Tanta gente me perguntando que eu TIVE que fazer esse vídeo com as dúvidas mais frequentes. E aí, funciona? Pode esterilizar? Quantas vezes? Vale a pena o investimento? Veja:
Semana passada aconteceu o 35o CIOSP, e todas nós OdontoDivas estivemos presentes. Lá tivemos a oportunidade de participar, numa iniciativa conjunta Kavo Kerr / Digital Influencers, da campanha Sai do Mocho, visando a promoção da saúde dos cirurgiões-dentistas.
Pratique atividade física regularmente.
Coma direitinho, evite alimentos industrializados e refinados. Mastigue bem.
BEBA ÁGUA
Planeje a iluminação do seu consultório. Use óculos de proteção durante o atendimento.
Use protetor auricular pra evitar perda auditiva, zumbidos, dores de cabeça.
Será que o golpe do boleto falso chegou à Odontologia? Há controvérsias.
De uma forma ou de outra, não precisa ficar com medo de pagar o boleto achando que é falso. Basta conferir alguns itens e ficar tranquilo. Veja:
Itens que devem ser verificados no boleto do CRO
Recapitulando:
Número do Banco Bradesco: 237 .
Os 3 primeiros números da linha digitável: 237 .
Os 4 números correspondentes ao CRO do seu estado, no sexto grupo de números (veja a tabela) .
CNPJ correto: 61.919.643/0001-28 (ATENÇÃO! –> exceção para o CRO-SP, onde o CNPJ é 61.697.546/0001-38) .
Número do documento = Nosso Número .
Número da agência: 3176
Outra dica (via @periocarlos): se você entrar no site do CFO e pedir pra gerar um boleto novo, a linha digitável tem que ser igual a do boleto que chegou pelo Correio.
Pronto. Qualquer coisa diferente disso, NÃO PAGUE O BOLETO e entre em contato com o CRO do seu estado pra emitir um novo.
Dias 5 e 6 de dezembro estivemos, a convite da Kavo Kerr Group, no Digital Influencers Meeting, evento que reuniu alguns dos dentistas mais influentes nas mídias sociais. O objetivo foi discutirmos ações para melhorar a vida do dentista e do paciente odontológico.
Pra nós, termos sido escolhidas pra fazer parte desse grupo é o reconhecimento de um trabalho realizado na Internet desde 2011, aqui no blog e também nas nossas mídias sociais. Reconhecimento que se traduziu no apoio da Kavo, a marca líder em equipamentos odontológicos de alta tecnologia, reconhecida por profissionais de Odontologia em nível mundial, e que uniu-se à Kerr para oferecer também as melhores opções em materiais dentários.
Digital Influencers Meeting 2016
E vem muita coisa legal por aí! Vocês não fazem ideia (e nem farão por enquanto, não podemos contar ainda) 😉 . De 1o a 4 de fevereiro de 2017 vai acontecer o 35o CIOSP – Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, e todos nós DIs estaremos presentes, pondo em prática aquelas ações que começamos a desenvolver lá no Meeting. Não se preocupem em como nos encontrar lá, vai ser fácil, podem acreditar. 😉
Vocês já devem conhecer todos nesse grupo de Digital Influencers mas, de qualquer forma, segue a lista:
Você já deve ter recebido por WhatsApp ou lido no Facebookah essas fontes idôneas um texto em que o Dr. Drauzio Varella, médico oncologista, supostamente associa o aumento (?) do número de casos de câncer de tireoide em mulheres com a exposição à radiação ionizante de radiografias dentárias e mamografias. Pra quem não leu, taí (tem versão em vídeo, também):
Print do WhatsApp
O Dr. Drauzio falou isso mesmo?
