Autor: Juliana Lemes

  • Justiça proíbe Odonto UEM de usar animais em pesquisas

    Justiça proíbe Odonto UEM de usar animais em pesquisas

    O departamento de Odontologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, foi proibido de utilizar animais em experimentos.

    A decisão é do juiz Fabiano Rodrigo de Souza, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Maringá, e foi publicada nesta quinta-feira (9). A UEM ainda não comentou o assunto.

    A sentença atende uma ação proposta pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), em 2011, que afirmava que os animais era tratados sem o devido cuidado. O MP-PR denunciou que cães – a maioria da raça beagle – eram submetidos a experimentos dolorosos e eram mantidos em ambientes inadequados. Conforme os autos, as pesquisas com cães do Departamento de Odontologia começaram na década de 1980.

    A UEM fica obrigada, conforme a sentença, a “abster-se, por seu departamento de Odontologia, de utilizar cães ou quaisquer outros animais em procedimentos experimentais que lhes causem lesões físicas, dor, sofrimento ou morte, ainda que anestesiados, bem como de criar cães de qualquer raça ou sem raça identificada ou de apanhá-los e mantê-los com a sua liberdade cerceada em seu biotério central, sem que haja respeito e cuidados especiais aos animais”.

    Pena de R$ 1 mil por dia

    A pena é de R$ 1 mil por dia de descumprimento da decisão.

    Uma liminar da 1ª Vara da Fazenda Pública, na mesma ação, já impedia a universidade de utilizar cães nas pesquisas odontológicas.

    De acordo com o juiz, na sentença, “as pesquisas científicas em questão, além de não terem se mostrado adequadas, porque envolveram maus-tratos dos animais a elas submetidas”, também não tiveram “comprovação que a aplicação de suas conclusões em humanos apresente os mesmos efeitos do que nos cães”.

    Outra condenação

    O uso de cães em pesquisas resultou em uma multa de R$ 10 mil à UEM em setembro de 2019, aplicada pelo Conselho Nacional de Experimentação Animal (Concea), do Ministério da Ciência e Tecnologia.

    A situação de maus-tratos dos animais foi denunciada pelo Ministério Público do Paraná por meio de um abaixo-assinado com 6 mil assinaturas.


  • Sobre Obesidade, #SAIDOMOCHO e Maratona Aquática

    Sobre Obesidade, #SAIDOMOCHO e Maratona Aquática

    Nunca fui magra. Não tenho essa imagem de infância na minha mente.

    Para minha mãe, saudável era o bebê gordinho, que comia bem e de tudo! Hoje eu rio disso, mas entendi que comer bem não é sinônimo de comer muito. Embora gorda, nunca fui sedentária! Cresci na piscina, fazia musculação, caminhadas e alongamento!

    Fui obesa por muitos anos, sofri muita discriminação, mas consegui vencer.

    Depois de muitas tentativas de emagrecer, com tratamentos médicos e uso de medicamentos controlados, decidi em 2012 pela Gastroplastia (Redução de Estômago). A técnica escolhida foi a Sleeve (Gastrectomia Vertical) e durante meu preparo e pós-operatório escrevi aqui no blog uma coluna chamada Diário de uma quase Ex-(gor)DIVA para compartilhar minha ansiedade, informações e atualizar os seguidores em relação a minha “transformação”.

    Quase 5 anos depois de operar, o saldo é positivo. Com algumas oscilações, mas positivo: emagreci 60 kg, tive um reganho de 13 kg, estou em tratamento para eliminar esse reganho e voltei pra natação!

    Meu médico, Dr. Flávio Garani, e a clínica que me acompanha, Dra. Andréa Moraes, sempre deixaram claro que a redução de estômago é um processo coadjuvante de emagrecimento! Coadjuvante porque depende da mudança do estilo de vida e alimentar do paciente, já que o procedimento não assegura manutenção de peso para o resto da vida.

    Depois de operada eu fiz um trabalho grande com educadores físicos e nutricionistas desportivos! Tomei minhas vitaminas, suplementos alimentares, deixei de ingerir bebida alcoólica e gaseificada, reduzi açúcares e tudo que era necessário para complementar a cirurgia.

    Mas, como o passar do tempo eu voltei a beber cerveja, vinho e a escapar da dieta. E o resultado é visível. Eu ganhei peso (o que é frustrante para quem se arriscou numa mesa de cirurgia para emagrecer).

    Hoje eu continuo em acompanhamento com uma nutricionista e prático de exercícios físicos!

