Em 2015 o Curso de Odontologia da Faculdade de São José dos Campos, UNESP, completa 55 anos!
Durante esses anos foram formados mais de 2500 dentistas, espalhados pelo país inteiro, que carregam consigo uma Odontologia de qualidade, reconhecida no mundo todo.
Para comemorar a UNESP realizará o VII CEAJO – Congresso de Ex-Alunos e Jornada Odontológica, mas com a intenção de estender o evendo para o 1° Odonto Meeting, um grande encontro cinentífico-social, onde alunos e ex-alunos poderão interagir, rever professores e colegas, conhecer as novas instalações da Universidade e relembrar o tempo maravilhoso da graduação!
O evento acontecerá nos dias 21 a 24 de Outubro e você pode obter mais informações clicando AQUI!
Cursos de qualidade para atualização profissional e reencontro dos alunos da UNESP! Tenho certeza que será um sucesso!
Muito tem se falado a respeito de produtos orgânicos, funcionais, zero isso e zero aquilo. A população tem se conscientizado (ou até mesmo entrado numa neurose resultante do excesso de informação disponível nas mídias) a respeito de um estilo de vida saudável.
Ok. Bacana. Legal.
Mas e quando a moda “natureba” confronta a ciência e compromete a saúde do indivíduo?
Semana passada foi uma semana de “tretas”. Bela Gil, chefe de cozinha natural e apresentadora de um programa de culinária, postou numa rede social uma dica/receita de higienização oral feita com cúrcuma.
A cúrcuma, também conhecida como açafrão da índia, é uma planta utilizada na culinária, de cor amarelo forte, que tem sido estudada no tratamento de doenças como Mal de Alzheimer, câncer e doenças do coração, já que possui ação anti-inflamatória e antioxidante.
Na tal postagem, a apresentadora sugere a utilização de uma “pastinha” feita com cúrcuma para a higiene oral e, logicamente, a classe Odontológica se manifestou a respeito. Aliás, não só os dentistas – muita gente tirou um sarro dela depois do que foi postado.
Também se questionou a utilização de flúor nos dentifrícios e na água de abastecimento. O flúor foi tido como um vilão, “causador” de câncer, hipotireoidismo e até mesmo relacionado à redução de QI na população. Isso demonstra um conhecimento raso, quase nulo, sobre a importância desse agente na redução da incidência de cárie na população.
Outra profissional, uma nutricionista, já apareceu com uma receita mais “no sense” no Instagram. Uma mistura de polvilho doce, óleo de coco e essência oleosa de menta, que de acordo com o depoimento dela é pra conferir “hálito fresco”. (Quase uma tapioca né? 😛 )
Enfim, se formos pesquisar certamente encontraremos coisas piores.
O questionamento da classe Odontológica, creio que como um todo, é a existência de pesquisas científicas que comprovem a eficácia dessas misturas na manutenção da saúde bucal das pessoas e no modo como esses produtos podem afetar os materiais dentários.
Não estamos fechando portas para o desenvolvimento de produtos naturais/fitoterápicos para a promoção de saúde bucal. Apenas queremos que as informações sejam baseadas em evidências científicas, pois é isso que assegura a utilização de tal produto ou princípio ativo de modo correto para o organismo.
Pessoas públicas, como o caso da apresentadora Bela Gil, que têm grande alcance em suas postagens, devem tomar muito cuidado com as informações transmitidas. Infelizmente não são todos os leitores que vão se preocupar em pesquisar sobre a veracidade daquela informação. Muitos se deixam levar pelo modismo, pela facilidade de ter alguém esmiuçando as informações e entregando, de bandeja, receitas milagrosas para um corpo saudável.
Fica um alerta aos pacientes: nem tudo que é postado na Internet é verdade ou faz bem à saúde.
Somente um Dentista é capaz de fornecer as informações necessárias para promover a saúde bucal dos pacientes!
Não raro vemos anúncios sobre oportunidades de empregos na nossa profissão, ainda mais agora com a facilidade e rapidez da propagação de informação que as redes sociais proporcionam. Muitos grupos oferecendo moradia e outros benefícios bem como salário fixo para que Dentistas trabalhem nas clínicas.
Que problema há nisso?
Não haveria problema se a grande maioria das “contratações” não caracterizasse exploração da mão de obra, principalmente de recém-formados.
Se você Colega se vê nessa situação, reflita sobre a diferença entre a Odontologia que você idealizou e a Odontologia que você está exercendo. Aos acadêmicos fica a orientação: “Nem tudo que reluz é ouro”.
Geralmente os anúncios enfatizam a estrutura já montada, uma carteira grande de clientes e alto giro no consultório. Além, claro, dos “benefícios” financeiros ao se trabalhar no local. Quem hoje em dia não quer um salário fixo sem ter gastos com o empreendimento?
