Autor: Juliana Lemes

  • Doe Medula Óssea

    Doe Medula Óssea

    medula

    Tá pensando em se matar porque o namorado sumiu? Tá questionando se vale a pena viver? Ah vá!

    Então olhe esse vídeo e, com certeza, você mudará de idéia!

    Adorei o vídeo e quando vi no Facebook pensei: “Merece estar no blog!”

    DOE MEDULA ÓSSEA!


  • Clareamento Caseiro (ou tendencioso, como queiram)

    Clareamento Caseiro (ou tendencioso, como queiram)

    Depois do fuá do último post sobre clareamento aqui no OdontoDivas, aquele das fitas branqueadoras, me senti na obrigação de falar mais sobre o procedimento de clareamento caseiro.

    Muitos leitores (consumidores, assim como eu), me chamaram de TENDENCIOSA porque dentista é tudo um bando de morto de fome que ganha dinheiro por meio de procedimentos clareadores e que nós, profissionais, nos sentíamos bravos por estar sendo apresentada uma opção mais barata no mercado. Enfim, um blablabla democrático (ofensivo, mas democrático).

    Como se sabe, o clareamento dental surgiu em 1860, realizado exclusivamente em consultório, por meio do calor gerado por instrumentos aquecidos em contato com agentes químicos a base de cloro, dióxido de enxofre e ácido oxálico. O procedimento caseiro surgiu na década de 80, quando se observou o poder clareador do Peróxido de Carbamida utilizado como anti séptico bucal.

    Existem 2 produtos, hoje, utilizados para o tratamento: Peróxido de Hidrogênio (sim, ela mesmo – ÁGUA OXIGENADA), com variação de concentração de 3 a 38% e o Peróxido de Carbamida, com concentração variando de 10 a 37%. Daí você, meu caro leitor, se pergunta: qual a diferença entre eles?

    Simples!!!! A carbamida é carreadora do peróxido de hidrogênio e tem sua quebra (sua reação química) mais lenta. Ela se quebra em outros compostos químicos, também responsáveis pelo clareamento, até chegar no que realmente interessa: oxigênio e água.

    O oxigênio liberado na reação, por ter peso molecular leve, entra na estrutura dental, atinge as moléculas de pigmentos e PÁ – quebra essas moléculas e clareia o dente. Uma espécie e efervescência (no popular rsrs) acontece dentro do dente. Por isso nós Dentistas dizemos: CLAREAMENTO É UM PROCEDIMENTO QUE OCORRE DE DENTRO DA ESTRUTURA DENTAL PARA FORA DA ESTRUTURA DENTAL. Com essa afirmação, podemos dizer que as pastas clareadoras milagrosas não são tão milagrosas assim…

    O clareamento caseiro pode ser feito tanto com o peróxido de carbamida quanto com o peróxido de hidrogênio e a escolha de qual agente usar só será decidida depois da anamnese do paciente e do conhecimentos dos hábitos do seu cliente. Se é uma pessoa que vive com tempo contado, por exemplo, o Hidrogênio é mais recomendado, pois a reação é mais rápida – cerca de 1h. Se tem tempo sobrando, a carbamida pode ser indicada sem problemas. Mas o que é comum a ambos os compostos é a proteção tecidual.

    Para que o tratamento seja feito em casa é necessário confeccionar uma moldeira individualizada para o paciente cujo material é semelhante a um silicone, que garanta o recobrimento total das estruturas dentais e que assegure que, ao ser colocada na boca, não saia de posição nem permita extravasamento do material para os tecidos gengivais. Faz-se um molde, obtem-se um modelo e, depois, é feita a placa/moldeira.

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    Moldeiras confeccionadas a partir do molde do paciente (no caso, eu)
    Clareamento caseiro 014
    Notem que a seringa fornecida tem o mesmo composto das tiras clareadoras de farmácia – Peróxido de Hidrogênio 7,5%

    Depois desse passo laboratorial, é importante os esclarecimentos ao paciente em relação a quantidade aplicada, ao tempo de uso, ao consumo de corantes, sensibilidade dental, relação clareamento e procedimentos restauradores/protéticos e, principalmente, a recomendação de acompanhamento e registro da cor. Costumo dizer aos pacientes que eles não enxergam o clareamento, pois se acostumam com a beleza dos dentes brancos. É mais ou menos como ter um Fusca 67 e trocar por um Audi R8. Ambos são carros, mas você, provavelmente, vai esquecer como era dirigir o Fusquinha! 😉 Assim é com o clareamento: quando os dentes ficam brancos, você esquece de como eles eram quando amarelos.