    A conscientização da importância do esporte é essencial para a nossa saúde geral. Como Dentista, me preocupo muito com a qualidade do meu trabalho e de como eu chego a minha casa diariamente. Por isso optei por retornar para a Natação, especialmente depois da motivação que tive com o Desafio #SAIDOMOCHO, um projeto do Blog OdontoDivas em parceria com a Kavo Kerr, que vocês puderam ver no CIOSP 2017 e nas postagens que fizemos aqui durante esses meses!

    Eu só digo uma coisa: ontem eu vi o retorno de todo o meu empenho nesses meses de treino com a equipe do “Resende Águas Abertas”!

    Uma equipe de 75 atletas se inscreveu para a segunda etapa do Circuito MASF – Maratona Aquática Sem Fronteiras, que aconteceu domingo, dia 21 de Maio, na Praia da Biscaia em Angra dos Reis/RJ.


    Apesar de eu já ter feito treinos fortes há anos para travessias, nunca tinha participado de uma! Ontem foi minha estreia. Contei com a ajuda do atleta Artur Pedrosa, grande nome da natação em mar aberto e orgulho de Resende! Esse é o atleta que traz pra Resende as medalhas de ouro em competições como XTerra, 14Bis, Rei e Rainha do Mar, dentre muitas outras! Ter o Artur ao meu lado, me motivando, orientando e tranquilizando me ajudou muito a completar o percurso de 1 km, na categoria 35-40 anos!

    Minha ansiedade era imensa e eu achei que não fosse conseguir passar da primeira boia do percurso, pois eu não conseguia respirar. Lembro que Artur me dizia pra alongar a braçada e respirar calmamente, soltando todo o ar em baixo d’água até eu pegar o ritmo da prova. E foi assim, me acalmando, que fui me orientando rumo a segunda boia! O nado foi fluindo, o braço pesando e, a cada competidor que eu passava (homens e mulheres) me sentia orgulhosa do meu trabalho e do trabalho da Mirela Salomon, a técnica que me treina durante a semana!

    Já perto da linha de chegada, eu podia ouvir meus colegas do grupo RAA gritarem meu nome e torcerem por mim! Aí meu coração quase explodiu de novo! Cruzei a linha de chegada muito satisfeita e orgulhosa de mim mesma por ter superado meu primeiro desafio!

    Pra completar, tive a feliz notícia de que eu tinha conseguido classificação na minha categoria e que eu levaria pra casa a medalha de prata pelo 2° lugar na prova de velocidade! Para minha primeira vez no mar, eu não cabia em mim de tanta felicidade!


    Com isso, minha medalha e a de outros atletas contribuiu para que minha cidade, Resende, ficasse em 2° lugar na classificação geral de grupos e pela primeira vez nós pontuamos em todas as categorias, nas provas de Elite (2 km), Velocidade (1 km) e Sprint (500m)! Consegue imaginar a alegria?

    Não pretendo parar! A próxima etapa do Circuito MASF será dia 25/06!

    O próximo passo? A roupa de tubarão pra não congelar rsrsrsrs!

    #SAIDOMOCHO e invista na sua saúde, desafie seu corpo, faça sempre algo que descarregue muita adrenalina no seu corpo! Vale muito a pena! Não só para o corpo, mas pra mente!


  • HPV aumenta risco de câncer de boca e garganta em jovens

    HPV aumenta risco de câncer de boca e garganta em jovens

    Se há vinte anos os registros de câncer de boca e garganta eram quase que exclusivamente entre pessoas acima dos 50 anos, atualmente um dado chama a atenção dos oncologistas: cada vez mais jovens – adultos até 40 anos – têm apresentados tumores malignos nessas partes do corpo. “A média etária de pessoas com câncer nessas áreas tem caído. Hoje em dia, atinge cerca de 30 a 40% de pessoas que não são tabagistas nem etilistas, e são mais jovens”, afirma o oncologista Luiz Paulo Kowalski, Diretor do Núcleo de Cabeça e Pescoço do Hospital A. C. Camargo.

    De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), os cânceres de cavidade oral e orofaríngeo estão entre os dez tipos de maior incidência em homens brasileiros. E, mesmo que o cigarro e o álcool ainda sejam suas principais causas, eles costumam exigir uma exposição prolongada para o desenvolvimento de um tumor – entre 15 e 30 anos de consumo. Por isso, um outro fator de risco tem sido considerado pelos pesquisadores: o papilloma vírus, popularmente conhecido como HPV, que tem a capacidade de desenvolver um câncer em menos tempo.

