependendo da quantidade exposição dental que ocorre durante o sorriso
    • Tipo de lábio – grosso, médio e fino (num plano vertical) e largos, médios ou estreitos (num plano vertical)
    • Periodonto – análise de contorno gengival, zênite do contorno gengival e papilas interdentais

    • Dentes em grupo – compreende curvatura incisal, linha média dentária, alinhamento dental, inclinação axial, proporção áurea, corredor bucal e ameia incisal e cervical.

    Obviamente é um assunto amplo e, principalmente, MULTIDISCIPLINAR. Portanto, Periodontistas, Protesistas e Ortodontistas estão inclusos naquilo que chamamos de BELO na nossa área de atuação.

    Harmonia facial e dental é nosso foco! Abordaremos o assunto com a opinião de alguns especialistas!

    Em breve, cenas dos próximos capítulos!

    #goDIVAS

    (Base de estudo: “Dentística – Saúde e Estética” – Ewerton Nocchi Conceição e Colaboradores)


  • “Farmacinha” do Dentista

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    Lidar com saúde requer cuidados com aquele que estará sentado na nossa cadeira odontológica.

    Dor, ansiedade e complicações pós operatórias são comuns no consultório e por isso temos a obrigação de conseguir controlar a situação.

    Para tal, contamos com a ajuda da FARMACOLOGIA.

    Após um curso com um profissional que eu, particularmente, admiro muito, Prof. Dr. Eduardo Dias Andrade, entrei em contato com ele pedindo sugestões de medicamentos que nós, dentistas, devemos ter em nosso consultório para pronto atendimento dos nossos pacientes.


    Ele, muito gentilmente, me listou alguns. E eu compartilho essa lista com vocês!

    • CONTROLE DA ANSIEDADE: Midazolan (compr. 7,5mg) e Lorazepan (compr. 1mg, indicado para os pacientes idosos).
    • CONTROLE DA DOR: Dipirona (solução gotas), Paracetamol 750mg, Alivium (solução gotas 50mg/mL), Decadron 4mg, Toragesic 10mg (compr. sublinguais).
    • PROFILAXIA E TRATAMENTO DE INFECÇÕES: Amoxicilina 500mg (cápsulas) e Clindamicina 300mg (cápsulas).

    Além disso, o profissional poderá dispor de “kit de emergência”, com acessórios e medicamentos para uso de situações de risco médico, como hipoglicemia, convulsão, reações alérgicas, crise aguda de Asma, AVE (acidente vascular encefálico), angina de peito, infarto do miocárdio, etc.

    Estudos recentes mostram que a Valeriana, um medicamento fitoterápido, é eficaz como medicação de escolha para controle de ansiedade (sedação mínima) pré operatória. Auxilia no controle da dor e torna o paciente cooperativo ao procedimento.

    Vale a pena lembrar que, de acordo com a ANVISA, os antibióticos são vendidos com receituário controlado, em 2 vias, lei que começou a vigorar em Janeiro de 2011.

    Fiquem atentos!
    Cuidem dos seus pacientes.

    Obrigação ou não, mostrar atenção com eles é um diferencial que conta pontos muitos positivos no nosso dia a dia!

    #goDIVAS


  • >Para Refletir – Espelho

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    Espelho. Reflete e pronto.

    Mostra a verdade, nem sempre aceita.
    Culpam os espelhos (coitados) por algumas distorções. Claro que tem aqueles que foram projetados pra isso. Mas em sua grande maioria, são apenas coadjuvantes da realidade. Ele mostra, pra quem quer ver, o que está diante dele. E quem não quer, que retire-se.

    Distorções de imagem… assunto polêmico. Coisas da nossa cabeça.

    Ver e não enxergar. Exigir do cérebro que veja o que não é verdade e convencer-se disso.

    Todas nós temos nossas cismas, nossas “nóias”, pontos fracos.

    Particularmente falando, sempre estive fora dos padrões: sempre fui gordinha, sempre fui a mais alta da turma, passei minha adolescência sozinha por “bulling” (aaaaahhhhh se eu soubesse que renderia uma graninha alguns anos a frente), as pessoas tinham vergonha de mim e eu, por fim, me convenci disso: de que eu era pouco, feia.

    A fase da minha vida onde eu deveria estar saindo com as colegas, conhecendo as coisas, de namoradinhos, passei em casa, estudando.

    Triste? Na época chorava muito.

