Autor: Marjorie Lanzarin

  • Papo de Mulher #1: Como você gasta seu batom?

    Papo de Mulher #1: Como você gasta seu batom?

    Eis um teste de personalidade que alguém postou no facebook e todas estão compartilhando! Achei isso bem coisa de diva!

    Como você gasta seu batom?

    1. Esta forma define uma garota sensível, romântica e super reservada. Tudo é muito mais bonito em seus sonhos que na própria realidade.

    2. Os batons de pontas arredondadas são as “vítimas” da personalidade da “super woman”. Ela é delicada, feminina, perfeccionista e popular, já que todo mundo se sente bem quando está pertinho dela. #Ai…QuePoderosa

    3. Esse é o shape deixado pelas “companheiras”. São garotas super desencanadas que sempre tem algo válido a dizer, por isso as amigas vão atrás dela pra pedir conselhos e buscar ombro e colo nos momentos mais difíceis.

    4. Aparentemente as desafiadoras deixam uma marca assim em seus batons. São garotas que chamam atenção naturalmente pela sensualidade e personalidade forte. Elas amam surpresas e vivem a vida do seu próprio jeito, sem convenções.

    5. Este é o rastro deixado pelas poderosas. Essa garota é confiante em si, equilibrada e é muito detalhista. Com sua energia e criatividade ela passa facilmente pelos obstáculos que surgem pela vida, chama atenção e é incontrolável.

    E então meninas, como vocês gastam o batom? A Nina e eu gastamos como o número 5.

    Boa quinta pra vocês! 😉

     

    #goDIVAS! GO!


  • Guest Post: O Futuro da Odontologia – Tentando achar a solução

    Guest Post: O Futuro da Odontologia – Tentando achar a solução

    Colegas, essa é a segunda parte da série “O Futuro da Odontologia“, do Dr. Ricardo Righesso. Este texto também foi compartilhado pelo autor no Facebook, no perfil dele e em alguns grupos.

    Nesse texto o autor faz uma análise sobre como os dentistas podem “fazer dinheiro”: atuando em escala ou por diferenciação. É possível tomar como exemplo os atendimentos à convênios como escala… e os procedimentos que realizamos no particular como diferenciação.

    Você está pronto?

    Olhando os dados do IBGE (população brasileira, censo de 2010 e sua distribuição por estados), acrescidos dos dados fornecidos pelo site do CFO (número de dentistas inscritos e sua distribuição por estados) e seguindo as orientações da Organização Mundial de Saúde (número de habitantes por dentista) podemos concluir que afora umas poucas e remotas localidades, esta equação não é respeitada e verificamos um número excessivo de profissionais.

    Alheio a tudo isso, nossas faculdades não param de formar novos Cirurgiões-Dentistas. Donde se depreende que o quadro tende a piorar. “O preço é imposto pelo mercado que se dispõe a pagar mais por algo difícil e raro de encontrar. Quanto mais comum e ordinário, mais fácil de localizar, menor o preço de venda.”

    É isso que ocorrerá conosco. Antes de melhorar, ainda por um bom tempo, as coisas vão piorar. E nós que vivemos da Odontologia o que podemos e vamos fazer? Para favorecer o raciocínio podemos aceitar algumas premissas:

    1 – Não há e não haverá por um bom tempo, pacientes particulares e ainda de bom poder aquisitivo para todos;

    2 – Não há e não haverá planos de saúde, convênios ou assemelhados que remunerem os valores cobrados de pacientes particulares;

    3 – O conhecimento está mais fácil em acesso e mais difundido, logo os pacientes estão mais informados e são mais exigentes, mesmo se oriundos de Convênios ou do serviço público;

    4 – Fruto do conhecimento, do avanço tecnológico e das doenças infecto-contagiosas, nossa prática tornou-se mais dispendiosa e cara!

    Aceitos os pressupostos? Então vamos em frente.

    Se não há pacientes particulares ou mesmo conveniados para todos, e somos obrigados a permanecer nesta atividade só poderemos lotar nossas agendas prospectando novos pacientes.

    Assim, tal qual a raposa, somos forçados a atacar o galinheiro do vizinho. A questão central é: Ser a raposa ou ser o vizinho dorminhoco?

    Aqui reside uma mera equação, algo matemático, difícil de aceitar e alvo de críticas ferozes. Talvez alguns enveredem para valores éticos e morais, mas verdadeiramente é a luta pela sobrevivência, a lei da selva, a lei do mais forte. E eu quero sobreviver.

    Tal qual o soldado que vai a luta, é mister inicialmente conhecer o campo de batalha e a partir disso formular uma estratégia de atuação.

    O campo de batalha nós já conhecemos (mercado competitivo, em alguns locais saturados, com preços decrescentes, com custos crescentes, com margem de lucro em queda).