Vamos deixar bem claro: o Dr. Drauzio nunca fez nenhuma afirmação nesse sentido. É um hoax, um boato que já circulava em 2015 e voltou agora. Tem um vídeo em que ele fala só de mamografia, e em nenhum momento ele diz que esse tipo de exame representa risco à saúde, sequer menciona a existência de colar de chumbo protetor de tireoide. Você pode procurar no site dele, no post sobre nódulos na tireoide não há qualquer menção a radiografias odontológicas ou mamografias, quanto mais ao suposto perigo que elas representam. Seria o melhor lugar pra falar disso, não é mesmo?! Mas ele não o fez. Ele fala, sim, da influência da exposição à radioatividade na infância e que “em lugares como Hiroshima, Nagasaki e Chernobil, onde a exposição ambiental à radiação foi muito grande, a incidência de câncer da tireoide aumentou muito na população”. Mas isso são outros quinhentos. Explico.
Qual a diferença entre os Raios X e a radioatividade?
Os Raios X são uma forma de radiação ionizante, ou seja, quando eles atingem um átomo podem expulsar elétrons dele para criar íons (átomos eletricamente carregados). Ao serem atingidos pelos Raios X, os tecidos do nosso organismo são modificados através de reações químicas. Esses efeitos são cumulativos, o que quer dizer que uma vez que nossas células tenham sido atingidas, o dano é permanente e irreversível. Mas qual o grau desse dano? Menor que o prejuízo de se sair no sol sem usar um boné.
Já a radioatividade é a propriedade que alguns elementos químicos têm de emitir isótopos radioativos, e não tem nada a ver com a radiografia médica ou odontológica, ok?! Aparelhos de Raios X como os que existem em clínicas de exames por imagem e nos consultórios odontológicos não são radioativos.
Ontem mesmo na clínica uma paciente me perguntou antes de fazer uma radiografia panorâmica se ela podia manter o celular no bolso, se ele não iria explodir. Então.
Isso esclarecido, vamos falar das afirmações contidas no boato.
Isso faz algum sentido?
Nenhum.
O número de casos de câncer de tireoide está aumentando? Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), sim. Porém, isso não tem nada a ver com radiografias dentárias e mamografia… o fator que leva a esse aumento não é totalmente conhecido, mas o crescimento do volume de diagnósticos pode ser explicado. As mulheres têm características hormonais bem específicas, que nos deixam mais suscetíveis, mesmo. Além disso, nós vamos mais ao médico que os homens, e recentemente – no Brasil – os ginecologistas incluíram na rotina o exame de tireoide. Dessa forma, era esperado o aumento do número de diagnósticos. Ainda, parece haver uma “epidemia” mundial de super-diagnóstico de câncer de tireoide. Veja esse artigo sobre o tema.
A tal “pestana” de que o hoax fala é na verdade um protetor de chumbo que vai “enrolado” no pescoço. Ele pode ser usado na tomada radiográfica ou na mamografia, sim… só que não precisa (veja o que a Portaria 453 fala sobre isso). Na radiografia panorâmica, por exemplo, ele só atrapalha e, muitas vezes, a borda dele até aparece na imagem. Se você quer uma imagem bem feita “de primeira” (ou seja, com muito menos chance de ter que repetir a tomada e expor o paciente 2 vezes à radiação), melhor não usar. Não bastasse isso, a radiação secundária gerada é maior quando do uso de proteção plumbífera…
Já de acordo com a Agência Internacional de Energia Atômica,“o uso do protetor de tireoide em exames de mamografia não é recomendado na rotina, devendo ser utilizado apenas nos casos em que a paciente solicite. É importante sempre informar que a utilização dos protetores pode, inclusive, atrapalhar o exame, pois se não for bem colocado na paciente, pode ser a causa de repetição nos casos em que a sua imagem se sobrepõe à imagem da mama”. Ou seja, assim como na radiografia panorâmica, além de não ajudar, atrapalha. Mas se o paciente quiser… ponha nele, uai.
Protetor de chumbo para tireoide
Na questão da ~Máfia Médica~ eu não vou nem entrar, pois é simplesmente ridículo. Oferecer protetor de tireoide para o paciente não aumenta em nada o custo do exame. Se ele fosse descartável, ainda vá lá… mas não é.