    “Com a queda do consumo do tabaco, esperávamos diminuir a incidência e a mortalidade do câncer, mas houve uma mudança de perfil. Está caindo o número de cânceres relacionados ao tabaco, devido às campanhas de controle, mas estão aumentando os casos relacionados ao HPV”. Pesquisadores apontam que, até 2030, o número de casos relacionados ao vírus deve superar os casos ligados ao tabaco nos Estados Unidos.

    Um estudo atual, feito com orientação da bióloga e geneticista do A.C. Camargo e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Sílvia Regina Rogatto, aponta que em casos de câncer de amídala a incidência do HPV cresceu de 25%, registrados há 20 anos, para 80%. Em uma outra pesquisa, comandada por Kowalski, os médicos detectaram que 32% dos casos de câncer de boca em jovens adultos eram em portadores do vírus. Em pacientes acima de 50 anos, a presença do vírus foi detectada em apenas 8%.

    Contaminação pelo HPV

    O estudo feito por Silvia e sua equipe em pacientes do A. C. Camargo, na capital paulista, e no Hospital do Câncer de Barretos, no interior do Estado, descobriu que 80% dos pacientes da capital são positivos para a presença do vírus enquanto os voluntários de Barretos correspondem a 15%. .

    “A presença em grandes capitais é mais evidente, pois os hábitos costumam ser um pouco diferentes”, analisa Kowalski. Mas não se deve relacionar a transmissão exclusivamente à atividade sexual, apesar do sexo oral desprotegido ser um dos fatores principais de contaminação. “O vírus pode ser transmitido por saliva, com um beijo na boca, por exemplo. Antigamente não era educado beber no copo de ninguém, hoje já é uma coisa normal”.

    Estima-se que entre 25% e 50% das mulheres e 50% dos homens  estejam infectados pelo HPV em todo mundo. Mas a maioria das infecções é transitória, sendo combatida espontaneamente pelo sistema imune. De acordo com pesquisas feitas entre homens norte-americanos, mexicanos e brasileiros, ao menos 2% da população adulta tem o vírus HPV e não apresenta nenhum sintoma.

    Sintomas

    Existem papilomas que são como verrugas que podem aparecer na garganta ou na boca. Quem apresenta alguma ferida deve observar se ela está demorando a cicatrizar. Porém, mesmo quando o tumor maligno já se desenvolveu, pode não haver lesão visível. Em outros casos, pessoas que tiveram infecção podem não ter anticorpos elevados também. “A infecção pode ser silenciosa”, conta o médico.

    No geral, cânceres de boca e garganta podem apresentar os seguintes sintomas: dor constante, nódulo, dificuldade para mastigar, rouquidão, dor na língua e mau hálito persistente. “Quanto mais precoce o diagnóstico, melhor, pois o tratamento não é tão agressivo e as chances de recuperação são maiores. Uma lesão que durar mais de 15 dias é porque tem algo errado”.

    Os tumores ligados ao HPV tem uma taxa de cura maior do que os associados a tabaco e ao álcool. “Eles respondem melhor ao tratamento, tanto com cirurgia, que geralmente é seguido de radioterapia, quanto na associação de radioterapia e quimioterapia”.

    Prevenção

    A vacinação é a melhor forma de se prevenir. “Ela dá imunização fazendo as três doses e é fundamental que se inicie uma campanha para vacinar todo mundo, principalmente meninos e meninas antes de iniciarem a vida sexual.  Nós precisamos começar a trabalhar agora para ter efeito daqui a 15 ou 20 anos”, diz o oncologista.

    Autoexame bucal

    Outras formas de prevenção são: sexo seguro, se alimentar bem, não fumar, não beber, boa higiene bucal e evitar traumatismos. “Um terço dos casos de câncer poderiam ser evitados se houvesse alimentação adequada e a prática de atividades físicas”, explica o nutricionista Fábio Gomes da Silva, da Unidade Técnica de Alimentação, Nutrição e Câncer do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Verduras e frutas, especialmente as cítricas, são protetoras. “A alimentação corresponde de 20 a 30% na prevenção”.

    Fazer o auto-exame da boca com frequência também é importante. Analise a mucosa na bochecha, abaixo da língua, acima, e observe se há manchas avermelhadas e esbranquiçadas e/ou pequenos nódulos.

    Leia também: A relação entre o HPV e o câncer de boca no Blog Medo de Dentista

    Via Estadão


  • Mente forte, corpo forte!

    Mente forte, corpo forte!

    Sim, uma coisa está relacionada com a outra.

