Autor: Juliana Lemes

  • Uma vez Diva, sempre Diva!

    Uma vez Diva, sempre Diva!

    Algo como “reinicializar”, sem perder os dados armazenados!

    Aqui estamos, de cara nova, MAIORES, MELHORES e DIVAS como sempre!

    Esse post é especial!

    Como puderam ver, a equipe diminuiu (sim, é pra chorar mesmo, pois nós também choramos). Algumas das integrantes fundadoras não estão mais conosco. Infelizmente…

    Uma vez Diva, sempre Diva

    Éramos um time de 9 mulheres. Hoje somos 5!

    Gostaria de agradecer, em nome de todas, a participação e o empenho durante esses 6 meses de Blog, pela divulgação e incentivo! Aqui também tem trabalho duro de vocês, porque cada uma tem uma realidade e uma disponibilidade, logo, tudo que foi construído aqui tem suor e merece respeito e admiração!

    Começamos (ou melhor, continuamos) um trabalho que está sendo reconhecido e contamos, sempre, com a colaboração de vocês Queridas! A porta está sempre aberta!

    “Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.”

    Beijo grande

    #goDivas


  • Motivacional – Trabalho em Equipe

    Motivacional – Trabalho em Equipe

    A cada dia é mais complicado viver no ambiente de trabalho! Precisamos ter ciência da importância de bons exemplos e do poder que temos quando, juntos, pensamos sobre um mesmo assunto! Tome a iniciativa, contamine as pessoas com boas ações e pensamentos positivos! Seja a mudança que você quer ver no mundo!


  • Make NinaCris

    Make NinaCris

    Make NinaCris

    Meninas lindas da minha vida! Mais um vídeo de make, sugerido pela Diva @ninacris ! Espero que gostem! E desculpem a falta de nexo nas conversas… Eu ando meio… Do que é que eu estava falando mesmo?

     


  • Esmalte da Semana – Maria Cereja

    Esmalte da Semana – Maria Cereja

    Maria Cereja
    Eu estava com saudade de minhas unhas vermelhas! O problema é que, com essa luva nossa de todo dia, não há unha que resista (além, claro, de outros fatores, principalmente o stress). Minhas unhas estão curtas (embora nunca fossem compridas) mas com um diferencial: estão fracas, lascando. Ou seja, retomarei meu suplemento do vitamínico para que elas voltem ao normal.

    A cor de hoje é um vermelho, coleção antiga da Impala (mas que ainda faz sucesso nas lojas de cosmético e nos salões de beleza) – Maria Cereja! Um vermelho, meio goiaba, com rosa. Nem eu sei definir a cor do esmalte em si. Só afirmo que, dependendo da luminosidade, o tom varia. Acho o máximo. Um esmalte cremoso, com boa cobertura e secagem rápida!

    Unhas vermelhas, mulher poderosa! Sempre…

    Enjoy lindas!


  • Síndrome do Dente Gretado

    Síndrome do Dente Gretado

    Síndrome do Dente Gretado

    Não é raro aparecer no consultório queixas do tipo: “Meu dente dói quando eu mastigo e bebo água gelada!” Ao exame clínico, tudo em perfeito estado. O paciente apresenta boa higiene oral, as restaurações de metal estão polidas, as resinas adaptadas, sem sinais de disfunções na ATM, sem desgaste. Eis que um belíssimo ponto de interrogação aparece… MEU DEUS, O QUE É ISSO?

