Espero que gostem!
Beijocas
Acho importante evitarmos, dentro de um ambiente onde precisamos de tranquilidade, certos tons. O paciente precisa se sentir calmo, num lugar aconchegante. Evite tons quentes, como vermelho, laranja, bordô, marrons e variações mais escuras e pesadas dos tons frios. Consultório todo branco, também, é muito elegante, mas gera uma certa ansiedade no paciente, em especial os que sofrem de síndromes do pânico.
O melhor ambiente de trabalho é aquele onde nós, profissionais, e nossos queridos, interagem de forma harmoniosa. E é gratificante perceber que o paciente se identifica com seu local de trabalho e se sente à vontade, enquanto realizamos obras de arte em pequenos centímetros quadrados!
>Música, com direito a programa na TV! Estamos evoluindo, embora a imagem da Odontologia ainda seja torturante hehehehe! Para rir (um pouco)!!!!!
Linha nova da Risqué – CINE.
Enjoy #SUASLINDAS
Mas, em contra partida, lidamos com o seguinte fato: JOGOU NA REDE, NEM SEMPRE É PEIXE!
Ao lidarmos com Saúde, vemos disponíveis nas páginas de buscas, ítens diversos sobre SAÚDE, MEDICAÇÃO, MATERIAIS e, pasmem, ATÉ AULAS ONLINE!
Quem de nós já não teve um paciente “Google“?
Aquele paciente que já chega no seu consultório com diagnóstico do caso e planejamento clínico? Vai saber se, até mesmo, com uma noção de honorários e investimentos que fará, pelo simples fato de encontrar tais informações disponíveis na Internet?
Não sei se há qualquer tipo de legislação a respeito do assunto.
Mas o que ocorre é que, quando esse meio de comunicação/integração não é usado de forma sábia e inteligente, podem ocorrer problemas sérios.
Auto-medicação, por exemplo. Se “clicarmos” no “Google” a palavra Amoxicilina, por exemplo, encontraremos informações relevantes aos profissionais de saúde, trabalhos científicos, publicações de importância clínica. Saberemos como interpretá-las e usá-las a nosso favor e em benefício do nosso paciente! Mas o leigo, aquela pessoa que, não menos instruída que nós, mas não apta e sem os conhecimentos básicos e, até mesmo, os curiosos, farão uso da substância porque, ao mesmo tempo, encontram bulas, preços e, até (em casos específicos), conseguem comprá-los pela Internet!
Nesse momento, nós Profissionais, precisamos ter um jogo de cintura absurdo pra lidar com esse tipo de paciente. Porque ele acha que sabe tanto quanto nós e, além de nos causar situações constrangedoras, podem prejudicar nossa atuação profissional.
Quem controla as coisas que são colocadas na Internet?
Algum órgão de Saúde, especificamente, tem controle sobre as publicações relacionadas aos Profissionais da área?
Não seria interessante um plano estratégico para minimizar ou restringir certas informações a um grupo de pessoas que sabe, que ESTUDOU e dedicou uma vida naquela área?
Sinceramente, não sei a resposta para nenhuma dessas perguntas.
Mas fico preocupada quando vejo um paciente discutir comigo sobre o “poder analgésico do Eugenol”…
Pensem nisso!
> Enfim, ele veio! O make “Pin Up“! “Pin Up é uma modelo cujas imagens sensuais produzidas em grande escala exercem um forte atrativo na cultura pop. Destinadas à exibição informal, as Pin Ups constituem-se num tipo leve de erotismo.
As mulheres consideradas Pin Ups são, geralmente, modelos e atrizes, mas, também, podem se encontrar outros tipos mais comportadas. Embora realmente muito sensuais, temos a mistura de um clássico romantismo. Uma das marcas de uma Pin Up é a CEREJA, BATOM BEM FORTE E DELINEADOR.” (Fonte: Wikipédia)
Enjoy #SUASLINDAS