    A saúde começa pela cabeça da gente, tanto que de acordo com a OMS, “Saúde é um completo bem-estar físico, MENTAL e social e não somente a ausência de afecções e enfermidades”.

    Quando estamos com nosso psicológico em dia, nosso físico responde a nosso favor e vice-versa, o que vem comprovar aquela teoria de “saúde integral”.

    O nosso dia-a-dia é repleto de afazeres (e eu puxo um pouco a brasa para a sardinha das mulheres, que tem acúmulo de funções da profissão e afazeres domésticos, constituindo terceiras e quartas jornadas de trabalho) e precisamos, em meio a tantas obrigações, tirar um momento do nosso dia PARA FAZERMOS AS COISAS QUE GOSTAMOS! Ouvir música, meditar, passear com o cachorro, ler, enfim! vale qualquer coisa para distrair a mente das ações repetitivas e stress comumente vivenciados.

    Desde o nosso nascimento, passamos por processos de socialização, sendo este processo contínuo e que termina somente quando morremos e nosso cérebro pára de funcionar.

    A socialização nos obriga a nos adaptarmos às novas realidades que nos cercam e, assim, desenvolvermos nossa personalidade, sendo de extrema importância para a formação do indivíduo.

    Além de fazer algo que a gente gosta, precisamos dar o devido valor às relações interpessoais. O mundo moderno trouxe inúmeros benefícios, mas temos como ponto negativo o fato de as pessoas, cada dia mais, se isolarem umas das outras. Perceba: estamos olhando no celular quando estamos nos restaurantes, academia, andando na rua… E isso não é bom, acredite!

    Precisamos, urgentemente, resgatar o hábito de conversar com outras pessoas! Isso é importante, também, para aumentar nossa influência e network. Bater papo com amigos e conhecer novas pessoas que não são da sua área faz com que nossa cabeça funcione melhor, contribuindo para manter nossos sentidos alertas, melhorar nossa capacidade de memorização e aprendizagem e alívio do stress, que se manifesta de diversas maneiras no nosso organismo: pressão alta, tensão muscular, dores de cabeça, dentre outros. Além do mais, não podemos desconsiderar o fato de que estamos envelhecendo e que a socialização contribui, significativamente, para prevenir doenças neurodegenerativas, pois a “rotina” está associada a diversas complicações.

    Portanto, precisamos colocar na nossa agenda aqueles compromissos básicos: café com as amigas, cinema com os filhos, happy hour com o pessoal da academia, futebol dos meninos! E incentivar as pessoas que nos cercam a conviverem no mundo real!

    Desliguem os celulares. Saiam de casa! Interajam uns com os outros.

    Lembrem-se que toda essa tecnologia que usufruirmos foram criadas por pessoas de carne e osso!


  • Sobre Seguros e Previdência

    Sobre Seguros e Previdência

    Aquela frase “O seguro morreu de velho” é séria. Muitos acham que fazer seguro é uma besteira, dinheiro jogado fora.

    Mas na hora do aperto é que percebemos a importância de ter algo que assegure nosso “recomeço”.

    Imagina você, Colega, sofrer um acidente e precisar se afastar das suas atividades profissionais. Quem ou o quê vai auxiliar você com as perdas financeiras por esses dias de afastamento?

    Sua clínica é assaltada. Quem vai ajudar você a recomeçar?

    E em relação a nossa aposentadoria? Somos autônomos, não podemos esquecer! Como complementar nossa renda futura?

    Para isso eu convidei o Sr. Pedro Rodrigues, Corretor de Seguros, para falar sobre os produtos que temos disponíveis para nos ajudar nos momentos de imprevistos.

    POR QUE CONTRATAR SEGURO DE VIDA?

    Esse é um seguro necessário para quem quer garantir tranquilidade para si e para familiares em caso de morte natural ou acidental e também proporciona coberturas adicionais que podem ser reclamadas ainda em vida.

    Invalidez parcial ou total, diárias por incapacidade temporária e diagnóstico de doenças graves(um câncer) permitem que o segurado receba o valor contratado.

    Um acidente qualquer pode causar invalidez e disso poderá advir um processo doloroso e custoso de recuperação, readaptação da residência, além da incapacidade para o trabalho.

    A Incapacidade temporária: Profissionais liberais, que por motivos de saúde precisem ficar afastados das suas atividades, podem contratar a cobertura de Diárias por Incapacidade Temporária. Se contratada essa cobertura adicional, após dez dias afastado por doença, ou sete/quinze dias em caso de acidente, pode-se receber diárias por até 365 dias.