Eu digo que essa realidade, na Odontologia, só pode ser conquistada quando você é aprovado em concursos públicos. O consultório particular requer constantes investimentos, sejam eles relacionados às melhorias na estrutura física, aquisição de novos equipamentos, contratação de funcionários, pagamento de impostos, atualização profissional e compra de materiais de consumo. Os gastos que a Odontologia impõe ao profissional são grandes e, na maioria das vezes, demora-se muito tempo para que tenhamos retorno do investimento realizado.
O que vemos hoje é a disseminação de clínicas populares por todo o Brasil. Sabe-se que o Sistema Público de Saúde não é capaz de absorver a demanda de pacientes e que nem todos os procedimentos necessários são realizados pelo SUS, infelizmente. A isso somamos os elevados custos dos tratamentos particulares, justificados por tudo que foi dito acima, além (claro) do preço individual da mão de obra do Dentista.
Com preços praticamente impossíveis de serem cobertos e, na maioria das vezes, com contratos internos de fidelização do paciente por um preço ridículo, tais locais se propõe a atender pacientes numa escala quase que industrial: grande volume de atendimentos diários, diminuição do custo de materiais e, obviamente, um salário aquém do ideal para o profissional que se dispõe a trabalhar nesse esquema.
Veja bem, eu disse que os profissionais que aceitam trabalhar nesse esquema. E aí atingimos o objetivo desse post – procurar entender o motivo que leva um colega, que investiu muito na graduação, a se submeter a esse tipo de trabalho.
Muitas clínicas fazem reaproveitamento de materiais descartáveis, como luvas, tubetes de anestésicos, agulhas, fio de sutura, etc, etc, etc. A grande maioria não tem preocupação com a esterilização de materiais e biossegurança para atendimento dos pacientes. Além da proteção dos clientes, pouco se importam com a proteção individual do Dentista.
Sabe-se que muitos estabelecimentos assim fazem um “contrato” com o profissional, se esquivando de qualquer responsabilidade com o paciente, colocando nas costas do Dentista qualquer problema que ocorra.
O Dentista, geralmente, não precisa contribuir com materiais. A própria clínica fornece. E muitos são os casos de materiais odontológicos vencidos sendo utilizados na boca das pessoas que procuram aquele estabelecimento para cuidar da saúde bucal.
Situação do equipamento de esterilização
Veja alguns relatos de colegas que trabalharam nesses locais:
“Na proposta de tirar no mínimo 3.500,00 vim e mal sabia oq me esperava! Uma Dra q reciclava tudo, me fazia de gato e sapato até o dia q me mandou embora!!! Eu cheguei a gravar tudo de errado que havia na clinica! Tive q sair da casa dela em questão de dias… Passei um tormento, mas hoje graças a Deus estou em uma clínica bem melhor!”
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“1500 fixos, sem ajuda de alimentação, nem transporte.. Trabalhando todos os dias, pacientes de 15 em 15 minutos. O grande vilão dessa clinica, é o famoso “planinho”.. O paciente paga 20 reais por mês, fecha contrato de 18 meses e faz tratamento de canal, extrações, restaurações.. Enfim, tratamento completo!”
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“Atendia pacientes de meia em meia hora , ganhava por dia, uma quantia e a dona super faturava em cima de mim. Até um dia os pacientes da clinica começaram a sempre pedir por mim, comecei a me destacar. Em vez de minha chefe agradecer a Deus por isso, pois estava dando lucro a ela, não! Ela chegou a pagar uma amiga dela para ir falar mau do meu serviço, colocou álcool na placa mãe do meu notebook, colocava agua quente nas minhas plantas que eu tinha no consultório. Em fim uma louca total. Sem escrúpulos, comecei a observar uma odontologia arrepiante da parte dela.”
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“O que acontece é que para você trabalhar para eles, é necessário que você assine falsos contratos onde você e mais dois colegas “contratam” a empresa deles para administrar e fornecer staff para a sua clínica, dando é claro, uma porcentagem absurda para eles e você ganhando, na época em que eu trabalhava, 25% da sua produção. A responsabilidade de tudo era nossa. Nós tínhamos direito a duas caixas de luvas por mês. Sutura com fio dental. Exodontia com algodão e não gaze. Raio X custava 10 reais, exodontia 5. Esterilização era piada. Nos atendíamos mais de 20 pacientes por dia com, pasmem, 3 (três) bandejas clínicas. O material de cirurgia ia para uma estufa, mas nem completava o ciclo. Eu via colegas com as luvas calçadas após atender os pacientes, continuarem com as mesmas e lavar as mãos com as luva calçadas para atender o próximo.”
Lógico que há exceções e que alguns lugares possuem uma estrutura física boa para atendimento clínico. O que se questiona, nesses casos, é a remuneração dos dentistas.