    Segundo alguns experts e com eles nós concordamos (cito um M. Porter) existem em tese duasformas distintas de atuação:

    A – Atuar em escala ou preço baixo.
    B – Atuar por diferenciação.

    Atuar por Escala significa buscar volume. Você deixa de lado o singular ou único e busca o comum, o ordinário. Faz mais e se possível mais rápido, ganhando menos por unidade, mas não tendo tempo ocioso. Bem gerido, este tipo de negócio pode gerar um elevado faturamento, uma margem percentual de lucro menor, mas um lucro interessante.
    Exemplo: Sapato chinês; Linha de produção; Uno Mille.
    Por exemplo: 1.000 restaurações do tipo Classe I, típica de molar à R$ 50,00 a unidade.
    Faturamento: R$ 50.000,00;
    Lucro por unidade: R$ 10,00
    Lucro líquido: R$ 10.000,00

    Já trabalhar por Diferenciação, significa buscar o único, o singular. Fazer algo raro e difícil e cobrar por isso.
    Por exemplo: Terno Armani; Relógio Rolex; Ferrari; BMW.

    Dentre estas duas formas de atuar existe ainda uma via diferencial chamada Nicho de Mercado, onde buscamos públicos específicos. Assim poderíamos ter uma clínica exclusiva para idosos, só para idosos e ela pode trabalhar por escala ou por diferenciação.

    Recapitulando, tal qual um soldado na batalha, temos que definir nosso alvo e nossos objetivos. É impossível e pouco afeito ao sucesso desejar as duas formas – escala e diferenciação. É uma ou outra. O nicho também é específico.

    Enfim, tirem suas conclusões. Esses textos não são pra fazer o acadêmico de odontologia desanimar, mas sim abrir os olhos para o que está o aguardando depois da formatura. E pra fazer o dentista que já está há tempos trabalhando refletir sobre seu próprio trabalho.

    #goDIVAS! GO!


  • Guest Post: O Futuro da Odontologia

    Guest Post: O Futuro da Odontologia

    Navegando pelas comunidades do facebook eis que me deparo com esse texto: super bem escrito e coeso, fala sobre a atual realidade da odontologia e nos mostra como os tempos já foram gloriosos para nós dentistas.

    O Futuro da Odontologia

    Depois de ler, fica apenas aquele saudosismo gostoso e a expectativa de uma mudança para melhor.

    Confiram abaixo o texto do Dr. Ricardo Righesso, dentista gaúcho de Bento Gonçalves:

    Quando me formei, no longínquo ano de 1981, sendo filho de dentista e tendo meu pai seu consultório ativo, sabia que meu futuro era a seu lado e que o céu era o limite. Fiz o curso de Graduação numa boa instituição (UFRGS), automaticamente iniciei meu curso de Especialização (Periodontia, também na UFRGS) e isso por si só já era garantia de sucesso profissional.

    Então, saído da graduação fui direto para a iniciativa privada. Naquela época, poucos viam as demais alternativas como rentáveis (empregos públicos ou carreira docente). Trabalhar para a Prefeitura sendo seu dentista desmerecia a carreira liberal. Os bons dentistas não tinham e não pensavam em ter empregos.

    A carreira docente era para poucos. Exigia muita dedicação, mas especialmente fazer parte da panela. Aqui no Rio Grande do Sul, havia poucas Universidades e somente 5 Faculdades de Odontologia. As 5 faculdades eram verdadeiros feudos, e seus donos, só permitiam que membros do grupo participassem. Então, se você não era da panela, esta iniciativa estava descartada.

    Havia sim, estou tentando lembrar, alguns bons empregos. Mas eram raros. Talvez pudesse mencionar a carreira militar. Algumas áreas onde especialistas eram bem remunerados, como no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre. O Inss também contratava alguns dentistas, mas as vagas normalmente estavam preenchidas e não haviam novos concursos. O Sesi contratava alguns dentistas. Alguns colegas dedicavam uma parte do seu tempo prestando atendimento em algumas empresas, como funcionários, imaginando ali realizarem pequenas tarefas, obterem um salário e benefícios garantidos, mas fundamentalmente usam isso para se tornarem conhecidos e angariarem pacientes para sua clínica particular. Normalmente era isso. Mas a grande maioria, talvez mais de 90% se dedicava a clínica particular.

