- Escolha uma escova de dentes simples e eficiente. Não se deixe levar pelo banho de marketing que as empresas de produtos de higiene bucal dão nos seus produtos. Escolha uma escova macia e de cabeça não muito grande.
. - Lave sua escova antes e depois de escovar os dentes. Lavar as mãos com água e sabão antes de escovar os dentes também ajuda. Quem nunca passou o dedão sujo nas cerdas da escova pra ajudar a secá-la?
. - Deixe sua escova longe do vaso sanitário! Sabe o que acontece quando você puxa a descarga sem fechar a tampa do vaso? Cuidado com os nano-cocôs voadores!
. - Use um protetor de cerdas pra guardar sua escova. Mas um que não abafe as cerdas. E lave ele de vez em quando, PFVR!
. - Mantenha as escovas de dente dos membros da família longe umas das outras. Sabe o que tem mais bactérias que uma escova de dentes? DUAS.
. - Não compartilhe sua escova de dentes com outra pessoa! Escovas dentais são de uso pessoal e intransferível. Assunto encerrado.
. - Troque sua escova de dentes regularmente. Quando as cerdas da sua escova começarem a entortar, troque-a. Ela já era!
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Autor: Ana Tokus
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Dentista Minuto #13: 7 dicas pra deixar a sua escova de dentes longe das bactérias
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Do canal (será?) ao abscesso cerebral: o caso Renata Banhara
A modelo Renata Banhara está internada em estado grave no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
“Ela está com uma infecção grave no cérebro. Ela tinha um dente que não se manifestou, ficou alojado. Como o dente é poroso, a bactéria entrou e ficou no osso do rosto e foi para o cérebro. Isso rendeu uma grande sinusite, que também é uma bactéria. Essa junção de bactérias acabou indo para o cérebro. Ela está na CTI com médicos excelentes e não pode receber visitas”, disse Roneia Forte, assessora da modelo.

Renata Banhara O irmão de Renata, Túlio Alano, contou que ela está sedada. Antes da sedação, ela chegou a gravar um vídeo explicando um pouco da sua situação médica. “Fiz canal há seis anos, e esse dente meu fechou, tudo lindo, maravilhoso, sem problema. Esse dente fez um polo de infecção. Só que ele não deu febre, ela não deu pouso, ele não infeccionou. Ele fez uma infecção sigilosa”, explicou, dentro do seu entendimento. “São leves esses ossos da cabeça. A bactéria foi para os ossos, fez uma sinusite e essa sinusite criou outras bactérias. Mas a sinusite também não me deixou com febre, não saiu secreção, não fez nada, tudo silencioso”.
Foi por causa de um tratamento de canal?
Então… só com base no que a modelo contou, não temos como saber. Dá pra afirmar que o problema tem a ver com o tratamento endodôntico que ela fez há vários anos? Sem um monte de exames, não.
As sinusites podem surgir em decorrência de diversas doenças infecciosas sistêmicas como gripes, resfriados, pneumonias, asma, bronquite, etc.. A inflamação da membrana sinusal pode ter origem odontogênica, também. O desenvolvimento de lesões periapicais em dentes próximos ou invaginados no seio maxilar pode provocar alterações inflamatórias na mucosa sinusal e levar ao desenvolvimento de sinusites. A sinusite odontogênica abrange de 10 a 12% dos casos de sinusite maxilar com histórico de infecção odontogênica ou periodontal.
Em resumo: é bem possível que Renata Banhara tenha chegado ao abscesso cerebral por causa de uma sinusite bacteriana. Se ela começou como sinusite odontogênica, são outros quinhentos.
Melhoras, Renata.
O Blog DicasOdonto falou sobre esse assunto aqui: Modelo Renata Banhara, Canal, Sinusite e Infecção Cerebral
UPDATE em 15/04/17: Renata Banhara pode perder parte dos movimentos do rosto
UPDATE em 18/04/17: A modelo já está em casa, continua o tratamento com antibióticos, e diz que vai providenciar a extração do dente que – supostamente – causou a infecção.
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Dentista Minuto #12: Dente brancos: cuidado com o exagero!
Dentes naturais são bonitos. Por isso, quando se faz uma prótese dentária o maior objetivo é fazer com que a prótese não pareça prótese, mas os dentes mesmo da pessoa.
Dentes naturais não são totalmente brancos. O que confere naturalidade aos dentes, ou seja, não os deixa parecendo dentadura, é justamente a combinação de cores que eles têm: mais perto da gengiva são mais amarelados, no meio menos e, quanto mais perto da ponta, mais claro e transparente é o dente. Generalizando, é mais ou menos por aí.
Outro fator essencial: a anatomia, ou seja, a forma dos dentes. Dentes naturais não costumam ser “perfeitinhos”.