    A seringa fornecida pelo profissional dura em média 3 semanas. A aplicação do produto é bem pouca, logo desconfie se a sua dura menos tempo (menos que 15 dias, por exemplo). Você, provavelmente, está fazendo isso errado e precisa ir ao seu Dentista e pedir mais orientações. O gel, quando aplicado na placa, em pouca quantidade, forma uma película quando em contato com o dente e essa película já é suficiente para que o processo ocorra. Não é necessário atolar a placa de clareador! Não faz a sem educação, gata! É de pouquinho… bem delicadamente!

    Há todo um estudo, um conhecimento científico que justifica a revolta dos Dentistas quando do lançamento das tiras no mercado. Antigamente, outra marca famosa (a da pasta vermelha) colocou no mercado um clareador que parecia um corretivo, desses de papelaria. Isso, na minha opinião, é chamar o Dentista de idiota! Há tempos não vejo esse produto no mercado, graças a Deus!

    É um tratamento, precisa de acompanhamento e requer orientações. Concordo que tem profissional que exagera na hora de repassar ao paciente os custos, mas acho que tudo é negociável. Mas, no produto vendido em farmácia, você não encontra informações como: se houver restaurações ou próteses, poderá haver a necessidade de troca dos mesmos; em caso de sensibilidade e queimaduras, que produto usar para amenizar os sintomas; garantia do serviço prestado, etc.

    O que importa, de verdade, é que isso seja feito sob supervisão de alguém que estudou pra isso e que, em caso de problemas, saberá como resolvê-los. Não adianta pegar um vidro de água oxigenada “Marcia” e sair bochechando por aí, achando que tá toda glamurosa e trabalhada no brilho dos dentes, muito menos encher o armário do banheiro com essas tiras que a Gisele insiste em dizer que são “bacanudas”.

    FAÇA CLAREAMENTO DENTAL RESPONSÁVEL. PROCURE UM DENTISTA!


  • Infelizmente, acontece.

    Infelizmente, acontece.

    Porque não é fácil ser dentista. Nem Diva…

    mulher batendo

     

    Conheça a página que mistura sarcasmo e mimimi! Porque toda mulher gosta de chorar as pitangas né? –> OdontoDiva da Depressão


  • “Eu NÃO Vou Para A Copa Do Mundo”

    “Eu NÃO Vou Para A Copa Do Mundo”

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    Como dito nas redes sociais: “O gigante acordou“. Mas será que acordou mesmo?

    Corrupção é uma palavra que, infelizmente, descreve a maior parte dos que estão no comando do nosso país. Estão sendo gastos milhões em obras que nós, cidadãos, não iremos usufruir depois ou que, se sim, por pouco tempo, porque logo inventarão algo para derrubar aquilo que foi construído.

    Enfim, a questão não é essa.

    O Blog OdontoDivas é um blog odontológico, mas não podemos deixar de manifestar ou publicar qualquer coisa que tenha a ver com a revolução que está acontecendo no nosso país nesse exato momento.

    Encontrei esse vídeo no Facebook. Uma brasileira, que mora no exterior, opinando sobre a “Copa do Mundo”.

    O que ela diz? Veja aí e opine também.

    Eu concordo com tudo, inclusive que ela é uma DIVA no vídeo.

    😉


  • Exames e suas Burocracias

    Exames e suas Burocracias

    Semana passada eu fiquei apavorada.

    Recebi uma mensagem do meu marido assim: “Vem me buscar. Passando mal.”

    Ele estava na academia e quando cheguei eu gelei. Ricardo estava com o lado esquerdo do rosto, literalmente, caído. Sentia uma dor de cabeça bem acima do olho direito, muito forte, seguida de vômito. Ele não conseguia articular palavras e eu, imediatamente, pisei fundo no acelerador e o levei ao atendimento de emergência. Na minha cabeça, só vinha um pensamento: Ricardo está tendo um AVC. Fizemos os teses de força e estavam normais. A pressão dele estava 140×90 mmHg, ele fez exames de sangue, ficou em observação e foi liberado pelo médico da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) com a orientação de procurar um neurologista.