    Ser dentista e melhor ainda, se você fosse um bom dentista, isso era garantia de uma boa remuneração. Falo de algo em torno de R$ 10.000,00 como um valor mínimo. Não raro haviam colegas que freqüentavam faixas bem maiores, com remunerações médias na ordem de R$ 25.000,00 e alguns outros, agora em menor número, mas ainda de forma significante, que orbitavam nos patamares de R$ 50.000,00 para mais.
    Meu pai, que não tinha nenhum emprego, trabalhava bastante, algo em torno de 10 à 12 horas diárias, cinco dias por semana. Mas sua renda ( eu nunca soube os valores reais) deveria ser elevada pois chegou a manter 4 filhos em estudo universitário, sendo 3 fazendo o curso de Medicina, todos ao mesmo tempo e morando em outras cidades. Ainda assim, andava de carro bom e do ano ( sempre os melhores modelos) , adquiria imóveis e tirava férias com toda a família. Meus irmão acadêmicos de Medicina moravam em Porto Alegre em apartamento próprio e tinham automóvel. Convenhamos que um dentista que banca sozinho um padrão de vida como este e tem sua renda oriunda somente de sua atividade profissional deve ter um faturamento mensal muito bom.

    Assim era a Odontologia dos anos 80 e 90. A partir de 2.000 eu acredito que as coisas começaram a mudar por aqui. Se eu estiver enganado talvez tenham começado a mudar um pouco antes e eu demorei a perceber.

    Hoje vejo colegas, amigos dos meus filhos, egressos da Ulbra, que pagavam mensalidades próximas a R$ 4.000,00 para os últimos semestres do curso de Odontologia atuando em clínicas populares e recebendo R$ 10,00 por hora de trabalho, sem carteira assinada e qualquer tipo de benefício. Como pode alguém pagar uma mensalidade de R$ 4.000,00 e perceber R$ 1.500,00 por um mês de trabalho?

    Realmente o contexto é outro. Agora com a minha nova clínica estou desenvolvendo um projeto e com a finalidade de realizar algumas pesquisas comecei a selecionar estagiário, futuros colegas, estudantes de Odontologia. Tenho perdido o sono ao perceber o que estes jovens profissionais imaginam e a dura realidade que os espera. Pensando neles e que estou escrevendo este documento.

    Fruto de vários estudos tenho tentado imaginar o futuro da Odontologia. Assim cheguei a algumas conclusões:

    1- Acredito que nos próximos anos os governos federal, estadual e municipal haverão de investir pesado em saúde publica. Desta forma haverá um número maior de procedimentos englobados e a prestação dos serviços odontológicos será uma prática mais comum. Vejam que nas grandes cidades já existem os CEOs (Centro de Especialidades Odontológicas) onde inclusive especialistas prestam atendimentos. Nesta alternativa não acredito que um profissional perceba mais que R$ 5.00000 para 40 horas semanais. Poderá haver exceções, mas serão exceções.

    2- Os planos de saúde passarão a ofertar os serviços odontológicos aos seus associados, seja na forma de atendimentos em locais próprios ou em serviços conveniados. Vejam que a Odontoprev já abocanhou todos os funcionários ativos do Banco do Brasil e vejam os valores pagos aos profissionais que executam estas tarefas e as exigências feitas. São valores absurdamente baixos. Aqui acredito que nas grandes cidades, os planos terão seus próprios locais e os dentistas atuarão na forma de empregados via CLT e os salários serão desta ordem, algo como R$ 5.000,00 no teto. Nas cidades menores, os planos e convênios terão parcerias com as clínicas populares e os únicos felizardos serão os donos destas clínicas. Os dentistas continuarão a serem explorados.

    3- Restarão sim alguns nichos, onde via concurso, alguns dentistas terão uma remuneração mais condizente, tal qual, ser dentista concursado das Assembléias legislativas, do Judiciário, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e de algumas autarquias. Mas serão poucas vagas e os concursos serão muito disputados. Aqui posso estimar uma remuneração com teto na ordem de R$ 15.000,00. Juntando todos, digas 1.000 vagas como esta em todo o país.

    4- A carreira universitária também abrigará alguns profissionais, sendo que hoje lecionar numa universidade Federal paga algo em torno de R$ 6.000,00 para 40 horas semanais, ou seja, dedicação exclusiva. As universidades particulares podem funcionar como uma complementação de renda para profissionais sem outros vínculos empregatícios de concurso, então um dentista poderá lecionar em uma instituição particular e preencher o restante de seu tempo em atividades liberais. Não acredito que uma instituição particular pague muito mais que R$ 3.000,00 por 20 horas semanais. Isso exige no mínimo mestrado e algumas vezes doutorado.

    5- Os consultórios particulares, aquele famoso Gabinete Dentário, onde um único dentista exerce suas atividades esta com os dias contados. Por mais hábil e qualificado que seja o colega, as clínicas dominarão o mercado. Atuando de forma mais empresarial, as clínicas oferecerão bons ou melhores profissionais, com maior infra-estrutura, tudo num único local.

    Assim entendo que este será o cenário para os próximos anos. O dentista liberal será uma raridade e certamente estará nestas clínicas. Penso que para aqueles que desejam uma remuneração maior a única alternativa seja, tornarem-se tão qualificados que estarão aptos a trabalharem nestes ambientes e especialmente que desde logo tentem se aproximar de profissionais que possuam ou já trabalhem em clínicas deste tipo.