    Pode-se tratar de um caso de “Dente Gretado”, “Fratura Incompleta” ou “Fratura de Galho Verde”, onde microfissuras ocorrem em esmalte e dentina, podendo ser verticais (da coroa para a raiz ou o inverso) ou atravessar o dente no sentido médio-distal.
    O profissional deve estar atento às causas e o diagnóstico é difícil. Geralmente o paciente relata sensibilidade ao mastigar alimentos duros e doces além de alterações de temperatura. Ocorre, também, a dificuldade do paciente em dizer, ao certo, qual o elemento que dói.
    A Síndrome está associada a diversos fatores:
    • Preparo cavitário extenso
    • Hábitos parafuncionais que gerem forças excessivas de compressão (bruxismo e/ou apertamento)
    • Pinos intra–radiculares rosqueáveis
    • Alterações extremas de temperatura em elementos restaurados, em virtude da diferença de expansão térmica linear do material em comparação ao dente
    • Expansão tardia do amálgama de prata
    • Calor resultante da falta de refrigeração dos instrumentos de alta rotação
    Para diagnosticar, o profissional pode usar de meios como: pedir para o paciente morder um rolete de algodão ou cunha de madeira e avaliar o relato ou não de sensibilidade; isolamento absoluto e secagem do elemento dental, que permita uma visão da trinca (muito difícil em elementos posteriores). Exames radiográficos dificilmente ajudam no diagnóstico, a não ser em casos em que houve necrose pulpar com lesão periapical. Além disso, manchamento causado em dentes restaurados com amálgama podem sugerir a presença de trinca.
    Trincas de esmalte não causam sintomatologia dolorosa, ao contrário das trincas que acometem a dentina, pois ocorre movimentação dos flúidos dentro dos túbulos dentinários. O dente gretado não responde conclusivamente a testes de percussão vertical/horizontal, testes térmicos e elétricos e radiografias podem não mostrar pequenas trincas.
    Como devemos proceder?
    Primeiramente, ajuste oclusal e selamento da interface dente/restauração. Caso os sintomas permaneçam, remoção do material restaurador seguido de restauração provisória com Ionômero de Vidro e proservar por de 7 a 15 dias. Se os sintomas desaparecerem, recomenda-se a confecção de restaurações onde ocorra recobrimento das cúspides, pois evitam a evolução da trinca para uma completa fratura. Caso não haja resposta, tratamento endodôntico seguido de procedimento restaurador.

  • Com ou sem Barreira Gengival?

    Com ou sem Barreira Gengival?

    No caso, barreira da SDI, parte do kit do Pola Office Bulk (kit para 5 pacientes). Arquivo pessoal.
    Mais um debate no Twitter deu origem a uma postagem no blog Pink! A polêmica agora é em cima das Barreiras Gengivais, utilizadas como coadjuvantes nos casos de isolamento absoluto e, principalmente, como proteção tecidual nos casos de clareamento em consultório. 

    As barreiras gengivais são resinas fluidas, geralmente coloridas, fotopolimerizáveis, usadas para auxiliar o vedamento de isolamento absoluto (principalmente em casos de tratamento endodôntico) e proteção do tecido gengival durante o procedimento de clareamento.

    Diversas marcas de géis clareadores no mercado possuem kits onde as barreiras estão inclusas. É o caso das marcas SDI, Villevie e Dentsply. A FGM possui a opção de kits clareadores com e sem a barreira gengival. A Ultradent, no caso do produto Xtra Boost (peróxido de hidrogênio 38%), só vem com as seringas com o agente clareador, sendo a barreira vendida separadamente.
    Na minha opinião, o profissional que compra um kit para clareamento precisa da barreira gengival. É inquestionável a necessidade do uso. É protocolo clínico. Concordo que a barreira seja vendida separadamente (seja para repor estoque no caso de muitos procedimentos clareadores ou para quem as utilize, simplesmente, como auxiliar na vedação da umidade).
    Ao argumentar com a FGM no Twitter, recebi o esclarecimento de que a empresa disponibiliza as versões com e sem barreira por conta do “tipo de cliente“. Bom, sendo um procedimento clareador, o que difere um paciente do outro no quesito proteção? Nada. A soma dos valores do kit sem a barreira + barreira avulsa não é diferente do kit com barreira gengival inclusa. Logo, qual o motivo da não inclusão do material?
    No caso da Ultradent, acho importante ressaltar que a concentração do peróxido de hidrogênio a 38% exigiria um kit completo de proteção. Não há barreira nem agente dessenssibilizante e neutralizante inclusos. Particularmente, um absurdo.
    Por que da necessidade do material?
    “Uma possibilidade de efeito colateral da técnica de clareamento é a ulceração da gengiva marginal, decorrente de trauma de escovação e/ou moldeira, associado ao contato do gel clareador na técnica de clareamento caseiro ou pelo contato direto do agente clareador quando houver descuido na confecção da barreira de proteção gengival na técnica de clareamento em consultório” (Ewerton Nocchi Conceição – Dentística Saúde e Estética – ed. Artmed 2ª edição, pg 241).
    Queimaduras pelo gel clareador
    As queimaduras pelo agente clareados são essas áreas esbranquiçadas na gengiva. Um quadro reversível e tratado com solução de bicarbonato de sódio (por isso um dos motivos de não se realizar profilaxia com jato de bicarbonato, já que ele é neutralizante do peróxido). As lesões desaparecem assim que ocorre a completa reidratação da mucosa. Mas, até lá, sensação de queimação e ardor são relatados. Um quadro extremamente desconfortável ao paciente (e isso eu falo por experiência própria). O procedimento de proteção tecidual deve ser muito bem realizado, com uma barreira efetiva que protega as papilas interdentais e checagem com espelho clínico, por oclusal/incisal, para verificar se houve alguma falha no selamento.
    Logo, não sei o motivo da opção ter ou não um ítem de extrema importância para o procedimento.
    No dia do “debate” no twitter, a FGM tentou usar um arumento exposto por uma colega como uma das justificativas de haver kits com ou sem o produto – “Meu paciente apresentou reação alérgica a barreira“. Esse relato são casos isolados e outras medidas devem ser tomadas.
    Além de quebra de protocolo clínico, é muito chato precisar desmarcar um paciente por não haver a disponibilidade imediata de reposição do produto quando, ao abrir um kit lacrado, não se encontra a barreira. Na minha ciadade não há Dental. Logo, preciso fazer minhas compras em outras cidades ou pela Internet.
    Na semana que houve a conversa, eu tinha 3 clareamentos agendados para o período da tarde e precisei desmarcá-los em virtude da falta de barreira no kit e pelo fato da Dental ter atrasado a entrega.
    Como faz?
    Acredito que as empresas do ramo devem considerar a hipótese e o debate ocorrido e melhorar a apresentação dos produtos. Hoje, antes de comprar, eu verifico os componentes presentes no kit e dou prioridade aos que se apresentam mais completos.
    Com isso, algumas marcas sobem no meu conceito enquanto outras…

