Autor: Juliana Lemes

  • Make da Semana – Acobreado

    Make da Semana – Acobreado

    Make Acobreado! Fiquem lindas!

    Mais um #mimimi da dona do Sofá do Dentista, Dra. Camila Collos, vulgo Camis!

    A bonita mudou a foto do avatar dela no Twitter! Colocou uma linda moça, de pele de porcelana e um make cobre, com olhos bem dourados e um batom rosa! Ela pediu pra que eu fizesse! (mais…)


  • Esmalte da Semana – Corda Bamba

    Esmalte da Semana – Corda Bamba

    Engraçado como as empresas mudam os nomes dos esmaltes, mas a cor permanece!

    Essa coleção nova da Colorama, “Respeitável Público“, me mostrou muito bem que isso acontece. Salvo alguma exceção, as cores só deram uma repaginada no vidrinho!

    São 7 cores, onde vc irá constatar o “relançamento” do Rosa Chiclete, do Vermelho Ivete, do Jeans, do Atrevida e, pasmem, até mesmo do famoso e velho Areia!

    Essa semana optei por uma cor clara. O esmalte Corda Bamba é uma versão cremosa do Areia (um trasnparente que muita gente usou e que era a escolha da minha mãe sempre que ia ao salão).

    Um nude, meio sem graça, pra dizer a verdade. Boa cobertura, secagem rápida, mas achei que o esmalte ficou grosso muito rápido durante a aplicação (primeira, assim que adquiri as cores).

    Com o tempo vou postando ou, se me der na cabeça, pinto uma unha de cada cor e mostro pra vocês!

    Mas, segue a foto dos vidrinhos que comprei. Só não comprei o tal “rosa”.

    Beijocas

    Enjoy!


  • Motivacional – Vida & Risco


  • Esmalte da Semana – Vermelho de Guerra

    Esmalte da Semana – Vermelho de Guerra

    Unhas vermelhas, mulheres Poderosas!

    Ok Ok! O esmalte não é de nenhuma coleção atual. Foi lançado em fev/março, é da coleção SFW, da Impala e eu, desde que sairam as cores, comprei e NUNCA usei. Aliás, fato esse que ocorre com mais uns 4 vidrinhos!

    Eu adoro vermelhos! Acho chique, universal e deixa toda mulher poderosa! Como eu tenho pele branquinha, aposto nessa cor quase sempre (embora tenha variado muito e mudado muito meu conceito sobre cores). (mais…)


  • Previously on OD…

    Previously on OD…

    Paciente compareceu ao consultório solicitando cancelamento do tratamento… Como explicado no post “Garantia de Procedimento Clínico“.

    Conforme solicitado, o paciente retornou para avaliação radiográfica! Já é um grande passo, já que os pacientes dificilmente fazem isso para contestações de um modo geral.

    A história mudou um pouco…

    O paciente veio acompanhado do pai e disse que procurou o atendimento odontológico oferecido pelo Hospital de Emergência do município porque o rosto dele inchou! Por sorte, o mesmo trouxe a receita do médico que o atendeu. Prescrição de antiinflamatório. Sem olhar a radiografia, já alertei: “_ Bom, se vc estava com o rosto inchado, algum antibiótico deveria ser administrado e um acesso feito seguido de encaminhamento ao Endodontista”.

    O paciente titubeou e o pai dele alegou que não tinha meus telefones de contato.

    Realmente, ele não tinha meu celular, pois eu sempre saio do consultório depois das 20h. E eu não dou celular para paciente, a não ser que o procedimento realizado realmente tenha sido muito invasivo e o paciente apresente qualquer tipo de problema de saúde que justifique um contato imediato comigo. Em cartões de apresentações antigos, eu colocava o número do meu celular e os pacientes confundiam emergência com agendamento de consulta. Pronto. Mudei de número e não forneço mais e não autorizo minhas funcionárias a informarem o número. Enfim…

    O paciente não me procurou na sexta e a radiografia não foi solicitada por ele em uma clínica radiológica, como ele havia dito. Ele foi a outro profissional (um terceiro), que fez o exame e já agendou as consultas para continuar o tratamento.

    Após avaliação do Rx, levei o paciente e o pai para verem o exame comigo. Expliquei toda a imagem, o que é dentina, o que é esmalte, o que é o famoso “canal”. Expliquei, ou melhor, reexpliquei sobre as possíveis causas da sensibilidade e disse que, se o rosto dele realmente tivesse inchado, o acesso teria sido realizado no Hospital. Notem a radiografia.

    Rx periapical do elemento 16

    Nota-se que os cornos pulpares são evidentes mas que há uma quantidade considerável de dentina remanescente, o que não caracteriza um comprometimento endodôntico.