Você quer ter dentes brancos? Ótimo. Procure um dentista e faça uma avaliação. Se tudo estiver ok, o dentista vai sugerir formas de branquear seus dentes, que vão desde o clareamento até a colocação de facetas, as tão na moda “lentes de contato”.
Mas tenha em mente: nem tudo que fica bonito no ator e na atriz da novela fica bonito em você. Aliás, muitas vezes não fica bonito nem neles!
Se o seu dentista orientar você no sentido de não fazer clareamento ou facetas, ouça-o. Ele está levando uma série de fatores em conta, não é só a opinião ou o gosto pessoal dele. Um sorriso, pra ser bonito, não precisa ter dentes todos quadradinhos e ser branquíssimo… pelo contrário: isso, de natural, não tem nada.
Já se o seu dentista achar que é uma boa ideia… essa é uma decisão de vocês.
(desculpe o áudio, problemas técnicos) 🙁
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Dentista Minuto #11: Grávida pode ir ao dentista?
Diz a lenda que quando uma mulher está grávida é proibido fazer qualquer tratamento odontológico. Só que isso não é verdade… gestantes não só podem como DEVEM ir ao dentista.
A gestação é um ótimo momento pra você procurar seu dentista e manter a saúde em dia. O aumento da vascularização e da permeabilidade da gengiva durante a gravidez, por exemplo, podem deixar a gengiva mais vulnerável ao ataque bacteriano e facilitar a ocorrência de sangramento. Se a mulher descuidar com a higienização durante esse período, a probabilidade de se instalar um problema gengival ou periodontal é maior. Por isso é importante que haja avaliações odontológicas periódicas. Grávida, vá ao dentista!
Pode extrair dente? E fazer tratamento de canal? A gravidez, em si, não contraindica esses procedimentos. Apenas prefere-se, por uma questão preventiva, não submeter a mãe e o bebê a tratamentos que possam ser adiados. A questão é que nem sempre um tratamento pode ser adiado. Aí é urgência, e urgência não admite espera, até porque passar dor ou manter uma infecção no seu organismo durante a gestação certamente é mais prejudicial do que qualquer atendimento pelo qual você venha a passar. Quando dói alguma coisa ou o dente da frente quebra e deixa a pessoa “banguela”, tem-se uma urgência. E se uma gestante estiver com dor de dente ou quebrar o dente da frente, faz-se o quê? O óbvio: procura-se o dentista e faz-se o tratamento necessário.
Grávida pode tomar anestesia?
Sem dúvida que pode! Se há dor e urgência no atendimento, não há absolutamente nada que justifique não usar anestesia. A anestesia odontológica é local e muito segura. Se ela não faz mal pra você, por que faria para o bebê? Além disso, existem opções de anestésicos de uso específico para gestantes (prefere-se a lidocaína em vez da prilocaína ou da mepivacaína). (FERREIRA, 1998)*
Grávida pode tirar radiografia?
Pode, mas não deve. É aquela história: precaução. Embora o feixe de raios X passe longe da barriga quando se faz uma radiografia no dentista e a paciente use um colete de chumbo durante a tomada radiográfica, se der pra evitar, melhor. Por isso é que não se costuma fazer tratamentos de canal durante a gravidez, o que exigiria algumas radiografias. Mas isso não quer dizer que aquele seu dente com uma cárie enorme, que já deu canal, deve ficar aberto aguardando o bebê nascer. Limpá-lo e fazer um curativo seria uma ótima ideia, para diminuir a chance de uma infecção ainda pior.
Qual a melhor época da gravidez para ser atendida pelo dentista?
A melhor época para uma grávida se submeter a um tratamento odontológico, se necessário, é o segundo trimestre, ou seja: 4o, 5o e 6o meses de gestação. Mas a época certa de procurar o dentista é qualquer uma! A questão é: você não deve ficar em casa sofrendo e se perguntando se deve ir ao dentista. Se o tratamento do qual você precisa será feito de imediato ou se será realizada uma ação paliativa (um curativo, por exemplo) visando aguardar um melhor momento para o tratamento em si, é uma decisão conjunta entre você e seu dentista. Se houver necessidade de opinião ou liberação médica, o próprio dentista requisitará que você procure seu médico obstetra para isso.
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Dentista Minuto #10: 5 Mitos da Higiene Bucal
Cinco coisas que vivem dizendo pra você sobre higiene bucal e que não são verdade:
“Escova de dente com cerdas duras limpa mais”
Não. Cerdas duras associadas a muita força na escovação vão é acabar com a sua gengiva. E não vão limpar mais os seus dentes.