    Diagnóstico de doenças graves: Cobre situações de saúde como infarto, AVC, transplante de órgãos e câncer. Se a pessoa tiver diagnóstico de uma dessas doenças, recebe intergralmente a importância contratada. O montante pago em caso de doença grave não é deduzido do valor prinicipal contratado para morte.

    Antecipação especial por doença incurável: Nos quadros definidos como irreversíveis pode-se antecipar 50% da cobertura básica de morte.

    Invalidez parcial ou temporária: A invalidez por acidente pode ser parcial ou total. Pode-se acidentalmente perder a visão dos dois olhos, o que caracteriza invalidez total, mas pode-se perder uma parte de um dedo, da mão, da perna, casos de invalidez parcial.

    Acidentes pessoais e despesas médico-hospitalares e/ou odontológicas: Caso o segurado sofra um acidente e precise ser hospitalizado ou passar por procedimentos médicos, a seguradora reembolsa seus gastos. É indicado especialmente para quem não tem ou que tenha um seguro de saúde mais restrito.

    PREVIDÊNCIA PRIVADA

    A alternativa à insegurança da Previdência Social após as novas regras.

    Apesar de discutidas há décadas, surpreenderam as mudanças nas regras propostas pelo governo Federal para aposentadoria. O tempo mínimo de contribuição passou a ser de 35 anos para homens e 30 para mulheres, e a idade mínima para receber o benefício nas regiões urbanas é de 65 anos para homens e de 60 para mulheres, desde que tenham contribuído ao menos por 25 anos.

    As novidades não afetam quem já se aposentou ou quem completou os requisitos para se aposentar, mas já preocupam quem está perto disso, que terá de submeter-se a regras de transição, como contribuir 50% a mais do tempo que precisaria antes das mudanças.

    Essa insegurança se reflete nos números das aposentadorias privadas. No primeiro semestre de 2016 as contribuições para panos de previdência complementar aumentaram 13%, acumulando mais de R$ 52bilhões. Até junho, apenas 12,5 milhões de pessoas tinham planos contratados, segundo a FenaPrevi.

    As diferenças são evidentes.Pelas novas regras, homens que queiram receber aposentadoria de R$ 5.189,82 a partir de 65 anos, teto atual da Previdência Social, terão que contribuir por 49 anos. O teto do recolhimento é de R$ 570,88. Já na Previdência Privada o valor da contribuição pelo mesmo período e para receber o mesmo valor a contribuição pelo mesmo prazo seria de R$ 355,00 mensais.

    É importante ainda saber que a Previdência Privada tem duas modalidades: os planos PGBL e VGBL. A diferença está na tributação dos lançamentos e vantagens do Imposto de Renda. No primeiro a tributação é sobre o valor total do resgate, mas conta com o benefício de deduzir do imposto até 12% da renda bruta anual, desde que o contribuinte faça a declaração completa. No segundo a tributação é apenas sobre o rendimento sobre o total investido, opção para quem faz a declaração simplificada ou é isento do I.R.

     

    Se quiser obter mais informações sobre seguros (de vida, residenciais, automóveis, etc) e previdência, entre em contato com a Tecniseg Seguros. A empresa atua no mercado há mais de 30 anos, fica em São Paulo e presta serviços para todo o Brasil.

    (11) 2605-0533


  • Odontologia em Tempos de Crise e a Importância do Marketing

    Odontologia em Tempos de Crise e a Importância do Marketing

    A crise econômica no Brasil mudou os padrões de consumo da população. O aumento dos preços dos produtos resulta numa seleção, por parte dos consumidores, entre básico e supérfluo. E, quase sempre, a Odontologia não entra na categoria das prioridades.

    Mas o que fazer para driblar as dificuldades em tempos de recessão?
    Momentos de crise são divisores de águas e nos forçam a rever conceitos e modificar a maneira com que nos relacionamos com nossos clientes e, principalmente, no modo como nós nos relacionamos com o dinheiro.


    Em época de crise, atender bem o cliente é importante, tanto para a fidelização dos pacientes antigos quanto para a captação de novos. Para isso, as ferramentas de marketing se tornam indispensáveis para o aumento da visibilidade do seu negócio.

    Ao falar de Marketing abrangemos desde a relação da nossa equipe com nosso cliente, nossa apresentação pessoal, investimento em divulgação e adequação às necessidades econômicas daqueles que procuram pelo nosso serviço.