Trabalhar com esquema de porcentagem é uma prática comum. Mas precisamos saber até que ponto estamos sendo beneficiados com isso. Vale a pena atender num local que cobra pouco pelos procedimentos e que, desse pouco, você ganhará 15, 20 ou 30% desse valor? Vale a pena se arriscar, juridicamente, por tão pouco? Vale mesmo a pena trabalhar 12, 13 ou 14h por dia, sem flexibilidade na agenda, com um monte de gente amontoada, por tão pouco?
Quando você fez Odontologia, você se imaginou sendo empregado ou você se imaginou um profissional autônomo, dono do próprio nariz?
O início de toda profissão é difícil. Requer investimento, requer divulgação, marketing, atualização e, antes de tudo, fé. É preciso ter perseverança, paciência e jamais esquecer a Odontologia que foi ensinada a você na faculdade.
Nós temos um código de ética que rege a nossa profissão e devemos estar atentos às explorações que estamos sendo submetidos.
Sabe aquela história de “matar mosquito com bazuca”?
Pois bem! Foi essa impressão que tive ao ler o “Protocolo Clínico” sugerido na revista do CRORJ, edição de Junho de 2015.
Em Odontologia, o tratamento da dor constitui a maior porcentagem dos atendimentos de urgência no consultório, sendo as de origem endodôntica as de maior prevalência.
As características da dor guiam a conduta clínica e questionamentos básicos precisam ser feitos ao paciente – “É uma dor espontânea? Dói com frio, quente? Dói mais à noite? Você consegue dormir?”.
Em qualquer caso de sintomatologia dolorosa, além das manobras clínicas, o dentista faz uso de medicamentos como coadjuvantes no tratamento. E, para isso, há uma gama de remédios, específicos para cada caso, que podemos prescrever.
O problema é quando optamos por uma medicação “forte” demais para um procedimento não tão complexo.
Por exemplo, nos casos de pulpite: após acesso e neutralização do conduto associado à medicação intracanal, utilização de analgésicos e anti-inflamatórios. Em casos de dor pós-operatória, utilização de analgésicos. Abscessos, prescrição de antibióticos. E por aí vai, conforme aprendemos na nossa formação.
O que me chamou atenção no texto foi a prescrição, para casos de dores moderadas, a utilização de analgésicos opióides, cujas reações no organismos vão muito além da analgesia e que podem levar o paciente ao coma em casos de superdosagem, uma vez que atuam como ansiolíticos e sedativos também.
Meu questionamento ao ler o artigo foi: Por que não começar com medicamentos de “potência menor”? Há a real necessidade de administrar uma medicação tão séria em casos que, além da associação medicamentosa, terão uma intervenção mecânica quase sempre resolutiva?
Lógico que há casos e casos, mas eu me preocupo muito com a banalização da utilização de derivados de morfina. E mais, temo que isso resulte na não preocupação/atenção do Dentista em relação à importância de manobras clínicas para solucionar o problema do paciente, nos casos de urgência.
Precisamos ter cuidado com a administração de medicamentos e, principalmente, orientação do paciente em relação ao uso dos remédios.
Condutas extremistas para o controle da dor não podem virar moda nos consultórios.
Esse post é um desabafo e um pedido de orientação por parte de colegas advogados.
Todos sabem que em 2012 eu fui submetida a uma cirurgia bariátrica. Na época, fiquei afastada das minhas atividades profissionais por mais de 40 dias e contei com o auxílio doença do governo e com um seguro para profissionais autônomos, da UNIMED Seguradora, para poder arcar com minhas despesas nesse período.
Embora o corretor dissesse que o seguro poderia não ser pago, porque eles consideravam a cirurgia bariátrica como uma “cirurgia estética”, não tive problemas. Enviei a documentação necessária e recebi meu dinheiro tranquilamente. O mesmo aconteceu com o INSS.
Pra quem não sabe, o SERIT é um seguro para profissionais autônomos que auxilia o profissional em caso de afastamento das atividades de trabalho a partir do 10º dia de atestado médico. Então você escolhe um valor X para sua cobertura e paga um valor mensal equivalente ao valor que você escolheu. O SERIT é válido por 12 meses e, como todo seguro de vida, tem alguns riscos excluídos de cobertura.
Esperei 2 anos e 4 meses para fazer minha cirurgia plástica reparadora. Emagreci 60kg no total e eu tinha muita pele na região abdominal, que por mais malhação que eu fizesse não voltaria ao lugar. Meu médico me explicou o seguinte: a pele quanto tem muita estria (que é o meu caso) não se regenera. O tecido estirado sofre quebra das fibras de colágeno e só um procedimento cirúrgico pode reposicionar essa pele. Além da flacidez e do aspecto estético ruim, o excesso de pele causa assaduras, dermatites e dores nas costas, sendo necessária sua remoção e a cirurgia é classificada como reparadora, sendo coberta por planos de saúde.