“Para uma limpeza completa, é preciso enxaguante bucal”
Não mesmo. O uso contínuo de bochechos desequilibra a flora bucal. Só use enxaguantes bucais com a recomendação expressa do seu dentista.
“Quando a gengiva sangra é melhor não escovar os dentes”
Pelo contrário! O sangramento é por causa da gengivite e a gengivite é porque você deve estar escovando pouco os dentes. Ou escovando errado.
“Pastas de dente abrasivas limpam melhor”
Mentira. Os melhores cremes dentais são aqueles que têm uma relação equilibrada entre poder de limpeza e abrasividade, ou seja: quanto menos abrasiva e com maior poder de limpeza, melhor a pasta de dente.
“Escova pra ser boa tem que ser cara”
Não necessariamente. Tem escovas baratas que são excelentes. Prefira as macias, com cerdas retas e cabeças pequenas. Assim dá menos pena de jogar fora quando as cerdas começarem a entortar e ela não servir mais pra nada.
Assista:
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Dentista Minuto #9: Quanto tempo dura uma restauração?
Taí uma pergunta difícil de responder. Primeira coisa:
Que tipo de restauração?
Resina composta, amálgama ou outro material? A resina (a restauração branca) e o amálgama (a restauração escura) são considerados materiais “definitivos”, enquanto outros materiais são ditos provisórios: restauração à base de óxido de zinco e eugenol, ionômero de vidro, etc..
Em dentes de leite esses materiais provisórios às vezes ficam até que o dentinho caia. Em dentes permanentes, apenas provisoriamente.
Quanto tempo dura uma restauração provisória?
De 6 meses a 2 anos, dependendo do material. Não mais que isso, porque restaurações provisórias não têm grande resistência mecânica, então o seu dente corre o risco de quebrar se você morder alguma coisa mais dura.
E as restaurações de resina, quanto tempo duram?
Depende de como ela foi feita, da qualidade da resina, do tamanho e do local da restauração, dos hábitos de higiene e de alimentação da pessoa, etc.. O fato é que qualquer restauração se deteriora com o tempo e, dependendo da combinação dos fatores que eu citei, isso acontece mais lenta ou rapidamente. Fazendo uma média, uns 5 anos.
Por exemplo, se você fuma, não usa o fio dental e não escova os dentes direito, suas restaurações de resina vão durar muito menos que isso… 1 ano… talvez 2.
Quanto tempo dura uma restauração de amálgama?
Via de regra, mais que as de resina. Se der tudo certo e com o acompanhamento adequado, muitos anos. Talvez pra sempre. Mas não conte com isso, tudo depende da avaliação do seu dentista.
Faça a sua parte: vá sempre ao dentista, tenha bons hábitos de higiene e de alimentação. O resto é consequência. 😉
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Dentista Minuto #8: Algumas coisas que o dentista sabe ao examinar você
Sabe aquela história de escovar os dentes por meia hora antes da consulta com o dentista? Não adianta nada. A gente sabe quando a pessoa tem bons hábitos de higiene. E quando não tem, também.
Quando você abre a boca, o dentista não olha só pros seus dentes. A gente avalia gengiva, mucosa, a língua e outras estruturas anatômicas. Além de fazer um monte perguntas sobre a sua saúde geral, porque nem tudo que o dentista precisa saber está dentro da boca.
Por exemplo, se você tem a gengiva mais esbranquiçada, pode estar com anemia. Se tem gengivite, o problema pode estar além da higienização deficiente: você pode estar estressado, já que no estresse o organismo libera mas cortisol, uma substância ligada à inflamação.
Se você tem xerostomia, que é a dimuição do fluxo salivar, isso pode ter a ver com o uso de antidepressivos e até anti-histamínicos.
Se você anda tendo muita sede, muita fome, vontade constante de fazer xixi, fadiga e perda de peso, pode estar com diabetes. O dentista não trata diabetes, mas vai encaminhar você pra um médico pra tratar.
Doenças autoimunes como o lúpus e a doença de Crohn (uma doença inflamatória intestinal) costumam ter manifestações bucais (geralmente manchas avermelhadas).
A gengivite e a hiperplasia gengival podem ser sintomas precoces de leucemia, por exemplo.
Doenças no coração podem estar associadas a doenças gengivais. Pessoas com problemas periodontais são mais propensas a desenvolver doenças cardíacas.
Em resumo: a boca não é uma entidade separada do corpo: doenças bucais podem causar ou favorecer o desenvolvimento de doenças em outras partes do corpo, assim como doenças sistêmicas podem manifestar-se na boca. Isso, em si, já é razão mais do que suficiente ir ao dentista pelo menos 1 vez por ano. Mesmo que você não tenha nada do que se queixar.
Veja:
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Dentista Minuto #7: Piercing bucal: será uma boa ideia?