    É muito importante que nossos colaboradores “falem a mesma língua”. O acolhimento do paciente, a informação clara e a simpatia são importantes no dia-a-dia do consultório. Saber recepcionar e entender as expectativas dos clientes é o primeiro passo para a fidelização. A boa apresentação da equipe também diz muito sobre a qualidade dos serviços prestados pela sua empresa.

    Uma boa infraestrutura também se faz necessária. Sabemos que não é o momento de gastar dinheiro sem necessidade, mas procurar manter as instalações em bom estado agrada aqueles que confiam no nosso trabalho. Detalhes que fazem a diferença: banheiros limpos, ambiente climatizado, consultórios aconchegantes, música e Wi-fi disponível para os usuários, por exemplo, são atrativos. Agradar nossos clientes é muito importante também. Mesmo em crise, procure investir parte do seu rendimento em materiais personalizados: kits de higiene, por exemplo, são ótimos “mimos” e os pacientes se sentem importantes e bem quistos no seu consultório. Evidenciar a sua marca faz com que você seja lembrado!

    Atualização profissional e aquisição de bons materiais reflete, diretamente, no sucesso dos seus tratamentos. Produtos de qualidade são sinônimos de menor repetição de trabalhos e, com isso, economia de tempo e dinheiro. O comércio online permite que pesquisemos diversas empresas para que possamos fazer nossas compras com boas condições de pagamento e preços.

    Em época de dinheiro escasso é fundamental que nossa empresa seja vista. Para isso, é indispensável o investimento em Marketing, em especial o digital. Não podemos desconsiderar a realidade do Brasil, onde mais da metade da população possui acesso à Internet e que a maior parte desses acessos é por meio de dispositivos móveis. O que se entende disso? Seus clientes estão na Internet e as consultas estão a um clique de serem agendadas. Muitas plataformas permitem a divulgação do seu escritório e do seu trabalho sem que, necessariamente, você gaste algum dinheiro com isso. Muitos serviços são gratuitos e contribuem para a divulgação do seu espaço. Investir no marketing por meio de redes sociais significa modernidade e é bem visto pelos pacientes, principalmente pela agilidade na comunicação que a Internet permite.

    O bom de momentos assim é que nós amadurecemos e entendemos a dinâmica de mercado. Toda mudança é precedida de uma crise, portanto tenha fé e calma! As coisas vão melhorar!


  • Você Conhece Seus Clientes?

    Você Conhece Seus Clientes?

    Depois de ler todos (sim, TODOS) os comentários postados no vídeo sobre “Dentista não trabalha de graça” na página Odontodiva da Depressão, no Facebook, em 25/01/16, pude perceber como a realidade do dentista é desconhecida pela maioria da população e, também, como muitos colegas driblam as dificuldades do dia a dia, se adequando à realidade da população que ele atende.

    Muitos comentários rudes, muitos xingamentos, enfim, teve de tudo naquele tópico.

    Há inúmeras publicações que justificam, legalmente, o motivo pelo qual o Dentista deve cobrar consulta. Há uma norma no nosso código de ética profissional, aquele que rege nossas atividades e nossa conduta perante pacientes e colegas, que diz que não podemos oferecer tratamento gratuito. Porém, o que se vê são as justificativas dos clientes, usando o Código de Defesa do Consumidor, que diz que é “ilegal” cobrarmos para fazer um “orçamento”.

    cliente2

    Essa palavra “orçamento” deveria, a meu ver, ser abolida da prática odontológica diária, porque é ela que faz com que nosso CEO vá por água abaixo quando o cliente reclama seus direitos como alguém que está adquirindo um produto.

    Sabemos que no Brasil poucos são os que têm acesso aos tratamentos odontológicos, que é obrigação do Estado oferecer tratamento de saúde a todo cidadão brasileiro e que, mesmo diante de tudo que a lei orgânica do SUS preconiza, pouquíssimo é feito (e isso em nada tem a ver com a boa ou má qualificação de profissionais, mas com problemas de gestão, desvios de verbas e sucateamento do serviço público de saúde no Brasil).

    Lendo os comentários, percebi que o mais importante é explicar o motivo que nos leva a cobrar a consulta. Tais justificativas vão além de “tenho contas pra pagar”, “eu gasto luva”, “eu estudei”. O cliente não quer saber. Ele entende que para estarmos ali tem um custo, mas isso não importa. Na verdade o cliente quer que nós, Dentistas, saibamos “seduzi-lo“.