Além da flacidez na barriga, tenho um pouco nos braços, seios e na parte interna das coxas. Mas eu sabia que o convênio cobre somente uma cirurgia reparadora pós bariátrica. Eu deveria escolher a região (exceto a colocação de prótese de silicone) e a barriga foi a eleita por mim.
Muito bem, aí que começa a coisa toda.
Estou com uma incisão em âncora, com mais de 300 pontos e meu médico me deu um atestado relatando o procedimento realizado. Anexei meu prontuário do hospital ao processo, meus documentos pessoais e enviei para a seguradora. Semana passada recebi um email dizendo que o pagamento foi negado pelo fato dessa cirurgia ser “estética”. Eu surtei né? Como vou me bancar durante esse tempo que ficarei afastada das minhas funções? Além disso, esse ano minha perícia no INSS foi agendada para ABRIL, 2 meses depois da realização do procedimento cirúrgico, outro absurdo! A alegação é a falta de médicos para realização das perícias na minha região!
3° dia de pós operatório – incisão em âncora
Entrei em contato com o corretor e fui orientada a escrever uma carta e anexar a ela um laudo médico detalhado para entrar com um recurso na seguradora, solicitando a reabertura do meu processo.
Peguei meu contrato e fui ler as cláusulas de Riscos Excluídos e lá está escrito assim: “Cirurgia Plástica – exceto nos casos de cirurgias reparadoras de membros, órgãos ou regiões, decorrentes de acidentes pessoais cobertos por este seguro…”.
Conversei com uma advogada e ela disse que se o seguro pagou a primeira cirurgia e essa que eu realizei esse ano é decorrente da primeira, eles tem que pagar, caso contrário caracteriza quebra de contrato.
Eu achei uma incoerência o fato da cirurgia ter sido realizada pelo plano de saúde UNIMED, no hospital da UNIMED em Volta Redonda e a Seguradora UNIMED se recusar a pagar pelos meus dias de afastamento. É sabido que cirurgias plásticas com finalidade estética, bem como outros procedimentos estéticos, não são cobertos por planos de saúde no Brasil.
Enviei mais documentos para a empresa e agora aguardo retorno, ansiosa e preocupada.
Alguém já passou por isso? Qual foi o desfecho da história?
Aconteceu, de 22 a 25 de janeiro, a 33ª edição do Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, no centro de exposições Expo Center Norte, o maior evento de Odontologia da América Latina.
Há anos vou ao Congressão e há muito tempo não presenciava um evento tão vazio. Conversando com alguns colegas, pude perceber que não era impressão minha. Todos estranharam o pouco movimento e a falta de inovação. Para mim, Juliana, a melhor parte do CIOSP é reencontrar os amigos. Esse ano, especialmente, pude conhecer pessoas que, até então, só faziam parte do meu universo virtual.
Encontro com amigos!Odontomídias no CIOSP 2015
Em relação a cursos, não achei nada de diferente, mas mesmo assim acho que qualquer tipo de atualização profissional é válido, especialmente para os colegas que moram no interior do país e aproveitam para levar para suas cidades as novidades em pesquisa e tecnologia para o dia a dia de consultório.
Em relação à feira, posso fazer algumas observações…
De três anos pra cá senti uma diminuição considerável da quantidade de papel e consequente lixo produzido pelo evento. Percebi muitos stands utilizando o código de barras do crachá do participante para cadastro e para participar das brincadeiras e pegar os tão sonhados brindes! Já é um ponto positivo. Um evento assim precisa dar um bom exemplo de sustentabilidade. Só acho que a bolsa poderia ser algo que fosse usável no dia a dia. Uma ecobag ou uma mochila (visando o uso pelos universitários), por exemplo.
Quando peguei meu kit achei que tivesse sido premiada (#sqn) mais uma vez: sem caneta e sem bloco de anotação. Quando brinquei com outros colegas constatei: não tinha caneta para o congressista (e olha que eu acho a caneta bem bonitinha)! Seria mais uma contenção de gastos reflexo da crise econômica pela qual passamos ou simples “desatenção” por parte dos organizadores?
A quantidade de mapas espalhada pelo congresso ainda era insuficiente. A feira é muito grande e sem o auxílio das plataformas fica difícil se localizar, tanto quando o assunto é procurar uma marca específica ou agendar um ponto de encontro.
Se você dependeu de conexão com a Internet, mais uma vez você se decepcionou. ZERO! Alguns stands disponibilizaram a senha de rede (muito em off), mas o congresso em si não havia uma disponível para o congressista. Com isso, não é só a comunicação que fica prejudicada. As baterias dos celulares também. A minha operadora de telefonia me deixou na mão, o que não me surpreende.
Grandes empresas não estiveram presentes, o que reforça que 2015 será um ano de investimento baixo e previsão de pouco lucro. Lógico que não podemos esquecer que temos no CIORJ esse ano e que muitos dos expositores preferem diversificar o investimento. Mas mesmo assim, continuo afirmando que, para um sábado à tarde (por exemplo) o movimento foi muito aquém das expectativas. E, quando o assunto é gasto, não podemos deixar de falar no preço do estacionamento e da alimentação dentro do evento. Uma garrafa de água a R$ 4,00 e um cachorro quente a R$ 25,00 é salgado, não?