  • Emergências no SUS

    Emergências no SUS

    A Saúde Bucal Levada a Sério?

    Semana passada, no Twitter, um assunto tomou conta da minha timeline e da de outros colegas dentistas – o atendimento do paciente usuário do Sistema Único de Saúde! O assunto ficou tão “bom”, que nos reunimos no MSN e fizemos um Odontochat, sério, discutindo sobre o sistema. Eis que hoje de manhã, minha primeira paciente era uma emergência. Quer saber o que houve?


    Na quinta-feira passada essa paciente compareceu ao consultório, queixando-se de dor. Como ela não havia disponibilidade de horário para ser atendida naquele momento, pediu que a agendasse para hoje, no primeiro horário. A agenda estava cheia, logo a encaixei meia hora antes do início normal dos meus atendimentos.

    Cheguei ao consultório e a paciente me informou que na quinta (dia que ela compareceu ao consultório), procurou o atendimento odontológico no Hospital de Emergência da cidade, pois ela sentia muita dor.

    Relatou que o colega que a atendeu apenas “deu um ventinho” (SIC) no dente dela e a medicou com Amoxicilina, Diclofenaco e Paracetamol, alegando que o dente precisava de tratamento de canal. O antibiótico e o antiinflamatório foram administrados via parentereal (injeções) e a paciente foi dispensada, com o dente aberto.

    Bom, a meu ver, o paciente que comparece à noite, num atendimento de emergência, não está de brincadeira. As pessoas conseguem dormir com dor de cabeça e com cólica, por exemplo. Mas, dificilmente, consegue-se dormir com dor de dente. Aliás, quando eu trabalhava no PSF, sempre comentava com a equipe: o paciente que chega à Unidade de Saúde antes da equipe, relatando dor, realmente está com dor. O cuidado precisa ser redobrado, porque ninguém acorda antes do galo cantar à toa!

    Não entendi o motivo da prescrição do antibiótico, já que não havia edema. O elemento estava aberto e o procedimento que deveria ser realizado não demoraria 20 minutos – abertura + irrigação/instrumentação do canal + tricresolformalina + curativo com OZE. Qual o mistério nisso? Pra que bombardear a paciente de medicação sendo que a intervenção clínica resolveria o problema dela? E outra, além da administração excessiva de medicamentos, a falta de orientação. Ela chegou aqui do mesmo jeito que compareceu ao atendimento público – dente aberto.

    Era exatamente sobre isso que falávamos no MSN.

    Até que ponto ocupar um cargo público na Saúde é comodismo/segurança e quantos são os profissionais realmente capacitados e engajados com a causa da população (carente) desse país? Será que o município dispõe da quantidade necessária de profissionais que realmente trabalham ou as Prefeituras virarm cabides de empregos? As equipes de saúde estão completas? A demanda de pacientes é atendida? E, o mais importante, atendida com dignidade e respeito?