E quanto de radiação se absorve em um exame desses?
Observe o diagrama abaixo:
A radiação em perspectiva
Em uma radiografia no consultório do dentista o paciente absorve uma dose de cerca de 0,00001 rad. Pra que houvesse risco aumentado de você ter câncer, seria preciso fazer 100 MIL radiografias em um único ano. Isso pra aumentar o risco, não pra você realmente ter câncer. Tem mais radiação num dia de sol – à sombra – e na comida que a gente come do que numa tomada radiográfica odontológica. A dose de radiação absorvida pela tireoide é cerca de 1% da dose que se recebe em 3 dias de exposição à radiação natural de fundo (a radiação a que estamos expostos diariamente, não dá pra fugir dela). Percebem como a preocupação a respeito é exagerada?
Enfim… por favor, parem de compartilhar esse tipo de ~informação~, porque ela não salva “as mulheres do seu grupo”, pelo contrário, faz as mulheres ficarem com medo de fazer mamografia e, as pessoas em geral, de fazer radiografia no dentista. Sem esses exames uma doença importante pode ficar escondida e, pela demora no diagnóstico, até levar à morte. Se há indicação pra isso, não tenha medo de fazer exames de imagem. O benefício é infinitamente maior que o custo biológico.
Você não é obrigado a entender do assunto, mas antes de compartilhar é obrigação sua, sim, conversar com alguém que entenda pra ver se é verdade. Se você não pretende fazer isso, não compartilhe. Isso vale pra tudo.
* * *
Leia um post completo (infográficos, tabelas comparativas and whatever) sobre o assunto aqui –> A Radiação em Perspectiva
Toda atividade que não envolve a resolução de problemas complexos e não depende de imaginação e criatividade será “dramaticamente” modificada, a ponto de os empregos desaparecerem. A previsão é do pesquisador Silvio Romero de Lemos Meira, referência no país em tecnologia e inovação.
Diga AAAAH
Em entrevista à Folha de S.Paulo, ele falou do futuro das profissões e dos avanços tecnológicos que estão transformando o universo do trabalho. Segundo Meira, as atividades mais ameaçadas de extinção são aquelas que podem ser informatizadas mais rapidamente. Boa parte do trabalho de advogados, por exemplo, é pesquisar a jurisprudência e, a partir daí, preparar a síntese dos argumentos que serão usados para defender ou atacar. Já há softwares que fazem isso. É melhor do que pôr um time de advogados para fazer. Não é trabalho de alta complexidade cerebral, mas de busca, organização, correlacionamento. Não precisa ser ministro do STF para fazer.
“Há profissões relevantes agora e que vão sumir. Se informatizarmos as ruas, não haverá placas, faróis. O carro não vai estacionar onde não pode, a rua o informará disso. O guarda de trânsito já era. Imagine informatizar todo o dinheiro. Não há mais dinheiro físico circulando. Se é virtual, as transações ficam registradas. Minha contabilidade é sistêmica. Não tenho mais contador. Desaparece”.
Segundo o entrevistado, a área mais avançada tecnologicamente é a de software. As coisas que fazemos seriam inimagináveis há 15 anos. Por exemplo, edição de DNA, faceta de engenharia de software aplicada a sistemas biológicos. A área de inteligência artificial também. O software deve continuar definindo, no médio e no longo prazo, o que a humanidade faz de mais avançado. Se não tem software não faz sentido olhar como coisa avançada.
E o cirurgião-dentista?
Segundo estudo da universidade de Oxford, a única profissão sem chance de ser informatizada nos próximos 25 anos é a de dentista. A resposta é sociotécnica: “você teria coragem de abrir sua boca para um robô? Precisamos de um grau de confiança em quem vai fazer essa atividade”.
Depois desses 25 anos… aí não sei. Quem viver, verá. 😉
Como anda a saúde bucal do brasileiro? A resposta para essa pergunta está numa pesquisa encomendada pelo CFO ao Datafolha. O Conselho quis ouvir a população sobre os pontos positivos e negativos dos serviços odontológicos públicos e privados oferecidos e saber como eles chegam às pessoas.