Espero que a nova presidência da APCD preste atenção na opinião dos colegas congressistas para que em 2016 o evento possa trazer as melhorias que nossa classe merece.
Mais uma vez falou-se sobre Odontologia no “Show Da Vida”.
Na reportagem exibida domingo, dia 9 de novembro, ficou evidenciada a falta de recursos e de acesso à Odontologia no nosso país.
Grande parte da população nunca foi ao dentista nem possui kits de higiene oral, mesmo o serviço sendo oferecido pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Aliás, muitas pessoas não sabem que tem direito ao tratamento odontológico na rede pública e, quando dão início, muitos pacientes não terminam os procedimentos.
A matéria mostrou também a utilização do consultório odontológico de uma determinada unidade de saúde como sala de repouso para os funcionários do posto. A justificativa foi que só acontecia atendimento no período da manhã naquele posto e que no período da tarde o consultório não era utilizado. E, também, a fila de espera para atendimento, onde pacientes agendados há mais de um ano não deram início ao tratamento odontológico.
Eu trabalhei em PSF e convivi com a realidade da Odontologia no sistema público de saúde.
Peço aos colegas que prestam serviços no SUS que se manifestem nesse post e relatem seu dia a dia e suas dificuldades, pois sabemos que as mídias sociais, atualmente, são excelentes instrumentos de debate, denúncia e compartilhamento de informações.
É muito difícil atender no SUS. Quando cheguei à unidade de saúde, percebi que a Odontologia que eu aprendi na faculdade não se aplicava àquela realidade. Faltavam materiais, os equipamentos eram antigos e muitos não funcionavam, o consultório não tinha ar condicionado, paredes mofadas, falta de auxiliares, deficiência de instrumental e uma demanda muito grande de gente esperando por tratamento.
Lembro que eu tinha que fazer uma lista com os materiais que eu precisava e que ela deveria ser entregue à gerente da unidade de saúde para que fosse encaminhado meu pedido para o centro odontológico. Como demorava pra que meu pedido chegasse ao CEO, eu mesma o levava e voltava com os materiais na Unidade de Saúde.
Eu trabalhei numa região bem populosa, composta por cinco microáreas, num bairro de Resende. A lista de espera para atendimento era grande e como o posto ficava no centro do bairro, os pacientes dos locais muito afastados não conseguiam vaga no agendamento.
Vendo a dificuldade da população, resolvi abrir 20 vagas por área para atendimento. Num caderno eu anotava o nome dos 20 pacientes de cada área, totalizando 100 agendamentos, e para acelerar a resolução do problema bucal das pessoas, eu entrei em acordo com a equipe e ficava 100% do meu tempo dentro do consultório. Como era no esquema de PSF, eu pedi que as agentes comunitárias da unidade me avisassem sobre os pacientes acamados que precisavam de atendimento domiciliar para atendimento de urgência. E, também, avisei nas escolas que os trabalhos estariam suspensos até que a demanda fosse atendida. Sei que deixei de cumprir com minha “função” no PSF, mas eu não conseguia me imaginar fora do consultório, fazendo visita e oferecendo palestra nas escolas enquanto tinham pacientes com dor e muitos outros à espera de tratamento há anos.
No fim, em dois anos nessa Unidade, eu consegui dar conta da população. Esse agendamento segmentado proporcionou o acesso da Odontologia a todos os moradores e eu consegui fazer mais agendamentos por ano, pois a cada micro área terminada uma nova marcação era iniciada. A fila “andou”, os pacientes não tinham que dormir na fila e eu senti que as coisas melhoraram na Unidade de saúde.
O que ficou bem claro pra mim na reportagem de ontem é que não há investimento suficiente na Odontologia no SUS. Os profissionais são mal remunerados, poucos são os municípios que preenchem o quadro de profissionais para atendimento da população e que nem todos os consultórios contam com a estrutura exigida para atendimento.
Cabe aos nossos colegas relatar os problemas e encaminhar as dificuldades às Secretarias de Saúde bem como ao Ministério da Saúde, para que as medidas necessárias sejam tomadas.
E você, COLEGA, qual a sua realidade no consultório público?
Viver num ambiente de trabalho divertido melhora o rendimento de uma equipe inteira. O relacionamento entre funcionários e patrão precisa ser leve e saudável. Mas, há uma linha muito tênue entre ser divertido e “família” e ser grosseiro a ponto de caracterizar uma relação de Assédio Moral.
Piadinhas, brincadeirinhas até então inofensivas, um vocabulário mais “despojado” podem resultar em problemas futuros. Há diversos exemplos por aí e nós, tanto na função de empregados como na de empregadores, devemos estar atentos aos limites que tornam essa relação saudável.