    O que pode ter ocorrido: por se tratar de um paciente jovem, a amplitude dos túbulos dentinários á maior e estímulos químicos, físicos ou mecânicos (preparo cavitário, aplicação de ácido e sistema adesivo, força de contração do material, etc, etc, etc)  proporcionam movimentação de líquidos dentro dos túbulos, o que gera uma reação de sensibilidade pulpar (lembram da Teoria Hidrodinâmica?).
    Muito bem.
    Particularmente, eu procederia da seguinte maneira: RX inicial para verificar a profundidade da cavidade. Após constatação da não necessidade de tratamento endodôntico, remoção da restauração e proteção pulpar com hidróxido de cálcio seguido de restauração com Ionômero de Vidro. Proservar o caso por 45 dias e durante esse tempo, prosseguir com o plano de tratamento. Dependendo do relato do paciente após essa intervenção, encaminhar ou não para endodontia.
    Não sei o que foi dito ao paciente pela terceira profissional que o atendeu. Mas será que tem algo a ver com “aliciamento” de paciente?
    Minha conduta foi: redigir uma carta, em 2 vias, relatando todo o fato e me isentando de qualquer resposabilidade por procedimentos clínicos realizados após o ocorrido.
    O paciente assinou, pedi a secretária que assinasse como testemunha e eu assinei e carimbei.
    Entreguei a guia dele e, educadamente, disse que as portas estão abertas caso ele precise de algo.
    Mas eu informo: se der problema, o que era X reais vai para 3x…


  • Como matar um dente de Vampiro

    Diz a lenda que para matarmos um vampiro precisamos enfiar uma estaca no coração, alho e água benta.

    Mas até então, nunca falou-se em COMO MATAR O DENTE DE UM VAMPIRO!

    O paciente era bem apessoado e chegou ao consultório em um Volvo prata. Ouvi gritos das mocinhas na rua e, ao tocar o interfone, a secretária foi recepcioná-lo.

    Um homem extremamente pálido, que brilhava como diamantes à luz do sol da manhã, de olhos dourados! Edward Cullen! Mais parecia uma fada, mas era ele – o galã esverdeado e magrelo da Saga Crepúsculo!

    Edward "Sininho" Cullen

    Edward, como sabem, tem mais de 100 anos. Nasceu no dia 20 de junho de 1901. Depois da gripe espanhola e de ter sua vida salva por Carlisle Cullen, foi transformado em vampiro e vem, de tempos em tempos, fugindo das cidades e dos eternos coleguinhas de classe para não precisar justificar seu envelhecimento.

    Questionei o motivo da consulta e ele narrou sua história…

    … Certo dia, por volta da 1969, Edward procurou um dentista. Relatou uma dor absurda num incisivo central superior e realizou-se o tratamento necessário. Blá blá blá, o dentista morreu, Edward não. Mudou-se. Blá blá blá…

    Agosto de 2011, eis que tenho a honra de receber o “eterno jovem” em meu consultório! A estética dos dias atuais exigia um sorriso perfeito e a prótese feita há anos não se adequava às exigências do paciente.

    Pedi que Edward sentasse na cadeira e fiz uma radiografia. Eis que me deparo com isso…

    Assustei-me.

    Edward não sentia dor e a estaca estava alojada no dente há anos, sem qualquer tipo de alteração. Não sei se o motivo era a morte do paciente ou se o dentista, realmente, era bom.

    Seria o dentista algum tipo de “caça vampiros”? Enfiou a estaca no coitadinho do incisivo e eu, que não tenho nada de burra, joguei a bola pra outro. Se não doeu em quase 100 anos, não vai ser agora, nem comigo, que isso vai acontecer não é?

    Maldade…

     (Radiografia gentilmente cedida pela Dra. Carolina Leonardo Cunha, companheira de consultório, Periodontista e aluna do curso de especialização em Implantodontia)


  • Garantia de Procedimento Clínico

    Garantia de Procedimento Clínico

    Sua satisfação ou seu dinheiro de volta!

    Mais um fato! Acabou de acontecer no consultório.

    Paciente deu início a tratamento clínico comigo para posterior instalação de aparelho ortodôntico. Fiz a avaliação clínica, previsão de honorários, combinamos forma de pagamento e ele marcou o início. Sua primeira consulta foi na semana passada e, como de constume, iniciei pela profilaxia, aplicação tópica de flúor e orientações de higiente. Na próxima sessão, demos início ao tratamento restaurador. (mais…)


  • Motivacional – Sunscreen

    Motivacional – Sunscreen

    Na minha opinião, um vídeo que todos deveríamos ver diariamente!


  • Esmalte da Semana – Hippie Rua

    Esmalte da Semana – Hippie Rua

    Hippie Rua – Impala

    Mais um esmalte da linha “Novo 70“, da Impala (que eu comprei há um tempão, mas que só agora tive tempo de postar).