    Agendamos a consulta com o neuro e foi solicitada uma Ressonância Magnética do crânio. Eu não tinha dúvidas que Ricardo tinha tido uma isquemia cerebral, pois há cerca de 2 anos minha mãe teve a mesma coisa: dor de cabeça seguida de vômito. Só que, no caso dela, ela teve acomentimento da área da audição e ficou 100% surda do ouvido esquerdo.

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    Na quinta feira, 9 de maio, fizemos a RM e tivemos a informação de que o resultado do exame só ficaria pronto dia 21!

    Aí eu pirei. Como ficar sem diagnóstico por tanto tempo?

    Procuramos outro neurologista e ele comentou que isso tem sido frequente aqui em Resende. Como a cidade possui 2 clínicas aptas a realizar as ressonâncias e como a maioria dos usuários são de planos de saúde, eles tem “forçado” a barra para fornecer o resultado dos exames. Não sei como funciona quando o paciente paga particular o exame, se o tempo de espera pelo resultado é menor. O médico disse, também, que na maioria das vezes precisa entrar em contato com a clínica para falar com o médico que fornece o laudo para poder, sem perder mais tempo, fechar um diagnóstico e um plano de tratamento para o paciente.

    Em Odontologia, por vezes, acontece a mesma coisa. Solicitamos um exame e ficamos na dependência dele para executarmos o tratamento de um paciente.

    Hoje, com a mudança na legislação, nós Dentistas podemos solicitar exames complementares além dos radiológicos. Mas, assim como o neurologista que atendeu meu marido, estamos sujeitos a esperar 15, 20 dias pelo resultado.

    Como devemos proceder?

    Minha dúvida (e esse é o motivo desse post) é saber: há alguma lei que exija a entrega rápida dos resultados de exames para diagnóstico e plano de tratamento do paciente? Ou somente os hospitais, por razões óbvias, tem essa agilidade na obtenção dos resultados?

    Eu sei que, comigo, foi assim: perturbei a clínica. Liguei várias vezes e expliquei a situação para todas as atendentes e para a gerente da clinica. Uma das atendentes, inclusive, disse que o médico só falaria com outro profissional da saúde. E eu, muito delicadamente (SQN), disse que era dentista e que ele poderia falar comigo. A resposta que tive da infeliz foi: DENTISTA NÃO É MÉDICO.

    Aquela velha história de desrespeito que a nossa classe enfrenta, onde médico é tratado como Deus e  nós como o coco do cavalo do bandido.

    E ai, alguém já passou por essa situação? Sabe de algo que obrigue a entrega dos resultados de exames serem mais rápidas? Quem devemos procurar para reclamar?

    Compartilhe conosco!

     


  • Clareamento Dental com Fitas Branqueadoras

    Clareamento Dental com Fitas Branqueadoras

    Desde que a empresa que tem a top Gisele Bundchen como garota propaganda lançou no mercado nacional as “fitas branqueadoras” o assunto virou polêmica.

    Há colegas a favor, há colegas contra, pacientes interessadíssimos e há comparação da nossa Odontologia com a Odontologia americana, onde esse tipo de produto é vendido em supermercados e farmácias, aparentemente sem a supervisão de um profissional dentista.

    Sabe-se que o clareamento dental é um procedimento muito procurado nos consultórios, principalmente pela imposição dos padrões de estética de hoje. Trata-se de um procedimento não invasivo, como bem sabemos, e com estudos científicos em grande número, o que garante ao paciente sua execução no consultório. Veja bem, eu falei no consultório! Ou melhor, mudando a frase: SOB SUPERVISÃO DE UM DENTISTA.

    Fitas clareadoras da Oral B
    Fitas clareadoras da Oral B

    Eu, como não poderia deixar de participar desse “fuá”, me dispus a comprar as tais fitas branqueadoras e opinar, não só como profissional da área, mas como consumidora e como tal, alguém que quer os resultados que a propaganda promete.

    A caixa com o produto contém 14 embalagens com 2 fitas cada: uma para o arco superior e outra para o arco inferior.