O Datafolha montou uma amostra de 2.085 entrevistados, a partir dos 16 anos de idade, de todos os níveis econômicos e de todas as regiões do país, reproduzindo a população brasileira adulta de 148,9 milhões de pessoas em termos de distribuição territorial, renda, grau de instrução, sexo e idade. Foram realizadas entrevistas em 133 municípios de grande, médio e pequeno porte, em cidades da região metropolitana e do interior. A margem de erro da pesquisa é de 2,0 pontos percentuais.
A pesquisa revelou que os brasileiros dão nota 9 para o atendimento recebido do cirurgião-dentista. Na esfera pública, a nota é 8,5 e, na particular, sobe para 9,2. São notas que demonstram a capacidade e a qualidade dos nossos profissionais.
Para 59% dos brasileiros, o estado de saúde bucal é ótimo ou bom. Este número é puxado pelos mais jovens, mais escolarizados e das classes sociais mais altas – 10% dos brasileiros consideram a sua saúde bucal ruim ou péssima. Dos entrevistados que não estavam em tratamento, 68% afirmam que vão ao cirurgião-dentista pelo menos uma vez por ano, 11% declaram que não costumam ir ao cirurgião-dentista. Nesse segmento, destacam-se os mais velhos, com ensino fundamental, menor renda, moradores do Nordeste e de cidades do interior.
Apenas 2% dos entrevistados nunca foram ao cirurgião-dentista: o número é baixo porque a população entrevistada é composta por pessoas com idade acima de 16 anos. Quanto ao acesso ao serviço odontológico, 81% informam que sua cidade tem atendimento odontológico público, 95% é privado e 35% gratuito. ?No atendimento público em si?tuações de emergência, a pesquisa mostra que há muito a evoluir e que existe, sem dúvida, uma necessidade de ampliar a oferta de serviços odontológicos: 66% declaram não conseguir atendimento público de urgência.
Pela pesquisa, podemos cogitar que, em 2013 e durante os cinco primeiros meses de 2014, 111 milhões de pessoas foram ao cirurgião-dentista. Destes, 70% utilizaram serviço particular e apenas 28%, o público. Esse é outro dado que indica necessidade de ampliar as políticas públicas para melhorar a saúde bucal do país.
Os procedimentos mais procurados no atendimento público: 33% para extração, 30% limpeza, 27% obturação ou restauração. No privado, foram 40% para limpeza, 25% obturação ou restauração, 17% extração. A pesquisa mostra, claramente, que a dificuldade de acesso a um tratamento continuado praticamente dobra o número de extrações no atendimento público. Tanto que apenas 4% dos entrevistados citam tratamento de canal, contra 12% no serviço particular.
Praticamente, um a cada quatro brasileiros iniciam um tratamento, mas não concluem. Aqui surge um dado relevante: nos serviços públicos, apenas 6% fazem essa alegação e o maior problema é de agendamento de consultas (23%). Nos serviços particulares, agendar consultas não é impedimento, com apenas 2%, mas 23% não concluem por falta de condições financeiras.
Portanto, no particular, o problema para o tratamento inacabado é o seu custo. ?No público, é a falta de profissionais para um atendimento continuado. Mesmo com essas dificuldades, a pesquisa indica que 31 milhões de brasileiros estão fazendo algum tipo de tratamento odontológico.
Ao lado da boa avaliação do profissional da Odontologia, a pesquisa mostrou que os bons hábitos de saúde bucal estão sendo disseminados no país. Em média (49%), os brasileiros escovam os dentes três vezes por dia: 78% ao levantar, antes do café da manhã, 76% após o almoço e 61% antes de dormir. Quanto ao uso de fio dental, 57% informam que usam – 30% mais de uma vez por dia e 17% uma vez ao dia. Entrevistados com filhos até 18 anos: 72% já foram ao cirurgião-dentista, sendo que 48% vão uma vez a cada seis meses, indicando que a prevenção está cada vez mais divulgada.