Pensa comigo: o seu chefe tem a liberdade de chamar você de “fdp”. O tom que ele dá ao “elogio” é, aparentemente, amigável e irreverente. Você acredita na índole da pessoa e aceita o xingamento, pois ele denota uma relação de intimidade entre vocês. Isso passa a ser natural no dia a dia do seu trabalho. Seu chefe “brinca” com você, dá tapinhas nas suas costas e vocês se divertem muito numa mesa de bar no final do dia.
Se você se identificou com essa situação e acha que isso está certo, sinto dizer que não está. O assédio moral é crime.
Define-se com Assédio Moral a exposição de trabalhadores a situações constrangedoras e humilhantes no ambiente de trabalho ou durante a execução de suas funções. A humilhação é definida como sentimento de ser ofendido, vexado, rebaixado, inferiorizado, ultrajado, magoado, menosprezado, etc. E esse sentimento causa dor e tristeza no indivíduo.
Mas, na sua inocência, você não vê os elogios e a liberdade como assédio. Até o dia que, como dizem, a pessoa “te pega estragada”.
Não consigo acreditar quando ouço relatos de pessoas que tem esse tipo de relação com o chefe e acham isso normal. Por mais “descolado” que seja o ambiente de trabalho, por mais informal que seja a função, não há nada melhor do que o cuidado com as relações interpessoais. Imaginem o Facebook, por exemplo. Você conseguiu um emprego numa empresa de entretenimento. Mesmo sendo um ambiente informal e despojado não há o que justifique o Mark Zuckerberg a te chamar de “imbecil”.
Como empregadores e, na tentativa de tornar as mais de 8h de convívio diário com nossos funcionários (sim, nós passamos mais tempo no trabalho do que em casa, com nossos familiares) menos formal e mais agradável, acabamos por criar laços de amizade e estabelecer relações de intimidade. Isso é muito positivo desde que ambos tenham consciência das posições que ocupam. O patrão precisa cobrar resultados do funcionário e liderar a equipe. E o funcionário precisa dar os resultados que a empresa procura. Quando a relação entre ambos, empregado e empregador, perde esse foco, ambos são prejudicados.
Com a tecnologia dos dias de hoje, não raro podemos ter conversas gravadas, vídeos gravados e nossas ações serem interpretadas de maneira errada por quem não está presente e não conhece o tipo de relação estabelecida nesse ambiente. Você já imaginou uma gravação dessas sendo colocada nas redes sociais?
Na melhor das hipóteses, o “elogio” do seu chefe faz você acreditar numa relação de intimidade e amizade. Mas, há funcionários que se sentem mal com esse tipo de situação e acabam se isolando do grupo.
Independente da proximidade há uma hierarquia no ambiente de trabalho. E, claro, partimos do princípio que há educação e bons modos. Se nós permitimos certas liberdades, um dia podemos nos arrepender de tê-las dado a alguém. E o caminho de volta é complicado.
Como dizem, “dê tudo, mas não dê liberdade”. Respeite para ser respeitado.
Câncer é a denominação de um conjunto de doenças que possuem como característica um desordenado crescimento celular num determinado tecido ou órgão, podendo se espalhar para outras regiões do corpo (metástase). A multiplicação celular desordenada determina a formação dos tumores (ou neoplasias malignas). Deve-se atentar para o fato de que a denominação “tumor” nem sempre estar relacionada à malignidade. Inúmeras características são avaliadas para a classificação “maligna” ou “benigna”, mas ambas referem-se à multiplicação celular desorganizada.
De acordo com a origem celular, podem ser classificados como carcinomas (quando de origem epitelial), sarcomas (de origem conjuntiva) e os tumores líquidos, como é o caso da leucemia.
A Organização Mundial de Saúde caracteriza o câncer como um problema de saúde pública, devido ao grande crescimento no número de casos e, também, ao fato da assistência aos pacientes portadores da doença ser oneroso, em virtude dos custos relativos à prevenção, diagnóstico e tratamento.
As neoplasias malignas constituem a segunda maior causa de morte no Brasil e, de acordo com o sexo do paciente, temos o câncer de próstata, traqueia, brônquios e pulmão os de maior incidência nos homens e o câncer de mama e colo de útero nas mulheres.
Atualmente, três terapias são utilizadas para o tratamento das neoplasias malignas: quimioterapia, radioterapia e intervenção cirúrgica. A quimioterapia e a radioterapia agem pela destruição/inibição do crescimento celular, enquanto que a cirurgia é específica para o tecido. Por ter ação não somente nas células neoplásicas (ou seja, por agirem em células normais do organismo), a radioterapia e a quimioterapia produzem efeitos colaterais na cavidade bucal. Os fatores que estão diretamente relacionados à frequência do desenvolvimento das alterações bucais são: o paciente (idade, tipo de câncer e condição bucal) e o tipo de terapia (tipo de droga utilizada, dose, frequência e se há a combinação de terapias diferentes).