    Para ocupar um cargo público, sabemos que “Concurso” nem sempre é necessário. Em cidades pequenas, esquemas de conxavos e favores políticos fazem um profissional ser contratado para atender à população. Se ele se enquadra às necessidades do trabalho, são outros 500…

    Alguns municípios contam com a capacitação do profissional e o incentivo ao curso de pós graduação em Saúde Pública, caso que ocorre no município de Paty do Alferes / RJ.

    A questão é que, além da falta de preparo (ou vontade de trabalhar), geram vários problemas: reclamações por parte dos pacientes, prescrição errada de medicação, uso indiscriminado de antibióticos e uma bola de neve se forma, porque os problemas não são solucionados. A sujeira é colocada em baixo do tapete.

    Sendo o SUS Universal, por que esse tipo de descaso na Saúde?

    Como resolver isso? Sinceramente, não imagino.

    Só penso que, se não está apto para ficar “in loco” num Hospital que é referência de atendimento para vários municípios vizinhos, saia. Melhor do que ficar aí… Dando injeção nas pessoas e mandando pra casa dormir.


  • Motivacional – Amor Incondicional de Pai


  • Dia dos Pais – José Carlos Siqueira

    >

    Aproveitando o post da @ninacris, venho aqui prestar minha homenagem ao meu pai… 

    Meu pai faleceu em novembro de 2006, vítima de um acidente de carro causado por um motorista alcoolizado. Era um ano de muitas decisões na minha vida: formatura, mudança de cidade para começar o trabalho, vida nova. Tudo que eu tinha planejado mudou e voltei pra Resende pra ficar com minha mãe e irmã.

    Meu pai era o filho mais velho, único homem de uma família de 3 filhos. Mineiro de Itajubá, formou-se em Engenharia Civil, trabalhou por 22 anos na CSN e depois em obras grandes, como a fábrica da Coca-Cola em Jundiaí, Torre de Resfriamento da Reduc, em Duque de Caxias e seu último trabalho foi para o Porto de Sepetiba, no Rio. Como ele mesmo dizia, sempre rindo, construir casas era coisa de arquiteto. Ele gostava das megaconstruções, máquinas gigantescas e adrenalina.

    Amante de moda de viola, de cozinha e pescaria, era Flamenguista roxo e não se conformava com o fato de eu ser Botafoguense.

    Adorava jogar Freecel e Paciência no computador e ligar pra minha república, de madrugada, só pra me acordar e perguntar se eu “queria beber água”. Ele era muito brincalhão!

    Católico fervoroso, não passava um final de semana sem ir à missa e ralhava comigo e com minha irmã quando trocávamos a Comunhão pela diversão com os amigos.

    Tudo o que sei sobre carros, fazer baliza na ladeira, dirigir na estrada, como temperar um peixe, fazer churrasco e, sobretudo, entregar a vida à Deus, são algumas das coisas que eu aprendi com ele.

    A saudade dói, diariamente. Eu melhorei muito e tenho consciência de que ainda tenho muito o que fazer…

    Sinto por ele não ter ouvido meu discurso de formatura, por não estar comigo na compra do meu consultório, no dia do meu noivado…

    Mas hoje penso que toda essa dor não é nada perto da felicidade do dia que nos reencontraremos. Pensar assim é o que me conforta, quando a saudade machuca.

    Minha homenagem pra ele foi uma tatuagem feita em Março de 2007, com o trecho da música “Anjo Mais Velho – Teatro Mágico“. Não sei se ele gostou não, mas… É algo que trago comigo, sempre.


    Aos papais seguidores desse blog, um feliz dia para vocês! E aos que podem abraçar os seus, não percam tempo em fazê-lo.

    Deixo uma música que diz muito sobre meu pai e que, com certeza, ele ouviria sem parar, como fazia com os outros CDs de sertanejo que tinha no carro…


  • >Concurso Cultural Odontodivas!

    >Hoje é sexta feira e a intenção é DIVERSÃO! Divas e Divos queridos, fiéis seguidores do nosso blog pink, A HORA É ESSA! Dance, filme e mande pra nós! Vamos nos divertir um pouco! Seriedade demais envelhece viu? Obrigada a todos que contribuíram para o sucesso desses 6 meses de blog!

    Para participar, basta gravar um vídeo FAZENDO ESSA DANCINHA AÍ, colocar no Youtube e enviar o link para as Divas!

    Os melhores vídeos ganharão: iPad(pelo amor de Deus para os pacientes não faltarem); iPod(tirar férias?); iValiação Clínica sem Medo de Dentista; MiQuiagens da @julemes; iMofadas do Sofá Do Dentista; iVatares do @geissonsoares!!!!!!!!

    Não fique fora dessa GRANDE promoção!