    Ao posicionar as fitas nos dentes, percebe-se que os dentes contidos no sorriso estético são abrangidos pela fita (de primeiro pré-molar a primeiro pré-molar superior e de canino a canino inferior) e, consequentemente, pelo produto (peróxido de hidrogênio em concentração inferior a 10%). O fabricante solicita que as fitas fiquem em contato com os elementos dentais limpos e por um período de meia hora. Como já dito aqui, o peróxido de hidrogênio tem reação rápida, logo 30 minutos realmente é o suficiente para a decomposição do princípio ativo em água e oxigênio, o responsável pelo clareamento. Mais que 30 minutos, não há efeito pois a reação química que tinha que acontecer já teve seu pico.

    As tiras são moles, o que torna a aplicação das mesmas meio “desajeitada”. Facilmente elas se deslocam no arco. As superiores acabam por “escorregar” para a gengiva e as inferiores começam a deslizar para a parte palatina dos dentes. Se o paciente não conseguir manter a língua parada, corre-se o risco de remover, completamente, as tiras de posição.

    Em todas as sessões que fiz, senti dormência na ponta da língua e queimação na gengiva marginal. Houve sensibilidade dental, mas isso é esperado de qualquer procedimento de clareamento e, como esse é o 5° clareamento que eu faço e em todos eu senti, não me espantou a dor, principalmente nos elementos inferiores.

    Utilizei o produto por 5 dias consecutivos e notei sensibilidade ao escovar os dentes. Mas a sensibilidade que eu relato não é somente nos dentes. Eu tive lesões (pequenas úlceras) na região de pré molar superior e vermelhidão na gengiva marginal. Tive que trocar minha escova (que já é macia) por uma extra macia para não machucar mais os tecidos moles. A dormência da ponta da língua permaneceu enquanto eu usei o produto.

    Queimadura causada pelo peróxido na região de pré molar superior
    Queimadura causada pelo peróxido na região de pré molar superior
    Vermelhidão na gengiva marginal causada pelo extravasamento do produto
    Vermelhidão na gengiva marginal causada pelo extravasamento do produto

    Procurei uma colega periodontista e a orientação que tive (além das fotos tiradas pela Dra. Carolina Leonardo Cunha) foi: SUSPENDA O USO DO PRODUTO.

    Clareamento é um tratamento odontológico e precisa de supervisão.

    A confecção de moldeira individual nos casos dos procedimentos caseiros é importantíssimo. Notem que, ao aplicar as tiras, há uma espécie de “baba” formada pelo agente clareador e isso gera as lesões ulceradas na gengiva. Há excesso de material e as tiras não conseguem manter o produto apenas em contato com o dente.

    Quando fazemos o clareamento com o auxílio de moldeiras, orientamos o paciente em relação a quantidade de produto justamente para não haver o extravasamento do peróxido e evitar esse tipo de injúria tecidual. Lógico que, também, vale a pena ressaltar, que o uso de moldeira evita que o produto seja engolido e cause problemas ou desconfortos gástricos no paciente.

    Se você pensa em comprar um produto assim, reconsidere. É barato, é acessível mas não traz a segurança que um tratamento de saúde necessita.

    Procure seu dentista.

    Faça clareamento dental responsável.


  • Diário de uma (quase) ex-gorDIVA #15

    Diário de uma (quase) ex-gorDIVA #15

    Sabe quando você quer uma coisa, há muito tempo, e quando conquista os olhos enchem de lágrimas de felicidade?

    Pois bem! Venho, por meio desse blog pink Odontosférico, informar: EU SAÍ DOS 3 DÍGITOS NA BALANÇA!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Gente, vocês não tem idéia de como eu me senti quando subi na balança e vi os 99,5 kg! É muito? Sim. Mas é por pouco tempo, pois dedicação da minha parte é o que não está faltando!

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    Há 2 semanas fiz minha primeira avaliação física na academia. O professor me pesou, tirou todas as minhas medidas com fita métrica e mediu as dobras do meu corpo com um adipômetro (se não me engano era isso mesmo). A finalidade desse tipo de avaliação pra quem pratica esportes é verificar a diminuição do porcentual de gordura e, ao mesmo tempo, o ganho de massa muscular. No caso de pacientes gastroplastizados, a perda de massa magra (músculos) é muito grande e é NECESSÁRIO que ela seja “reconstruída”, digamos. Para isso, nada melhor do que os exercícios com peso. Com a musculação, há o ganho de massa e a diminuição da gordura, ainda mais quando o treino é direcionado para as duas coisas.