Visando a melhora do quadro de saúde do paciente e otimização do tratamento como um todo, a presença do Cirurgião Dentista é fundamental para auxiliar no diagnóstico e tratamento das alterações bucais dos pacientes com câncer, em ação conjunta com o Oncologista, Nutricionista e outras especialidades.
Quarenta por cento dos pacientes submetidos à quimioterapia desenvolvem algum tipo de alteração bucal em virtude do tratamento.
A Mucosite é uma inflamação e ulceração da mucosa oral, geralmente dolorosa, que se inicia de 3 a 7 dias após o início da quimioterapia. O paciente relata queimação, maior sensibilidade a alimentos quentes e condimentados, áreas de descamação que podem evoluir para lesões ulceradas dolorosas, influenciando na nutrição do paciente. A má nutrição e hidratação devido à dor produzida pela mucosite interferem na regeneração celular. A região do palato mole, bochecha, lábios e a superfície ventral da língua são as mais acometidas. A lesão costuma desaparecer sem cicatrizes, caso não haja complicação importante por infecções secundárias ou xerostomia. O tratamento inclui o uso de soluções isotônicas, anti-inflamatórios, antimicrobianos e laserterapia.
A Xerostomia é uma alteração transitória que cessa após o término do tratamento. Trata-se da diminuição do fluxo salivar associado a mudanças de características da saliva produzida, que se torna mais viscosa e com menos ação de tamponamento. As alterações salivares influenciam o paladar, deglutição e a fala, além de ser um fator importante no desenvolvimento de lesões de cárie. Para o tratamento, temos o uso de saliva artificial, sialogogos (medicamentos administrados por via oral que aumentam a produção de saliva e estimulam o tecido glandular) e chicletes sem açúcar.
A neurotoxicidade decorre do uso de alcaloides vegetais envolvendo nervos bucais, causando dor aguda local o generalizada, sem sinais clínicos de cárie, doença periodontal ou qualquer outro tipo de infecção e que pode desencadear necrose pulpar e evolução para um abscesso dento-alveolar.
Em relação à estomatoxicidade, condições de má higiene oral são consideradas de risco para o desenvolvimento de infecções: acúmulo de placa, cálculo salivar, raízes residuais, cárie, doença periodontal, problemas endodônticos, aparelhos ortodônticos, próteses mal adaptadas, etc. Condições assim favorecem a proliferação de fungos e bactérias e facilita a instalação de doenças secundárias devido à imunossupressão ou neutropenia. Como a condição do paciente em tratamento é delicada, as reações às infecções podem ser mascaradas e, quando diagnosticadas, estarem associadas a quadros clínicos de infecções crônicas.
Infecções fúngicas causada pela Candida albicans são comuns devido à imunossupressão do paciente. Dependendo da gravidade, a infecção fúngica deixa de ser local e estende-se ao esôfago e pulmões e, em casos graves, produz sepsis generalizada pela disseminação hematogênica. Em alguns casos, considera-se a terapia anti-fúngica sistêmica para combater a infecção. Também, não raro, os pacientes imunossuprimidos desenvolvem infecções virais pelo vírus do herpes simples ou herpes zoster.
Candidíase oralHerpes labial
A trombocitopenia é um efeito colateral frequente e o profissional deve estar atendo aos sangramentos gengivais e submucosos (espontâneo ou por trauma).
No caso de pacientes infantis com câncer, podem ocorrer alterações dentárias durante a odontogênese, o que promove encurtamento da raiz dos dentes, diminuição do tamanho da coroa dental, hipoplasia e hipocalcificação do esmalte.
Para os pacientes submetidos à radioterapia, as alterações são restritas aos tecidos irradiados. No caso ocorra na região de cabeça e pescoço, além das alterações citadas anteriormente, temos o trismo muscular (diminuição da abertura de boca), devido ao edema e destruição das fibras musculares. Porém, a alteração mais severa em virtude da radioterapia é a osteorradionecrose, quadro onde a radiação ionizante diminui o fluxo sanguíneo na região irradiada, diminuindo a resistência do osso a trauma e aumentando a suscetibilidade a infecções.
O dentista tem um papel fundamental no trabalho que antecede o começo do tratamento anti-neoplásico. Para que o tratamento com quimioterapia e/ou radioterapia comece sem riscos de infecção e visando melhorar a qualidade de vida do paciente, um tratamento odontológico urgencial deve ser realizado.
Remoção de focos de infecção e adequação de meio bucal: exodontias, tratamento periodontal e endodôntico, remoção de cárie e selamento de cavidades;
Educação em saúde para o paciente e responsáveis;
Aplicação tópica de flúor;
Bochechos com clorexidina são indicados, desde que com soluções sem álcool para preservação da mucosa bucal;
Orientação de dieta pobre em sacarose para evitar o aparecimento de lesões de cárie;
Eliminar qualquer fonte de potencial irritação e acúmulo de placa: aparelhos ortodônticos, bandas ortodônticas, próteses mal adaptadas, grampos quebrados, etc.