A diva Marjo já dizia lá em 2012: cuidado com o piercing! 😉 Do ponto de vista estético, há quem goste. Já do ponto de vista da saúde… não assim tão legal.
Estudos demonstram que usar piercing nos lábios, nos freios labiais ou na língua pode levar a várias consequências bem sérias, que vão desde dor, inflamação, sangramento persistente, perda de sensibilidade na região perfurada, trincas ou fraturas dentárias pelo contato dos dentes com o piercing… até movimentações dentárias indesejadas e aparecimento de espaços entre os dentes. Sem contar machucados e lesões na gengiva, recessões gengivais, interferência na mastigação ou deglutição, formação de cicatrizes, interferência na fala / dicção, aumento da salivação e infecção local. Um montão de problemas.
Mas que é massa, é. 😀
Eu não aconselho que você tenha um piercing bucal. Mas se está decidido a ter, procure um body piercer qualificado. Remova o piercing de vez em quando pra limpar bem, pois há o acúmulo de resíduos. E durante o período de cicatrização, que leva de 4 a 6 semanas, evite contato com fluidos corporais (quaisquer, o que engloba a saliva e outros fluidos alheios). SIM.
Assista:
Pesquisas recentes indicam que a grande maioria dos portadores de piercing relata algum tipo de complicação, em menor ou maior grau. Mas só 7% deles procura atendimento. Então não faça parte das estatísticas… se acontecer algum problema, procure um médico ou dentista o mais rápido possível.
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Dentista Minuto #6: O que pode e o que não pode depois de se extrair um dente?
No Dentista Minuto de hoje, o básico pra quem não quer ter problemas após uma extração dentária.
- Não faça esforço físico. Inclua em esforço físico: musculação, bicicleta, passar pano no chão e fazer sexo.
- Não coma alimentos consistentes ou duros. Prefira os alimentos menos consistentes, mas nem por isso passe fome! Aliás, é importante que você se alimente bem pra haver uma boa recuperação.
- Não coma nem beba alimentos e bebidas quentes. Prefira os mornos e frios.
- NÃO FUME. Fumar não é seguro em qualquer fase do pós-operatório.
- Enquanto você estiver tomando qualquer remédio (analgésico, anti-inflamatório, antibiótico), não beba.
- Não faça bochechos vigorosos, não cuspa e não beba de canudinho. Essas ações favorecem o sangramento e prejudicam a cicatrização e a manutenção do coágulo.
- Higienize o local da extração o melhor possível. Mas não fique neurótico a respeito, nem sempre você vai conseguir remover todos os resíduos. Do que você não se livrar, seu organismo se encarrega.
- Tome a medicação que seu dentista prescreveu, do jeito que ele prescreveu e pelo tempo indicado por ele.
- Vá remover os pontos. Eles não caem sozinhos e essa consulta é importante pra seu dentista ver como vai a cicatrização.
Juízo, ok?!
Assista:
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Dentista Minuto #5: Sintomas comuns após a extração dos sisos
O que pode ser considerado “normal” após a extração dos sisos? Taí uma pergunta que vivem me fazendo.
Depois de qualquer cirurgia, alguns sintomas são esperados e comuns. O que as pessoas sentem varia… uns sentem nada, outros sentem tudo. Ficar com o rosto inchado é bem comum, principalmente na extração dos sisos inferiores. A regra é mais ou menos essa: quando mais o dente “mexe”, maior a chance de inchar. E às vezes o dentista “mexe” bastante.
O segundo molar, dente ao lado do local de extração, pode ficar meio dolorido uns tempos. Mas é temporário.
Os pontos em extrações dentárias sem incisão servem mais pra proteger o local do que pra fechar o alvéolo. A gengiva cicatriza por segunda intenção, ou seja, de dentro pra fora.
É normal não sentir a língua ou a bochecha? Não, mas pode acontecer. O nome disso é parestesia (ou hipoestesia) e via de regra é completamente reversível. Mas pode levar várias semanas.
Pode haver dificuldade pra abrir a boca por alguns dias. O nome disso é trismo e é algo esperado, também.
Se sair um líquido amarelo transparente do local da extração, não se preocupe. É um exsudato inflamatório, uma “aguinha” cheia de proteínas. Não tem nada errado, necessariamente.
Se sangrar, desde que sejam episódios curtos de sangramento, de resolução rápida, ok.
É normal ter dor de garganta após a extração dos sisos? Sim. Por causa da proximidade anatômica com a garganta. O ouvido às vezes dói, também, pelo mesmo motivo.
Pode beber, fumar, escalar o Everest ou fazer sexo oral depois de extrair um siso? Não. Sossegue pelo menos 1 semana. 😉