    Poderíamos divagar por longas horas tentando explicitar mais este cenário. Contudo o objetivo destes escritos é alertar aos pais destes jovens, no sentido de saberem no que seus filhos estão se metendo. Não deixem seus filhos iniciarem seus estudos acadêmicos pensando nos dentistas dos anos 80 e 90. Não permitam que sua visão de profissionais como meu Pai norteiem suas decisões. O cenário é outro. Mostrem esta realidade aos seus filhos. O mercado Odontológico atual é decadente. O número de profissionais formados anualmente é maior que a capacidade do mercado em absorvê-los, logo as remunerações estão decadentes. Levará muitos anos para que isso mude.

    Então se você tem um negócio próprio, se você tem um comércio, se você tem uma prestadora de serviços de relativo sucesso, não acredite que a galinha do vizinho como menos milho e engorda mais rápido que a sua. Fale com seus filhos, tente explicar o mercado atual, faça-os iniciarem cedo a luta pela sobrevivência e desta forma adquirirem condições de sobrevivência num mundo tão disputado. Hoje, se eu não fosse dentista, pensaria com muito mais cautela se deixaria meus filhos cursarem Odontologia e somente o faria depois de conhecer o cenário e ter a certeza que dispunha de tanto capital que poderia permitir que eles estudassem tanto, que seriam as sumidades do futuro.

    Vejo famílias fazendo sacrifício dignos de Hércules para formar seus filhos. Alguns estudantes chegam a passar fome. Famílias se endividam por anos, pensando que estão fazendo o melhor por seus filhos. Nós os pais somos uns babacas, estamos ainda vendo o mundo com os nossos olhos e com os nossos valores. O mundo mudou. Sim, o mundo mudou. Em 1987 meu orientador, o Prof. Rolf Atströem, me disse enquanto eu estudava na Suécia, que nós cometíamos um erro grave no Brasil, pois acreditávamos que Faculdade era para dar profissão. Segundo ele, que dá profissão é curso técnico, faculdade e universidade servem para abrir a mente, para dar conhecimento.

    Talvez daqui alguns anos muitos possam rir por terem perdido seu tempo lendo estes escritos, mas se não servirem para nada, pelo menos terão feito vocês pensarem, analisarem e tentarem ao menos me desmentir.

    E então, o que acharam? Comentem!

    #goDIVAS! GO!

     


  • CIOSP 2012: O que foi o 1º Fórum sobre Blogs e mídias Sociais na Odontologia

    CIOSP 2012: O que foi o 1º Fórum sobre Blogs e mídias Sociais na Odontologia

    Pessoal, como nós dissemos que na internet tudo é rápido não poderemos deixar esse CIOSP passar em branco.

    Emocionei!

    Nosso fórum foi um SUCESSO!! Sucesso de público e de crítica, e o importante é que a 2ª edição já está confirmada para o CIOSP do ano que vem. Nosso auditório quase não tinha cadeiras vazias e eu calculo que mais de 200 pessoas de todas as idades e regiões do país assistiram, perguntaram e se divertiram.

    Auditório lotado!

    Superou em muito nossas expectativas!!!! Gostaria de dizer que nós do blog rosa estamos à disposição para qualquer dúvida e que talvez demore um pouquinho pra entrarmos em contato, pois depois do fórum o número de acessos e e-mails dobrou!

    Marjo, Nina, Ju Lemes, a chefa Ana Tokus e a Paulinha, diva honorária!

    O fórum também possibilitou o encontro de 4 das atuais OdontoDivas! Coisa linda todas nós reunidas! Além disso, o encontro de outros blogueiros também contribuiu para a diversidade do fórum.

    Blogueiros reunidos!

    O post completo sobre o fórum vem daqui alguns dias, ainda estamos juntando as fotos de todo mundo e organizando nossos sorrisos imensos em palavras.

    Fabrício do Vida de Dentista, Juliana Lemes e eu, Luiz Rodolfo do Dicas Odonto

    Muito obrigada pela confiança, carinho e participação de todos vocês que foram assistir a nós, OdontoDivas (Ju Lemes e eu), Vida de Dentista e Dicas Odonto no auditório Cantareira 5 na Expo Center Norte no sábado pela manhã. Vocês foram demais, e com certeza não teria sido o sucesso que foi se vocês não confiassem no nosso trabalho!!! 😉 Foi possível sentir que estamos no caminho certo para a união da classe Odontológica!

    Confira o que os outros blogueiros estão falando pela blogosfera odontológico e aguardem, estamos planejando novidades 😉

    Dicas Odonto
    Blog do Prof. Edélcio Anselmo -> lugar de origem de algumas fotos desse post! Obrigada 🙂

    #goDIVAS! GO!

     


  • E a Vigilância Sanitária???