    Em se tratando de diversas realidades, nós temos que estabelecer um padrão de atendimento. E só conseguiremos estabelecer esse padrão quando soubermos quem estamos atendendo, quando conhecermos o perfil e as expectativas dos clientes que nos procurarem.

    Você conhece a renda per capita da população do seu município? Sabe quantos habitantes são? Se a maioria da população é de operários, de agricultores? Você sabe se a água de abastecimento é fluoretada? Sabe o que o paciente espera de você, dentista, quando entra no seu consultório? E, acima de tudo, você sabe exatamente o que ele foi procurar ali no seu local de trabalho? Dentes brancos ou alinhados? Fazer com que o dente pare de doer, ou melhorar o hálito?

    Fonte: Linked In
    Fonte: Linked In

    Muitos de nós desconhecemos quem são as pessoas que nos procuram e, por isso, acho que houve aquele fuá todo nos comentários do vídeo.

    As pessoas se sentiram obrigadas a pagar por algo que, até então não era cobrado, e não sabem o que ganharão com isso. Vocês conseguem entender? Mais ou menos como aconteceu conosco no início de 2015, quando o governo decidiu aumentar a tarifa da conta de luz. Todos nós demos xilique, mas todos nós sabíamos o real motivo? Todos nós nos sentimos lesados como consumidores. E eu, de certa forma, não acho que os leigos que assistiram ao meu vídeo estejam errados. Para eles eu sou mais uma querendo “ganhar dinheiro fácil”.

    Muitos comentários me magoaram, outros me causaram crises de risos. Muitos me fizeram questionar se vale a pena dar a cara pra bater em prol de uma Odontologia de qualidade. Chorei também. Admito que meu “vocabulário” pode ter ofendido, enfim. Eu refleti bastante.

    Neste texto, além de um desabafo, eu deixo a questão aos pacientes: “O que eu gostaria que tivesse no consultório que justifique o pagamento da consulta”.

    Também deixo aos colegas uma pergunta: “A avaliação clínica que eu faço merece ser cobrada?”

    Cada qual com a sua consciência, mas com um único objetivo: melhorar a qualidade do serviço prestado na rede privada.

    Porque “de graça” por de “graça” o SUS está aí. Aos trancos e barrancos, mas está. (E o pulso, ainda pulsa…)


  • Sobre a relação BLOGS e Empresas

    Sobre a relação BLOGS e Empresas

    social media

    Creio que não haja um texto específico, em um blog Odontológico, sobre o que é e qual a finalidade de um blog.

    De acordo com o Wikipédia, são sites cuja estrutura permite atualizações diárias (os chamados posts) que ficam organizadas de forma cronológica inversa (dos mais recentes aos mais antigos) e que abrangem um determinado assunto, destinado a um público alvo.

    Odontologicamente falando, existimos nas redes sociais para transmitirmos conhecimento, debatermos temas na nossa área, divulgarmos ações e firmarmos parcerias com empresas do segmento através de publicações patrocinadas. Em outras palavras, são parcerias firmadas com a finalidade de favorecer ambas as partes.

    Nesse ponto começamos o meu texto. Vamos exemplificar com um segmento que cresce muito atualmente: Blogs de Moda.

    Inúmeras são as empresas que pagam uma grande quantia em dinheiro para ter sua marca aparecendo num banner, por exemplo, num blog de moda. Muitas empresas bancam o vestuário de meninas para que sua marca apareça nas redes sociais. Grandes marcas pagam para terem um texto próprio num blog de moda. Em outras palavras: meninas estão ganhando a vida vivendo do marketing que fazem sobre determinado produto. Ser blogueiro virou um trabalho, que paga as contas no final do mês e essa tendência cresce exponencialmente, graças à velocidade de transmissão de informação e ao crescimento das vendas online.

    Minha dúvida é: Por que, no segmento Odontológico, as empresas do ramo acham que estão fazendo favor aos blogs ao quererem anunciar seus produtos/serviços em nossas páginas?

    parceria

    Pensa comigo: Nós possuímos um site. Atualizamos esse site. Utilizamos diversas mídias sociais para expor nosso trabalho. Possuímos conhecimento técnico-científico sobre os assuntos postados. Temos vivência clínica para falar sobre Odontologia. UTILIZAMOS (sim, em caixa alta) inúmeros produtos no consultório.

    Por que as empresas acham que investir nos blogs é duvidoso? Ou, se investem, por que pensam que uma seringa de ácido, por exemplo, irá pagar o mês de um banner piscando no topo da barra lateral do nosso site?