    Há 2 meses praticando musculação, vi mudanças consideráveis no meu corpo. Minhas coxas estão mais definidas, meus braços não estão tão flácidos e a minha postura melhorou com a prática dos exercícios para as costas e abdomen. SIM! Costas fortes não se faz sem abdomen forte. Lembro que quando eu nadava, o professor enfatizava a importância do abdomem para a manutenção da flutuação e da postura correta para melhor desenvolvimento na água. E é verdade. Para nós, dentistas, esses dois grupos musculares necessitam ser trabalhados para que consigamos terminar nosso dia sem aquelas dores insuportáveis.

    Nessa montagem, na primeira foto eu tinha 12 dias de operada e já tinha emagrecido 10kg. Na segunda foto, tirada no dia do meu aniversário em abril, eu já estava com 100kg!

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    Minha alimentação está, praticamente, normal. Agora, malhando 5x por semana, fiz uma avaliação com uma nutricionista desportiva, pois preciso aumentar o consumo de proteínas. Como não consigo comer grandes porções de carne, a suplementação é importante.

    A queda de cabelo melhorou um pouco. Tem semana que não cai quase nada. Tem semana que me desespero com o bolo de cabelo que cai durante o banho. Não cortei os cabelos e já consegui fazer as minhas luzes, normalmente, sem agredir tanto os fios.  A ingestão de dermocosméticos continua: Inneov Nutre Care, Imecap Hair e, agora, um produto a base de colágeno, vitaminas e minerais, chamado Nutricé Skin Lift. O uso de Materna (polivitamínico) continua e, de acordo com a médica que me acompanha, por 1 ano, que é o tempo previsto para o meu emagrecimento.

    De acordo com a avaliação que fiz na academia, minha composição corporal hoje é:

    • % gordura atual: 27,98
    • Peso Gordo: 28,17kg
    • Peso Magro: 72,53kg
    • Peso Desejável: 91,8kg
    • % gordura ideal: 21%
    • IMC: 33,25 (Grau de obesidade I)

    Quem é gordo sabe como é difícil a prática de atividades cotidianas além  dos constrangimentos, humilhações e exclusão social.

    Hoje, com 37kg eliminados em quase 7 meses de gastroplastia, afirmo que minha vida mudou completamente: não tenho aquele pavor ao sentar de cadeiras plásticas, uso salto e não me canso, o sexo melhorou, não me canso ao me movimentar no consultório, trabalho numa postura melhor e, além disso tudo, estou me sentindo mais bonita!

    Degrau por degrau estou alcançando meus objetivos!

    Estou muito feliz! E como diz uma amiga minha, “me sentindo a bala que matou o Kennedy”! Rsrsrsrsrsrsr!

    😉


  • A Saúde Está Doente

    A Saúde Está Doente

    Nós, do OdontoDivas, e diversos outros blogs na área da saúde já publicamos algo sobre convênios.

    O papo sempre rende boas discussões e, na verdade, nunca se chega a lugar algum.

    saúde

    Os Conselhos, fiscalizadores da nossa profissão, quase sempre não se envolvem e, em 7 anos de Odontologia, vi uma (1) manifestação contra os abusos das operadoras de planos de saúde.

    Eu sou uma dentista que atende convênios e sei que, nesse momento, alguns colegas vão me chamar de “idiota”. Mas a minha realidade não me permite não atender convênios (ainda…) e eu, como todos vocês, tenho contas a pagar. Preciso e atendo convênios.

    Ontem, no Facebook, circulou um “desabafo” de um médico sobre o atendimento, comparando-se a um cabeleleiro.

    Já me senti, muitas vezes, no mesmo dilema dele.

    A Saúde está doente! Precisamos de valorização profissional, tanto por parte das operadoras quanto por parte dos pacientes!

    Vejam o que ele disse…

     

    Médicos e cabeleireiros

      Há algum tempo escrevi um texto para o jornal A Folha de São Paulo, que ainda não foi publicado, mas que ilustra bem esta situação. Segue abaixo em primeira mão para o Grupo ORL-BR.