    E a Vigilância Sanitária???

    Você dentista sabe, mas o recém formado e acadêmico precisa aprender qual a importância da VIGILÂNCIA SANITÁRIA no nosso dia-a-dia.

    Importante!

    Atualmente, entende-se por Vigilância Sanitária um conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e da circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde (com a publicação da Lei Orgânica da Saúde – Lei Federal n.º 8080/90 e Lei Federal n.º 8142/90), abrangendo:

    1. O controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas de processo, da produção ao consumo;

    2. O controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde.

    E é aí que a odontologia em nossos consultórios entra!! Precisamos adequar o nosso ambiente de trabalho para a adequada prestação de serviços, e são exemplos de exigências: tela nas janelas para evitar a entrada de insetos, torneira de pedal, ralos tapados, adequado descarte de lixo contaminado, lixo seco, perfuro-cortantes e amálgama, ar-condicionado pela produção de aerossóis (se você tem um ventilador ele vai espalhar mais ainda as bactérias presentes no ar), adequado uso do EPI, pintura de parede em tinta lavável, assim como cadeiras que possam ser limpadas – entenda-se por isso, paredes e superfícies limpas e que possam ser desinfectadas – e por fim, adequada limpeza, esterilização e acondicionamento do material e correta relação de procedimentos realizados e informações do paciente (prontuário clínico).

    E como tem lugar que funciona assim nesse Brasil!!

    Importante: A Vigilância Sanitária, por cuidar de problemas de saúde pública, está vinculada ao SUS, seu lindo!

    As atividades ligadas à Vigilância Sanitária surgiram de uma necessidade decorrente da propagação de doenças transmissíveis nos agrupamentos urbanos, que aumentavam em população e não em suas condições sanitárias básicas.

    Uma das primeiras medidas adotadas no Brasil foi a polícia sanitária do Estado, que observava o exercício de algumas atividades profissionais, e fiscalizava embarcações, cemitérios e áreas de comércio de alimentos.

    E com o surgimento da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) as vigilâncias estaduais e municipais vêm se organizando, para cuidar de todas as áreas que foi atribuído os seus serviços. A Vigilância Sanitária é a forma mais complexa de existência da Saúde Pública, pois suas ações, de natureza eminentemente preventiva, perpassam todas as práticas médico-sanitárias.

    No consultório odontológico uma coisa fundamental para o seu funcionamento é o Alvará Sanitário.

    O Alvará Sanitário é o documento emitido pela Autoridade Sanitária após análises das condições higiênico-sanitárias de estabelecimentos, veículos e/ou equipamentos que desenvolvam atividades relacionadas á saúde (atividades estas definidas em Lei: Lei Federal 6437 de 1977 que configura as Infrações Sanitárias).

    Serve para comprovação de que o estabelecimento está atuando de acordo com a Legislação Sanitária vigente, garantindo assim as condições higiênico-sanitárias do(s) produto(s) e serviço(s), sem riscos à saúde da população.

    Enfim, é aquela coisa. Vários documentos são exigidos para que se consiga o alvará. A relação de documentos varia um pouco de acordo com a cidade, mas é imprescindível para o funcionamento de um consultório odontológico, assim como restaurantes e salões de beleza também. Informe-se na sua Secretaria de Saúde.

    Para saber mais, acesse:
    ANVISA
    Cartilha de Vigilância Sanitária

    Fonte


  • Esmalte da Semana: Bellini

    Esmalte da Semana: Bellini

    Para o Ano Novo nada como um amarelo pra pedir que 2012 seja um ano de muuuuito suce$$o pra todas nós!

    Bellini – Ana Hickman

    O esmalte sozinho é muito difícil de passar, algo como aquele amarelo bonito da coleção Penélope Charmosa que eu já coloquei no blog nesse post aqui. Pra dar esse efeito bonito passei uma mão de esmalte de boa cobertura – nesse caso o Amarelo Pop Art da Colorama – e depois uma mão do Bellini, esse da foto aí. Ele é levemente perolado e eu adorei.

     

    Os brilhinhos no anelar são do Disco Ball da Impala, outro que já postei aqui. Não consigo pintar as unhas e não destacar uma em cada mão pelo menos com as bolinhas.

    Quando testei o Pop Art deu um efeito interessante o contraste de uma cor mais clara com o amarelo forte, mas ainda prefiro a tendência de Passo Fundo com os brilhinhos do que a tendência degradê nacional.

    Espero que tenham gostado, e tenham todas um FELIZ dois mil e doce, dose, 2012!

    #goDIVAS! GO!


  • O limite de cada dentista com um encaminhamento

    O limite de cada dentista com um encaminhamento

    Dizem que a liberdade de uma pessoa vai até onde começa a liberdade do outro. E a responsabilidade com um paciente vai até onde?