    Com o tempo, com o cursinho, foco na minha carreira profissional e com a faculdade, fui mudando o modo como me via no espelho. Me via inteligente, interessante. Mas a “feiura” da adolescencia permanecia. Pedi ajuda. Terapia. E vamos nessa!

    Hoje estou aqui. Com meus quase 30, idade que eu acho GLORIOSA pra todas as mulheres, com a cabeça no lugar, construindo um patrimônio e mais interessante do que aos 20 anos.

    E com uma diferença: hoje eu ouço algumas coisas quando olho no espelho. Loucura? Não…

    É meu cérebro me dizendo: VOCÊ É PODEROSA! DESCULPE-ME POR TÊ-LA CONVENCIDO DO CONTRÁRIO HÁ UNS ANOS…

    Pense nisso.
    Olhe pra você.
    Seja você.
    Dispa-se das neuroses.
    Perceba-se nua, de verdade, única.
    #go(sempre)DIVAS
    (ps.: FOTO DE ESPELHO – DE MIM, COMO ME VEJO @julemes)

  • Experiência ou Títulos

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    Aconteceu agora aqui na clínica.

    Recebemos o CV de uma colega. E posso dizer uma coisa: EU FIQUEI COM VERGONHA DO MEU! Graduação em uma Instituição de ensino de PONTA, Especializações, Residências em centros de Referência Mundial, trabalho e mais trabalhos publicados, inúmeros Congressos , cursos extra curriculares e participação em comissões organizadoras.

    Se ela entra aqui na clínica, EU VOU EMBORA!

    Mas uma coisa eu reparei: não há nenhuma menção tipo: “Clínica Geral no lugar tal”, “Endodontista na clínica tal”, “Consultório Privado, atuando como qualquer coisa”…

    E aí?

    Fiquei pensando comigo que ela é uma excelente dentista. Mas é de sala de aula! Não criticando, longe disso. Mas ela não tem aquilo que é mais precioso na prática de qualquer atividade profissional: EXPERIÊNCIA.

    Não interessa de qual Universidade você veio, quantos cursos de especialização você fez, se você não sentou no mocho e colocou em prática tudo aquilo que os livros te ensinaram.

    Ela nunca teve a sensação de, ao examinar um paciente, se perguntar: “PUTS, O QUE EU FAÇO COM ESSES DENTES?”

    Não sou a favor de mestrados, doutorados e até mesmo de especializações assim que saímos da faculdade. Acho de extrema importância a vivência clínica, o dia a dia e a certeza das suas aptidões, habilidades e da resposta que você tem dos seus pacientes.

    Os pacientes são o termômetro que você precisa pra saber se tudo que você estudou, se todas as madrugadas perdidas por conta de provas valeram a pena.

    São aquelas 8 horas diárias, ou mais, que fazem de você um bom profissional, pois são as inúmeras BOCAS que aparecem que te dão a certeza de que você sabe o que está fazendo.

    Esse ano farei 5 anos de formada. Ainda não fiz uma pós. Mas invisto em livros e aplico aquilo tudo nas minhas quase 12h de jornada por dia.

    E sabe de uma coisa? Minhas restaurações são lindas, minhas cirurgias são rápidas e bem feitas e meus clareamentos… aaaahhhhhhh! BRILHAM! E eu, mesmo sem título, ensino colegas minhas, debato sobre materiais, ensino colegas no MSN.

    Porque eu AMO a Odontologia. E isso vale mais que qualquer pós graduação!

  • Juliana (Ju) Lemes – C’est moi

    Juliana (Ju) Lemes – C’est moi

    Mulher, heterossexual, ariana (ou arietina), atualmente com 28 anos.

    Loira, alta, olhos verdes, um pouco acima do peso (descendo), 6 tatuagens, praticante de natação.

    MSN, Twitter, Facebook e Orkut.

    Fotos, câmeras, editores, imagens, registro, beleza.

    MAC, Clinique, Bourjois, Prada, Tom Ford, Michael Kors.

    Bolsa, sapato, sapato, sapato e mais sapato.

    Kenzo, Calvin Klein, Issey Miyake, Bvlgari e Chanel.

    De sorriso, gargalhada, de piadas, de sinceridade, transparência e do bem.

    De palavras, pensamentos, textos, frases e desabafos.

    Deus, família, amor e amigos.

    DENTISTA, RESINAS, CLAREAMENTOS, ESTÉTICA.

    UNESP, São José dos Campos #LOKO! Sonho da minha vida.

    C’est moi! Diva… #goDIVA