     

    – Como está agora?
    – Bem melhor.
    – Precisa cuidar direitinho. Tome cuidado, ok?
    – Pode deixar.
    – Te vejo no mês que vem?
    – Com certeza.
    – Quer deixar marcado?
    – Melhor não. Não quero prender seu horário. Depois eu ligo e marco com mais certeza.
    – OK. Até lá!
    – Até…

     

    Este foi meu último diálogo com um profissional que vejo quase todos os meses. Felizmente, não sofro de nenhuma doença crônica que precise de acompanhamento periódico. Nem tampouco sou hipocondríaco ou faço exames regulares com receio de algum mal maior. Este foi um fragmento de conversa com o profissional com quem corto o cabelo há mais de 10 anos.

    Saindo do salão deixei um cheque no valor de R$ 40,00 referentes ao corte e mais 10% de gorjeta, como meu pai me ensinou: “Filho, estes profissionais ficam bem mais motivados a trabalhar, se você demonstrar satisfação”.

    Chegando ao consultório me deparo com uma situação constrangedora onde uma paciente recusava-se fornecer seu cartão do plano de saúde para ser feita a cobrança junto à seguradora, pois alegava que era retorno de consulta, onde ela apenas teria vindo para mostrar os exames que eu pedira há 2 meses atrás. Para contornar a situação, acabei orientando que não fosse feita a cobrança e que a atenderia assim mesmo. Afinal, poderia dar a impressão que eu estaria sendo mercenário ou que minha atitude não era digna de um médico com mais de 20 anos de formado.

    Ao deitar para dormir à noite, algo me inquietava e afugentava o sono.

    Eu pagara R$ 44,00 ao cabeleireiro e, no mesmo dia, tivera recusado pela paciente uma cobrança de R$ 34,00 referentes a uma consulta médica para avaliar alguns exames, que me orientariam na conduta frente a um diagnóstico de câncer e sua possibilidade de cura.

    No mês seguinte, voltei ao salão para cortar o cabelo com um pouco menos de entusiasmo. Considerando o investimento em formação técnica e profissional, proporcionalmente, se eu recebo R$ 34,00 por uma consulta, deveria pagar não mais do que R$ 5,00 para cortar o cabelo.

    Conversando com o Lúcio, ele me dizia que fizera um curso de 1 ano em escola de cabeleireiros, que vai anualmente a congressos para conhecer novas técnicas, novos produtos e se atualizar nos cortes da moda. Disse que tem que trabalhar até as 20 horas e também aos sábados. Realmente fiquei orgulhoso em saber que meu profissional é um sujeito atualizado.

    Novamente a inquietude me tomou de assalto e não pude deixar de me comparar ao Lúcio. Certamente ele não tem curso superior. Nem tampouco pós-graduação. No entanto, isto não o faz uma pessoa menor. Maneja muito bem a tesoura e a máquina e dá o que o cliente quer: satisfação. Valoriza seu trabalho e investe na profissão.

    Voltei a pensar em mim.

    Ele está certo. O que motiva então esta comparação entre um médico e um cabeleireiro? Vejamos: ambos temos clientes. Os dele são mais fiéis do que os meus, pois os meus vieram até mim por intermédio do livrinho do convênio. Os dele são 100% particulares. Nós dois cuidamos da saúde das pessoas, claro que ele cuida dos cabelos e eu do resto. Vestimo-nos de branco impecavelmente. Manejamos a tesoura com habilidade. Está certo que as estruturas que eu corto, normalmente, sangram e doem, mas temos que ter certa habilidade para tanto. Em alguns momentos usamos luvas e máscaras, para nos proteger e até proteger o cliente. Trabalhamos bastante. Às vezes temos que atender em 15 minutos, mas normalmente damos conta do recado, neste período. Precisamos de infra-estrutura como pias, cadeiras, telefone, secretária, agenda, café, revistas, sala de espera, etc. Pagamos impostos sobre o serviço realizado. E quantos…

    E nossas diferenças? Bem, fiz a faculdade em 6 anos, após muito estudo para enfrentar um dificílimo vestibular. Diploma em mãos, foi pra gaveta, pois nova prova era necessária para fazer uma especialidade, desta vez com funil ainda mais apertado. Mais 3 anos se foram. Aos meus 27 anos de idade, eu havia passado 1/3 deles na Santa Casa de São Paulo. Daí comecei a trabalhar como plantonista, diarista, funcionário e até professor, para finalmente montar meu próprio consultório. Clientes particulares não existem para médicos pobres mortais da minha geração. Devem estar sendo cuidados pelo IBAMA, para ver se se reproduzem em cativeiro.