    Imaginem a cena:

    Você atende um paciente, faz todos os procedimentos clínicos nele, revisão de 4 em 4 meses e vai tudo bem. Até ele precisar de uma endo no dente 26 que você não faz. Aí você encaminha pra um colega em que confia.

    O paciente vai até o colega que realiza a endodontia com maestria e a restauração Classe II em resina que foi um pouco subgengival até mas que fica satisfatória. Mas tem um problema: o paciente tem bruxismo e não usa plaquinha. Então o cantinho (aquele, do ponto de contato) sempre rompe, e de tempos em tempos o dente incomoda porque entra comida no espaço interproximal.

    O que o colega precisaria fazer?

    Em primeiro lugar, nem a restauração. Você encaminhou o paciente pra realizar uma endodontia. Mas já que ele fez a restauração, a responsabilidade é dele.

    Tudo bem, restauração feita. O que ele deveria fazer então?

    Ajustar a restauração e orientar o paciente para falar com a plaquinha de bruxismo com a dentista dele.

    Ele não fala sobre a plaquinha de bruxismo, afinal é um paciente muito difícil. Ele tem várias restaurações desgastadas pelo bruxismo e algumas infiltram facilmente por causa disso, mas no acompanhamento radiográfico tá ok.

    Numa conversa informal o paciente comenta contigo que o dente incomoda mas só de vez em quando, geralmente quando ele precisa “palitar” os dentes. O paciente nem te procura mais quando tem algum outro problema que não seja limpeza e começa a idolatrar o outro dentista. A pontinha interproximal da restauração continua caindo e o paciente continua enchendo o saco do dentista que foi encaminhado pra fazer o canal. Você já quase se conforma por ter “perdido” o paciente  pro endodontista.

    Até que um dia o endodontista resolve mexer no dente do lado, afirmando ter uma cárie. Quando passa a anestesia o paciente urra de dor. O endodontista fez um curativo que você não viu clinicamente, mas medica ele pra inflamação. O paciente reclama e blasfema de dor a noite inteira, porque o dente não doía, só incomodava um  pouco. Ele liga pro endodontista e este fala que se o dente permanecer doendo “vai ter que tratar canal”.

    E aí, o que tem que fazer?

    Mandar o paciente pastar? Dizer: “Bem, eu avisei. Não fui eu que fiz, agora procura o teu dentista.”

    Pois é. Mas nesse caso o paciente é meu pai.

    Fica difícil realizar um tratamento adequado em um paciente quando um dentista não reconhece o seu limite. O limite de responsabilidade de um dentista vai até onde começa a do outro. Se o paciente cai na conversa do colega deixa de ser minha responsabilidade (mesmo sendo meu pai).

    Lá no PSF onde atendo um fluxo maior de pacientes, em 3 anos eles aprenderam isso. Aprenderam que se querem ser atendidos por mim vão ter que fazer exatamente o que eu digo: o canal no lugar tal, a restauração no lugar tal. A medicação antes da extração quando o dente está doendo, ao invéz de voltar com a alveolite pra eu resolver depois.

    Demora. É difícil. Mas a gente aprende. É sempre melhor começar certo do que começar rico. A conta um dia aumenta, o nome não se limpa mais.

    Colegas, um conselho pra 2012: valorize o seu trabalho. Cobre por ele e não tenha medo de perder pacientes assim. Os SEUS pacientes virão.

    Mais um? Referência e contra-referência. Importante ferramenta.

    Só espero que um dia eu possa dizer no consultório que sou responsável por 8000 pacientes como eu sou no PSF hehehe!

    #goDIVAS! GO!

     


  • Carta da diva do SUS ao Papai Noel

    Carta da diva do SUS ao Papai Noel

    Papai Noel, lê com carinho!

    Querido Papai Noel!

    Esse ano eu fui uma boa dentista. Em Janeiro suei a camisa, a calça, o jaleco, a máscara e o paciente suou o bigode no calorão do consultório no PSF. Tinha voltado de férias feliz e louca pra trabalhar, e cheguei a desidratar por atender mais de 15 pacientes por dia – que logo virou turno – pois o calor não me permitia atender adequadamente com o EPI. Acabei algumas vezes atendendo com jaleco curto e sem máscara em procedimentos mais simples. Sei que é errado, mas estava buscando um pouco de conforto pra mim e o meu paciente antes que meu suor facial pingasse nele.

    Em Fevereiro tive alguns dias de folga no Carnaval. Conheci a cidade maravilhosa, O Jardim Botânico, o Parque Lage, andei no bondinho do Pão de Açúcar, conheci o Cristo e orei, além de ter dado fim à minha dieta. Tantos pães maravilhosos quentinhos nos brunchs que eu não resisti. Surgiu esse lindo blog rosa também, e eu estava radiante por poder falar sobre meu trabalho pro Brasil “ouvir”.