Consultas de avaliação em menor espaço de tempo: a cada 6 ou 8 semanas
Os pacientes oncológicos devem receber orientações em saúde bucal e o profissional estar incluído na equipe de tratamento para manter o paciente em ótimas condições de higiene, melhorando a saúde e possibilitando melhor aproveitamento das terapias propostas. Equipe multidisciplinar e atendimento integrado visando melhor qualidade de vida do paciente.
A Revolução Feminista (daquelas moças que queimaram o sutiã) serviu para uma, dentre muitas, coisas: acelerar o nosso ritmo.
Pensem comigo: A mulher, antes, tinha a função de ser DO LAR. Não estou desmerecendo, de modo algum (antes que venham me xingar por isso). Estou, exatamente, dizendo que ser DO LAR já é coisa pra caramba. Ser mãe, ser esposa, administrar uma casa, deixar tudo em ordem e funcionando “redondinho”. Ajudar os filhos com a lição de casa, fazer compra no mercado, preparar o cardápio do dia, do dia seguinte, do dia seguinte ao dia seguinte e, pior, fazer tudo isso na TPM.
Não era fácil ser mulher há anos, imagina agora com todas essas funções somadas ao dia-a-dia no consultório, liderar equipes, administrar a carreira, cursos e mais cursos, empreender, criar, vender e, também, fazer tudo isso (que ficou maior que tudo isso lá de trás) com a TPM, que pelos relatos de hoje em dia, são piores do que as de antigamente…
Essa semana foi bem atípica. Vou compartilhar com vocês o meu cansaço.
Há anos em atendia, além do meu consultório, em consultório de outros colegas. Por fim, decidi concentrar tudo em um só lugar. Minha agenda bombou e, financeiramente, estou bem satisfeita com os resultados dessa decisão. É mais fácil administrar o estoque, a relação com o paciente melhora, com a equipe e criamos um laço mais forte com aqueles que nos procuram.
Tenho trabalhado bastante e, há algumas semanas, saído tarde do consultório. Meu horário de almoço, que era de 2h, reduziu. Opção minha porque o restaurante onde eu almoço é do lado da clínica e não tem porque enrolar. Segundo, porque meu volume de pacientes aumentou e eu precisava criar um espacinho na minha agenda. Eu quis isso. E, pra completar, muitos pacientes que trabalham como eu precisavam ter os tratamentos concluídos num horário mais tarde. Aumentei minha jornada e estou saindo por volta de 20 ou 20:30 do trabalho, diariamente. Como falei, o bolso agradece, mas minha saúde…
Essa semana que passou foi marcada por compromissos. Na segunda-feira tive uma reunião de que iniciou as 20:30 e terminou 00h. Na terça, outra reunião depois do trabalho. Quarta eu tinha um compromisso com uma amiga e, por estar muito cansada dos dias anteriores e pelo dia em si ter sido corrido, não pude comparecer. Na quinta o movimento do consultório foi tranquilo, mas o corpo estava um caco e mesmo assim, ainda dei uma volta à noite. Sexta, viajei sem saber como. A atenção na estrada misturada ao sono acumulado foi um horror. Quando cheguei, só queria saber de cama. Dormir até a próxima segunda-feira começar. Mas no sábado, que eu poderia acordar mais tarde, tinha compromissos para o começo da manhã.
Vou à academia diariamente, mas durante essa semana faltei. Meu corpo não aguentava, minha cabeça não coordenava e meus olhos, coitados, não conseguiam ficar abertos no horário habitual.
Hoje, domingo, estou eu lendo uma reportagem na revista Cláudia falando sobre SONO.
Como o tempo não aumenta, nossas noites de sono ficam mais curtas. São tantas tarefas para executar que esquecemos que precisamos nos desligar, literalmente, para que o cérebro jogue fora as informações inúteis e se prepare para adquirir novas, para que o corpo relaxe e seja capaz de suportar novas tensões. O acúmulo de lixo no cérebro e de tensões no corpo nos deixa como zumbis.
Praticar exercícios ajuda, mas atualmente é mais uma tarefa que precisa ser conciliada com as inúmeras outras tarefas do cotidiano. Eu ainda não tenho filhos e fico imaginando como é complicado para as mulheres que, além de fazerem tudo que eu faço, ainda precisam ser mães e cuidar da família.
Nós precisamos criar uma rotina onde dormir bem seja um compromisso.
Nada de telefones, nada de emails ou bate-papo antes de dormir. Precisamos nos desligar para que estejamos prontos para criar, inovar e viver com qualidade o dia seguinte.
Pensem nisso!
Dormir nos dias de hoje é a verdadeira Ostentação.