    Azul, como a grande maioria das coleções de Inverno (que já acabou, praticamente). Creio eu que seja uma boa aquisição ainda, já que o preto vem com tudo nas coleções de verão (e essa cor é bem parecido com o azul da caneta Bic)!

    Perolado (discreto e sem glitter), boa cobertura, secagem rápida, um fundo levemente arroxeado.

    Eu gostei! Me desculpem o algodão na foto, mas fazer as unhas às 22h dá nisso! Heheheheh

    Enjoy meninas!

  • Clínicas Populares – O barato pode sair caro.

    Clínicas Populares – O barato pode sair caro.

    O barato pode sair caro

    Muito comum hoje em dia, as Clínicas Populares procriam nos grandes centros urbanos. Não só restritas às grandes cidades, corrijo. Preços acessíveis e a promessa de resolução dos problemas clínicos do paciente. Até aí, tudo bem! Mas será que, realmente, vale a pena? Darei um relato particular…

    Há 2 anos eu iniciei meus atendimentos em consultório privado. Comecei em uma clínica onde não há atendimento de Convênios. Para mim não foi muito “lucrativo” (apesar todo aquele debate sobre honorários pagos por convênios e tal). Tinha dia que não aparecia 1 paciente, sequer, na clínica. E os que iam fazer avaliação, muitas vezes não voltavam.

    Nessa de correr atrás de outros empregos para completar meus dias de atendimento (e, consequentemente, minha renda), fui convidada para trabalhar em uma clínica conhecida aqui de Resende.

    Eu cogitei a hipótese de ir e lembrei que uma prima minha tinha trabalhado lá. Fui até ela para obter referências e o que eu ouvi foi chocante: luvas de procedimentos reaproveitada, tubetes de anestésicos reutilizados, falta de material de limpeza, agulhas gengivais reaproveitadas, fio de sutura “reesterilizado”. Daí pra baixo! A remuneração: R$50,00 pelo dia de trabalho, sendo que o expediente começava às 8:00 e terminava às 20:00, com 1 hora para almoço!

    Não me dei ao trabalho de, ao menos, ligar para “recusar” a proposta indecente.

    Continuei minha busca por emprego e fui a uma outra clínica. A aparência era muito melhor do que essa citada. Uma recepção organizada, disponibilidade de pagamento com cartões, boas instalações. Até que, o que era pra impressionar, foi por água a baixo: os donos não eram dentistas. Eram administradores e contratavam os profissionais para os atendimentos. Era uma clínica integrada.

    A proposta de trabalho era: 50/50, comigo dando todo o material. Até aí, sem grandes surpresas. Muita gente trabalha nesse esquema. Questionei a respeito do valor dos procedimentos e eles tinham uma tabela própria. Avaliando, percebi que são sanguessugas: uma extração, R$36,00. Uma prótese total, R$50,00 e, de novo, daí pra baixo.

    Perguntei se, como administradores, eles tinham noção dos gastos com materiais odontológicos. Titubearam, gaguejaram e eu já mandei uma bem delicada: “Vocês sentariam a mãe de vocês para tratar com dentistas que ganham R$18,00 para realizar um procedimento cirúrgico?”

    Não objtive um não. Mas virei as costas e fui embora.

    Recentemente, por coincidência, recebi uma paciente que é atendida nessa clínica 50/50! Ela faz tratamento Ortodôntico lá e chegou ao meu consultório com uma fístula imensa na região do elemento 21, cáries praticamente em todo arco superior e péssimas condições de higiene oral. O valor da manutenção Ortodôntica é cerca de R$40,00. E, infelizmente, o colega que a atende não a encaminhou para tratamento clínico antes da instalação do aparelho. Muito menos durante. Lógico que, nesse aspecto, precisamos levar em conta a assiduidade do paciente e tentar reverter o quadro com o nosso trabalho, sem culpar o outro pela situação que chegou até nós.

    A questão é: até que ponto, ganhar por volume de atendimento é vantajoso para o paciente? Como fica a fiscalização dessas clínicas populares pela Vigilância Sanitária? No caso onde os proprietários do estabelecimento não são da área, quem responde pelas instalações?

    Os pacientes precisam estar atentos às condições de limpeza, esterilização e registros legais na Prefeitura do município.

    E o profissional precisa se lembrar dos conceitos de Biossegurança, dos investimentos feitos para o trabalho diário e exercer, antes de tudo, uma Odontologia ética.

    Pagar barato, sai caro. Tanto para o paciente/cliente como para o Dentista.

    E eu, particularmente, cobro mais caro ainda pra fazer consertos.

    Costumo convencer, antes de tudo, que o valor pago não é um “gasto” e sim um investimento! (Palavras que nunca vou esquecer, nas aulas da professora Sueli Naressi).

    Com saúde, não se brinca!