    Em Março a especialização em Saúde Pública voltou com tudo e minha irmã iniciou a faculdade de direito na PUCRS. Voltei a me sentir a filha única, e meio que faltou um pedaço de mim. As idas a Porto Alegre a cada 15 dias ficaram mais intensas e cada vez menos consegui ver meus amigos que moram lá.

    Em Abril creio que teve início a minha outra especialização, a em Saúde da Família. Aí comecei a conciliar os estudos com idas a Porto Alegre, trabalho de 40 horas no PSF e mais o consultório depois. Solteiríssima, conheci muitas amigas e saí bastante. As semanas era extremamente puxadas e no fim de semana era necessário “sair do corpo” pra relaxar a mente. Bebi pra caramba e fiz coisas que não devia. A essa altura, engordei quase tudo que tinha perdido pro verão.

    Em Maio e Junho entrei numa crise financeira. Parei de fazer fazer personal e com gastos supérfluos. Foi bem difícil. Ao mesmo tempo, pra compensar o bolso tive um alívio no coração, pois meu caminho foi cruzado com o do Luiz, meu amor. Não sei quem foi que colocou ele no meu caminho, se foi o senhor que leu minha cartinha do ano passado, se foi meu desejo de ano novo ou se foi papai do céu que me viu triste e me mandou essa bênção.

    Em Julho fez muito frio. Comecei a ter alguns problemas de saúde e fui buscar um médico. Ainda estou resolvendo os problemas de julho, as aulas das especializações me consumiam, a falta de exercício físico pesava, o bolso ia aliviando e o coração estava finalmente em paz, sentindo coisas que achava que não iria sentir novamente depois de tantas desilusões.

    Em Agosto terminaram as aulas da especialização em Saúde Pública. O PET-Saúde começou a exigir ao mesmo tempo. Fiz a primeira viagem romântica com meu amor e comecei a me dedicar pra monografia. Como eu sempre vou pro lado mais difícil involuntariamente, a monografia não poderia ser simples. E o tempo começou a correr.

    Em Setembro meu amor fez aniversário. O calor começou a voltar. A monografia tava no  prazo final. O consultório praticamente faliu com o furo que tive. Tudo isso ao mesmo tempo. Resolvi tomar algumas condutas no consultório e o movimento baixou. Fui pra Campinas terminar a monografia. Ufa, pelo menos isso passou.

    Em Outubro e Novembro terminei de ajustar a monografia. Eu quis simplificar, e mesmo simplificando não consegui fazer de qualquer jeito. Deixei de ser uma boa filha, uma boa amiga, uma boa namorada pra viver a monografia. E terminando com ela, consegui voltar a ser praticamente tudo isso, em partes. Ainda restava colocar em dia as atividades da outra monografia e buscar os alunos do PET pra me ajudar no projeto e nas atividades das quais sou exigida caso eles não as façam. O calor tava piorando e parece que tudo no PSF resolveu dar tilt. Compressor fraco, baixa rotação que não funciona, alta que não sai água… e o principal, movimento aumentando. Todos meus pacientes sabiam que eu entraria em férias no mês seguinte, então estavam buscando finalizar os tratamentos. Não consegui mais deixar minhas postagens cor de rosa em dia. Era o stress todo acumulado e o inferno astral.

    Dezembro, finalmente. Meu aniversário, formatura da especialização e as TÃO desejadas férias! Nos últimos dias de trabalho parecia que eu carregava uma tonelada nas costas de tão fraca que eu me sentia. Chegava em casa e chorava. Meu plano de saúde não ajudou, pois só consegui marcar médico particular. No PSF, nada mais funcionava. NADA! Completamente estressada, cada vez que aparecia um paciente pra fazer algum procedimento que eu não podia realizar por causa do mal funcionamento do equipamento. Me dava vontade de chorar cada vez que eu tinha que explicar pros pacientes o porquê de não poder realizar todos os procedimentos. No consultório, mudanças radicais no funcionamento. Não quero mais ter prejuízos no ano que vem. Mesmo meu equipamento de lá lindo e maravilhosamente funcionando bem, não adianta deixar funcionando. Se não conseguir um sócio, alguém pra colocar uma cadeira e dividir as despesas corretamente, vou tomar uma drástica decisão em março que vem: vou fechar.

    Então Papai Noel, esse ano acho que eu fui uma boa dentista. O melhor de tudo apesar das dificuldades é que fico realizada quando trabalho no PSF. Sou uma dentista que trabalha por amor, mesmo nas adversidades. Peço apenas uma coisa nesse Natal: um AR CONDICIONADO POR FAVOR!!!!!! Tá bem difícil trabalhar com um equipamento que não funciona direito, mas pior que isso é não conseguir trabalhar por eu não funcionar direito.