    Sendo um trabalho, qualquer interessado em ter sua marca divulgada precisa SIM investir uma quantia para aparecer em sites especializados. E, sendo um trabalho, nós blogueiros temos que receber pelas postagens, pelas hashtags nas fotos, pela logomarca que estamos, direta ou indiretamente, mostrando nos vídeos.

    O que não dá mais é o fato de acharem que nós estamos “mendigando” produtos ou topando qualquer negócio para ter o nome da marca X conosco. No serviço de hospedagem do site, o pagamento não é feito com seringas de ácidos, ou camaradagem. É em dinheiro.

    Não é bem assim, queridão. Nós, blogueiros, merecemos respeito.


  • Tratamento VIP

    Tratamento VIP

    Basta ter uma conta no Instragram, seguir alguns colegas de profissão para ter a certeza de que há muitas celebridades no mundo odontológico.

    tapete vermelho

    Eu acho o máximo perceber, por meio de fotografias, o empenho, o investimento e a tecnologia aplicada à saúde bucal.

    Mas em meio a tantos SPAs Odontológicos fica a questão: tanto glamour não torna o tratamento odontológico impessoal?

    O que me impressiona, na maioria dos casos que vejo, é a repetição de trabalhos. Já discutimos que, atualmente, a exigência estética nos levou a uma padronização da beleza. Por isso eu falo em “produção dental em série”. A grande maioria dos casos que vejo se trata de laminados cerâmicos, que deixam o sorriso de todo e qualquer paciente igual ao do ator Otaviano Costa! Eu percebo que são todos do mesmo tamanho, no mesmo branco (brancão), mesma anatomia, mesmo em se tratando de pacientes diferentes.

    Chega a ser curioso acompanhar o trabalho de alguns colegas.

    Não estou dizendo que o trabalho é ruim. Muito pelo contrário: são trabalhos extremamente bem executados, de alto padrão estético, cujos materiais são de qualidade inquestionável. Mas, será que o paciente se sente “mais um paciente” ou “O” paciente do Dr. Fulano?

    A começar pelas estruturas físicas, com segurança, sala de massagem, lounge dentre outras coisas, o preço é um fator a se levar em conta. Obviamente que não se pode manter uma empresa de alto padrão com trabalhos “baratos”. Mas eu penso que tudo isso torna a Odontologia ainda mais comercial.

    Creio eu que grandes trabalhos não são aqueles cujas quantidades de likes chegam aos 3 dígitos ou mais.

    Acredito que, nos tempos de hoje, o profissional que se destaca é o que consegue atender às expectativas do paciente com um trabalho individualizado e que valorize as relações entre as pessoas. Aquela coisa de “Dentista da Família” sabe?

    Em meio a tantas cerâmicas, muitas vezes me sinto dentro de uma loja de material de construção.

    Que a Odontologia não venha a ser uma continuação do filme “Tempos Modernos”.

    charles


  • Ela Voltou…

    Ela Voltou…

    Há uns meses foi noticiado que uma colega Dentista, Marina Stresser de Oliveira, tinha sido presa por vender drogas dentro de seu consultório odontológico, em Curitiba – PR. (Tudo bem que a situação do país tá complicada, mas você pegou pesado né Amigue?)

    Marina Stresser

    De acordo com a polícia, o consultório de Marina era ponto de venda de drogas e armas e, quando ela foi detida, sua declaração teve muita repercussão: “Agenda só ano que vem” (eu ri, podem me julgar).

    Após 8 meses de detenção, Marina responderá o processo em liberdade, sendo monitorada (como no BBB, #SQN) por meio de tornozeleira eletrônica.

    A colega terminou o relacionamento com o marido e diz que se arrepende de ter “amar uma pessoa envolvida com o crime”.

    Ela retomou seu atendimento no consultório.

    Muitos colegas se perguntam qual seria a atuação do Conselho Regional de Odontologia em relação ao fato dela ter usado o consultório odontológico para traficar drogas e vender armas.

    Eu, sinceramente, não sei a resposta. Acredito que seja algo como pecar dentro da Igreja, mas não sei se o Conselho pode impedi-la de trabalhar por isso.

    Eu, Juliana, penso que ela pagou (está pagando) pelas escolhas que fez, respondendo um processo na justiça. Porém acho que ela, assim como qualquer outro ex-presidiário, tem o direito de ser reinserida no mercado de trabalho.

    Acredito que a maior dificuldade dela agora seja em relação à confiança dos pacientes e imagem do consultório dela. Mas, sorte dela ou não, brasileiro tem fama de ter memória curta né?

    Só o tempo pra dizer como será…