    O jeito é fazer alguns convênios, pois hoje ninguém que tenha algum recurso financeiro quer ser atendido pelo SUS. E, a julgar pelas moças bonitas e pelos homens de meia idade esbanjando saúde que aparecem nas propagandas, o plano de saúde deve ser uma maravilha. Descobriram a fonte da juventude!

    Na outra ponta estamos nós, médicos de meia idade, recebendo valores que variam de R$ 18,00 a R$ 42,00 por consulta para decidir sobre a sua saúde, caro leitor. E não para por aí: se formos falar em cirurgias então, a coisa fica pior. Você pode não saber, mas se o seu plano de saúde te dá direito a quarto coletivo (enfermaria) o médico que faz a sua cirurgia recebe metade do valor combinado. Você deve estar se perguntando porquê? E nós também. Alguns exemplos: uma cirurgia comum como a amigdalectomia paga entre R$ 60,00 e R$ 85,00 se for plano enfermaria e, pasme, o dobro disto, se for plano apartamento. Isto você não sabia quando fez o plano, não é? E por aí vai: apendicectomias, partos, hérnias, histerectomias, tireoidectomias pagam em torno de
    R$ 300,0 a R$ 450,00 no melhor plano..

    E você achava que seu médico ganhava bem, né?

    E os Pediatras, Clínicos, Reumatologistas, Pneumologistas, Cardiologistas que não fazem cirurgias? Ganham o quê? Consultas e apenas consultas…

    Detalhe importante: cada vez que eu vou ao Lucio, eu pago. Se o paciente voltar em menos de 30 dias, o convênio não paga. Se vier uma ou dez vezes em um mês, o médico recebe apenas uma consulta. E aquela paciente não quis me deixar cobrar uma nova consulta após dois meses, para ver seus exames. Duas consultas por R$ 34,00 sai em média
    R$ 17,00 cada uma, fora os impostos.

    No salão do Lucio também tem manicure e pedicure. Mão e pé sai pela bagatela de R$ 30,00, mas eu não faço lá. As mulheres gastam bem mais em seus cabelos com tinturas, escovas, banhos de óleo, chapinhas, etc e nada disso sai por menos do que… uma consulta médica. Não que não devam fazer. Acho que devem se cuidar, se enfeitarem e serem vaidosas, com moderação. Apenas quero alertar para o conflito de valores. Nem vou comentar sobre preço de depilação sob pena de entrar em profunda depressão.

    Outros serviços, como “quick massage”, tem se popularizado nos shoppings. Meia hora por R$ 30,00. Sem impostos, recibos, notas fiscais, títulos de especialista, vigilância sanitária, conselho regional, associações de classe, sindicatos e convênios. E se voltar no dia seguinte, paga de novo.

    Enfim, existe o problema e muitos médicos têm vergonha de falar sobre isto. Alguns querem manter a pose de ricos e bem sucedidos, quando na verdade estão mesmo é falidos.

    Eu deixei de atender convênios e parei de ter insônia por este motivo. Agora o motivo é outro: como vou fazer para pagar minhas contas, se todos os pacientes querem passar com o “médico do convênio”?

    Dr. Alexandre Hamam
    Médico da Santa Casa de São Paulo.

     

     


  • É amor… ou você precisa de um tratamento de canal?

    É amor… ou você precisa de um tratamento de canal?

    Aquele momento em que o coração dispara, suas mãos suam, você não consegue raciocinar direito… só pode ser amor. Ou não. 😉

    Amor ou canal?

    Na dúvida, consulte o seu dentista. 😉


  • Corrente da Felicidade

    Corrente da Felicidade

    “A felicidade só existe quando é compartilhada.”

    Essa é a mensagem que a empresa Kibon deixa nesse vídeo super interessante!

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    Quantas vezes não nos deixamos contaminar pelo mau humor dos outros e, além disso, contaminamos o dia a dia de outras pessoas com a nossa impaciência, irritação, problemas em casa, problemas no consultório?

    Por que não levar essa filosofia pra dentro da vida da gente: tornar o mundo mais leve, mais alegre, mais feliz???

    A gente só fica feliz, de verdade, quando fazemos outra pessoa feliz!

    É nesse mundo que nós, OdontoDivas, acreditamos!

    Excelente semana para todos!