    Eu sei que o senhor tem muuuuuitas cartas e muitos pedidos, mas por favor, pensa com carinho em mim! Pra o meu bem estar e pra eu cuidar ainda melhor dos dentinhos das 8 mil pessoas da área de abrangência da ESF Lava Pés.

    Atenciosamente,

    Marjo Lanzarin – agora sanitatista – e DIVA do(no) SUS!

     

    #goDIVAS! GO!


  • Diva no SUS #14: “Algodãofobia”

    Diva no SUS #14: “Algodãofobia”

    Uma palavra que mais parece piada, mas é verdade. Algodãofobia é o nome proposto para a fobia de bolas de algodão. Ou ROLETES de algodão!!

    Roletes de algodão
    Roletes de algodão

    Medo de dentista, medo da broca, medo de agulha, medo da anestesia, de arrancar o dente, medo que doa… tudo isso nós vivenciamos no dia a dia do nosso trabalho, e estamos acostumados. O blog da boss Ana Tokus é o melhor do melhor do mundo pra essa fobia de dentista em geral. Mas de algodão…

    Eis que me aparece segunda-feira no PSF uma paciente nova. Ansiosa como as outras que há tempos não vão ao dentista. 31 anos. E um medo descomunal do inocente algodão do isolamento relativo. Foi preciso condicionar 3 vezes e quase desistir do reparo em resina do 46 pra conseguir um pouco de calma da paciente pra terminar meu trabalho. Ela ficava com a sensação de sufocamento e a língua não parava quieta, arruinava tudo! E ontem ela apareceu novamente pra fazer um reparo.

    No exame clínico que realizei na segunda, ela precisava de restaurações no 28, 38 e 48, necessidade de endo no 36, reparo no 46 e uma pequena restauração no 15. Quando ela apareceu ontem me contou do dentista que cobrou R$1000,00 pra realizar a endo e a restauração, e eu concordei que o preço realmente era absurdo. Mas entendi o porquê depois do sufoco, e expliquei pra paciente que a facilidade em trabalhar na boca do paciente também faz parte da previsão de honorários do dentista. Falei ainda que ela precisa de ajuda profissional pra superar isso e assim poder terminar o tratamento comigo no PSF. Ou ainda, uma outra alternativa é buscar um profissional que possua isolamento absoluto já que o medo é apenas do algodão.

    Quanto ao termo, brinquei com isso no twitter mas o nome é esse mesmo. E a definição que encontrei em um blog é a seguinte:

    É tão terrível, que em algumas pessoas causam a elas ataques de pânico.  Existem pessoas que desde crianças não poderm tocá-las, e enquanto ficam mais velhas passam a desenvolver um medo tão extremo, que tem reações físicas apenas ao pensar nelas. Elas o evitam nas lojas e não permitem que entrem em suas casas. Muitas pessoas acham engraçado, mas quem sofre dessa fobia prefere ficar de pé no topo de um arranha-céu, cercada de aranhas e cobras do que ter que olhar para uma bola de algodão novamente.

    Medo de bolas de algodão é uma das novas fobias que ainda tem que ser nomadas oficialmente. O nome proposto é simples: algodãofobia.

     

    Agora, deixando um pouco de lado a seriedade do assunto, ouvir de uma paciente “Dotôra, vai precisar algodão?”  me fez sorrir 🙂 Ah se todos os nossos problemas de consultório fossem assim!

    E tem famosos com fobia de algodão e escovar os dentes!! Veja aqui!

    #goDIVAS! GO!


  • Esmalte da Semana: Disco Ball

    Esmalte da Semana: Disco Ball

    Gente, esse esmalte tá me deixando maluca!!! Impossível não passar qualquer cor e depois ele por cima!

    Impala coleção disco – Disco Ball

    Aqui em Passo Fundo está virando febre entre as minhas amigas desde que vi nas unhas da Ju do Salão Roberta Westphalen, que é cheia de estilo. Se eu tivesse visto o vidrinho na loja não teria dado bola. E pra ficar chique, aplique em apenas uma ou duas unhas sobre qualquer cor.

    Ele é difícil de aplicar mas vale o resultado. Deve ter umas 5 mãos dele sobre cada unha, mas quando o esmalte vai ficando mais velhinho é mais fácil catar as bolinhas. É necessário um bom spray secante. O bom é que o resultado vale a pena e dura a semana toda!

    Vale pra aplicar no pé também! Fica lindo, delicado, diferente. Já tive a época das unhas francesinhas com decoração no polegar (época da faculdade) mas agora cada dia é uma cor vibrante. E esse brilhinho era a decoração que eu tava precisando!

    Nesse dia, usei o Desfecho da Colorama. Já coloquei no twitter outra foto usando ele sobre o Missão Azul da Colorama também. No meu pé usei um cinza da Hits. Abaixo, mais algumas fotos pras divas se inspirarem 😉

    #goDIVAS! GO!