A pesquisa também avaliou o Programa Brasil Sorridente, que é conhecido por apenas 32% dos brasileiros. Isto indica claro problema de divulgação, já que 55% dos entrevistados não sabem se existe este serviço na sua cidade e 33% afirmam que não existe.
Apenas 7% dos brasileiros declaram conhecer e estar bem informados sobre esse importante programa do governo federal. Assim, não surpreende que apenas 15% já utilizaram esses serviços. Em termos de qualidade, o programa é avaliado como bom e ótimo por 81% dos que já o utilizaram.
Atualmente, 2/3 dos brasileiros adultos (68%) não sabem que a legislação brasileira garante o atendimento a urgências odontológicas, à prevenção, à assistência e à reabilitação da saúde bucal. Quanto maior é a renda mensal familiar, o grau de instrução e o porte do município do entrevistado, pior é a percepção da efetividade dos direitos à saúde bucal. ?É preciso mudar essa realidade. Muito já foi feito até agora, mas ainda há brasileiros desprotegidos.
Motivos para não ir ao dentista
Segundo dados da pesquisa,20% dos brasileiros não vão ao dentista por falta de dinheiro; 46% consideram difícil o acesso ao dentista; 1/3 não concluem o tratamento público por problema de agendamento; 68% não sabem que têm direito a tratamento odontológico público e 20 milhões nunca tiveram acesso ao dentista.
Motivos para não ir ao dentista (clique para ampliar)
Pesquisadores da Harvard Medical School e da Technion-Israel Institute of Technology pensaram numa forma simples de demostrar o “caminho” das bactérias no processo de resistência aos antibióticos. O experimento mostra as “manobras” desses microrganismos para sobreviverem frente a doses cada vez mais elevadas desse tipo de medicamento, através de um mecanismo de adaptação contínua.
A Experiência
A experiência foi a seguinte: uma enorme Placa de Petri retangular coberta com ágar (aquela “gelatina” usada como meio de cultura de microrganismos) foi dividida em faixas, e cada faixa recebeu uma dose de antibióticos: doses menores nas extremidades, doses maiores em direção ao centro da placa. A cada faixa aumentou-se 10 vezes a dose do antibiótico, sendo que no centro da placa havia uma concentração 1000 vezes maior que na periferia.
A bactéria Scherichia coli foi introduzida no meio de cultura e o seu comportamento avaliado durante 2 semanas através de uma câmera. O resultado você vê no vídeo abaixo:
O dispositivo criado (a “placona” de Petri) recebeu o nome de MEGA (Microbial Evolution, and Growth Arena, uma Arena de Crescimento e Evolução Microbiana, digamos assim), e representa uma forma simples e realista de se entender como se dá o processo da resistência bacteriana a antibióticos.
O “caminho” das bactérias. Vejam como elas se adaptam!
Cuidado com o uso indiscriminado de antibióticos!
Quando a gente fala, as pessoas não acreditam… agora com o vídeo, talvez elas entendam: antibiótico só deve ser usado sob prescrição de um médico ou cirurgião-dentista! E ele será prescrito com base num diagnóstico, visando conter ou prevenir um infecção por bactérias.
Antibiótico NÃO É um analgésico ou anti-inflamatório mais forte! São categorias completamente diferentes de medicamentos, pra fins distintos. Se você está com dor de dente, por exemplo, não tem que necessariamente tomar antibiótico. Se você extraiu um dente, também não… a não ser que o seu dentista prescreva.
Sempre que tomamos antibiótico sem necessidade estamos “ensinando” as bactérias a se defenderem desse tipo de medicamento, e elas vão sofrendo mutações. Aí surgem as superbactérias que saem matando por aí, e que de “super” não têm nada… são aquelas mesmas que a gente já conhece. Só que elas aprenderam com os nossos erros.